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So Jeup
44 anos, professor de Educação Física.
Matérias: Cinesiologia, Metodologia da Natação, Musculação, Saúde Esportiva e Reabilitação, Treinamento Esportivo. Nacionalidade: Sul-coreano. Etnia: Coreano. Idade ooc: +18. Triggers ooc: Qualquer coisa intravenosa (soro, exame de sangue, etc). Temas de interesse: Todos. Faceclaim: So Jisub - Ator. Mewe: /yushen_jeup
Background
Vindo de uma família rica no meio empresarial da capital coreana, não foi surpresa alguma que o jovem Jeup fosse coagido a seguir os passos do pai ao ingressar na Korea University, no curso de Administração. Seu futuro era apenas um: engajar nos trabalhos da firma do patriarca, uma empresa acionista que contava com ações nas mais diversas propriedades pelo país. Um futuro certo, estável, bem remunerado e que muitos gostariam de ter... Muitos, exceto Jeup.
Além da aversão a qualquer tipo de atividade econômica e que o obrigasse a ficar sentado atrás de uma mesa, lidando com números, o herdeiro primogênito e único da família So tinha outros planos.
Desde criança tivera alguns problemas com a saúde fraca, que o faziam ficar de cama ou visitando hospitais com frequência, ao invés de aproveitar brincando no enorme quintal da família. A possibilidade de que pudesse desenvolver uma doença crônica pulmonar era grande e, se seus pais continuassem o colocando em uma "bolha de proteção", ela aumentaria ainda mais. Foi assim que, então, o médico pediatra sugeriu que o pequeno passasse a praticar esportes para um melhor desenvolvimento do sistema imunológico e fortalecimento do corpo e organismo.
Em cinco anos, o menino já havia tido uma melhora significativa não apenas em sua saúde, como também em sua personalidade. O antes quieto, fraco, desanimado, deu lugar a um enérgico e curioso Jeup. Não havia um só esporte que não gostasse, fosse os que tivesse praticado (taekwondo, judô, futebol, baseball) ou os muitos outros que apenas conhecia; mas foi ao completar dez anos de idade, que teve contato direto com o seu primeiro grande amor: a natação.
O clique foi instantâneo. A capacidade cognitiva do garoto ainda não era desenvolvida o suficiente para que compreendesse profundamente os próprios sentimentos relativos à natação, mas eram o bastante para entender perfeitamente uma coisa: era como estar em casa. A aptidão imediata de Jeup com o esporte aquático logo chamou a atenção dos instrutores do clube onde era matriculado, que foram os primeiros a incentivá-lo a participar das futuras competições entre clubes.
Anos se passaram, inúmeros títulos municipais e regionais foram ganhos, e Jeup ㅡ agora um adolescente com uma saúde impecável ㅡ continuava cada vez mais certo de que o seu lugar era ali, entre as raias das piscinas. Porém, infelizmente, seu pai não pensava o mesmo.
Ao se ver obrigado a se graduar em algo que, sinceramente, odiava, se sentiu perdido. Isso, até descobrir sobre o clube esportivo de natação da Universidade e de conhecer três pessoas que mudariam sua vida totalmente.
A primeira delas, com certeza, foi o professor responsável pelo clube que, depois de conhecer o garoto por um ano e saber sobre sua história com o esporte, foi o maior incentivador à Jeup a trocar sua graduação e, também, aquele que proporcionou o empurrão inicial em sua carreira como atleta.
A segunda, foi seu colega de quarto do dormitório, quem se tornou seu melhor amigo e aquele à quem via como um irmão, como sua família ㅡ mais do que seus próprios de sangue. Aquele que a perda lhe causou enorme dor.
E, a terceira, foi sua ex; uma colega do curso de Administração por quem se apaixonou e começou a namorar, até que foram forçados a um casamento devido um desastre natural provido de uma irresponsabilidade causada por conta dos hormônios ocorrer: uma gravidez indesejada.
Jeup, com dezenove anos, viu seu mundo mudar. Tivera uma grande discussão com seu pai ao ponto de ser quase deserdado ㅡ caso não fosse sua mãe insistir no contrário; agora estava matriculado no curso de Educação Física; seguia em competições de natação em níveis nacionais; tinha um irmão em quem podia se fortalecer; iria se casar e seria pai.
Esse último fato era o que mais o assustava, ao mesmo tempo que lhe causava uma felicidade absurda. Seria pai. Talvez apenas o convite a se juntar à equipe nacional coreana de natação poderia competir com a gama de sentimentos entre esses dois fatos, mas não havia comparação no mundo inteiro para o que sentiu ao segurar sua filha em seus braços, aos vinte anos.
Apesar de receberem o apoio da família de sua ex e de sua própria mãe ㅡ escondida do patriarca So ㅡ, Jeup era responsável por sua família. Os primeiros anos certamente não foram nada fáceis, eram coisas demais para lidar, coisas demais para aprender e amadurecer. Toda vez que se sentia cansado entre as aulas da faculdade e os treinos oficiais de natação, Jeup pensava em sua, então, esposa, que precisou trancar a faculdade para que pudesse criar a filha e, porra, como se sentia culpado por sequer cogitar desistir. Pensar nelas era o que lhe dava forças para seguir em frente com seu sonho de atleta nacional paralelo à vida acadêmica, engajando no mestrado se especializando em Metodologia da Natação e nas áreas de Treinamento Esportivo e Gestão Desportiva, em seguida da graduação.
Por mais que ambos fossem bastante cientes de que aquele casamento estava fadado ao fracasso desde o início, Jeup e sua esposa faziam o possível dentro de seus próprios limites para manter um relacionamento saudável ao longo dos anos e, apesar da chama da paixão já ter se apagado nos corações dos dois, havia um incomparável carinho entre eles. Porém, isso não era o suficiente e depois de sete anos de casados, o divórcio ocorreu.
Mais uma vez, seu mundo mudou e sabia que tinha sido para o melhor, para todos. Ainda mantinha uma amizade com sua ex-esposa, desejava vê-la feliz e, jamais, por razão alguma, deixava faltar algo para sua filha, fossem coisas materiais ou sua própria presença. Mas essa não seria a única mudança que viria.
Começou com uma ligação durante a madrugada, quatro anos depois. Seu melhor amigo, seu irmão, havia cometido suicídio.
O choque que Jeup recebeu com aquela notícia foi tão grande, que mal sabia explicar como havia chegado ao hospital inteiro, pela forma como dirigiu. Sentado no chão daquele local que agora ganhava mais um motivo para odiar, relembrou de todos os momentos ao lado daquele cara que foi sua família por onze anos e de todos os momentos que havia perdido, quando estava ocupado demais. Não se lembrava ao certo como tinha sido o enterro, apenas lembrava de olhar para a mãe de seu amigo, tão desconsolada por ter perdido o filho, enquanto segurava firme a mão de sua pequena.
Nos anos seguintes, o atleta enfrentou periodicamente o que chamam de "slump": uma queda no desempenho esportivo. Ainda que seus trinta anos pudessem ser um fator para tal, o que causou essa quebra de ritmo em seus tempos cronometrados não tinha nada a ver com sua idade avançada e, sim, com após um acompanhamento psicológico, ser diagnosticado com depressão.
Já não bastasse isso, um ano depois, aos trinta e três, sofreu uma distensão muscular grave no ombro esquerdo, ocorrendo uma ruptura dos tecidos musculares, durante um treinamento para um torneio mundial, rumo às Olimpíadas novamente.
Dessa vez o mundo de Jeup girou de um modo errado, infeliz. Parecia que o homem havia voltado a ser aquela criança fraca, quieta, desanimada, de décadas atrás.
A única pessoa que conseguia lhe arrancar algum sorriso era sua filha ㅡ então uma pré-adolescente de treze anos ㅡ, e foi graças à ela, à presença dela, que conseguiu seguir em frente com as sessões de fisioterapia, mesmo sabendo que sua carreira como atleta nacional havia chego ao fim.
Foi difícil se reerguer do fundo do poço onde se sentia estar estagnado, mas aos poucos reaveu sua vida, retornando para a equipe nacional de natação mas, dessa vez, como treinador. E era engraçado como só então se deu conta de sua fama, de quantas pessoas torciam por ele e seguiam acompanhando seu trabalho no ramo esportivo. Inclusive, nos anos em que trabalhou como treinador, foram os em que mais recebeu ofertas para ensaios de fotos, ficando ainda mais conhecido entre os atletas de derivados esportes e seus fãs.
Assim se passaram dez anos e tudo que Jeup queria agora, era um pouco de sossego longe dos holofotes. E ele veio em forma de contato com seu antigo instrutor de natação da universidade, o qual lhe mandava mensagens constantes durante o tempo e que, nessa ocasião, lhe contou sobre a sua aposentadoria e sobre uma vaga que ficara sabendo na instituição de Yushen, em Hong Kong.
Sem pensar duas vezes e de modo impulsivo, Jeup se perguntou qual seria a possibilidade de poder exercer o cargo de professor em outro país. E, bem, não demorou muito para que entrasse em contato diretamente com a reitoria da Universidade ㅡ confiante com sua fluência em outra língua ㅡ, assegurando seu cargo no novo emprego e já planejar sua mudança para o mais rápido possível.
O fato de agora morar em outro país e em um loft de duplo andar significava ter de lidar com a distância e não possuir mais uma piscina própria, porém a banheira de sua suíte compensaria o último fato.
Lan Zhan
31 anos, professor de Educação Física.
Matérias: Fisiologia Humana e Metodologia da Musculação. Clube responsável: Basquete. Nacionalidade: Taiwanês. Etnia: Taiwanês. Idade ooc: +18. Temas de interesse: Crack, Friendship, Romance, Smut. Faceclaim: Hung Yeechan - Instagrammer. Mewe: /yushen_lanzhan
Background
Desde muito criança, Zhan sempre foi um garoto cheio de energia e que deixava tudo isso transparecer quando praticava esportes, esportes estes que estavam em seu alcance, foi só quando completou seus 18 anos que decidiu que algum dia seria treinador oficial de basquete. Gostava do esporte, seu pai era um jogador profissional e seguir os passos daquela figura tão importante não seria ruim.
No caminho certo, o garoto concluiu seus estudos até passar na faculdade e, sim, não pensou nem duas vezes, estudou Educação Física e se tornou profissional na sua área, mesmo tendo dificuldades pelo caminho e uma dessas foi a perda da mãe que abalou emocionalmente o jovem, e por ela, daria a volta por cima e iria seguir todos os seus sonhos.
Anos depois de já estar formado e trabalhando em escolas públicas e particulares, com 31 anos de idade, Zhan se atentou para uma vaga que havia aberto numa universidade não tão longe de onde morava, a universidade era em Hong Kong e como era fluente na língua cantonesa, inscreveu-se, a seleção já estava rolando e era só esperar. Alguns dias depois, Lan Zhan teve o currículo analisado e aprovado e então iria tentar a vida nesse novo emprego que era lecionar em uma das melhores e maiores universidades localizada em Hong Kong.
Tudo aquilo enchia os olhos de Zhan que se via na possibilidade de alcançar algo que tanto sonhou, principalmente a parte da possibilidade em ser treinador de um clube esportivo de basquete. Agora não se tratava mais só do dinheiro, mas sim de uma realização de vida que infelizmente a sua mãe não estava mais presente para ver, e de onde quer que ela estivesse, o taiwanês guardaria consigo que ela estaria orgulhosa.
Sua mudança pra Hong Kong seria tranquila, ele conhecia bastante o lugar e seria fácil com a ajuda do pai, comprar um apartamento para viver. Lan tinha uma boa relação com o pai e a madrasta, mas o difícil mesmo foi se despedir dos dois irmãozinhos pequenos que tinha.
A saudade da família seria enorme, mas nada que uma vídeo chamada não desse jeito com o passar do tempo, e nas férias, certamente Zhan viajaria para o Taiwan no intuito de rever todos os familiares e amigos. Mas agora o seu foco era outro, seu foco era ser um profissional digno do cargo que lhe foi dado e estava ansioso para essa nova vida, para esse novo desafio.
Park Misuk.
32 anos, professora de Jornalismo.
Matérias: Teorias e Práticas de Jornalismo Eletrônico: TV, Online e CD, Assessoria de Imprensa, Marketing e Comunicação, Laboratório de Jornalismo Eletrônico: Televisão, Laboratório de Jornalismo Online e Novas Mídias. Nacionalidade:Sul-coreana. Etnia: Coreana. Idade ooc: +18. Temas de interesse: Todos. Faceclaim: Hyomin - T-ARA. Mewe: /yushen_misuk
Background
Park Misuk é a filha do meio de uma família simples, que com muita dificuldade tentou ao máximo dar o melhor estudo para seus filhos. Apesar de seus irmãos um tanto relaxados, ela sempre foi muito dedicada ao que se refere a estudos e suas notas sempre foram impecáveis, garantindo a ainda menina, um destaque entre seus colegas.
Durante todos seus anos de estudos, não foi diferente, conseguia sempre o primeiro lugar aonde quer que estivesse. E garantia seu destaque sem muito esforço. Com isso, entrou facilmente para uma renomada universidade em seu país de origem, a Coreia. E lá como em todo lugar onde passava, suas notas se destacaram e foi aprovada com muito elogio por todos os que estavam na bancada analisando sua tese. Formada em Jornalismo.
Misuk não percebia o quanto acabara se tornando dependente dos seus estudos e das boas notas, sempre dos elogios de seus pais. Foi somente quando os perdeu que viu que sua vida parecia um tanto sem sentido. Não mantinha contato com seus irmãos e sempre parecia muito distante dos amigos, que logo acabaram a excluindo de todas as programações deles.
Como quase em tudo em sua vida, buscou refúgio em mais estudos. Foi para Hong Kong dar início ao seu mestrado em Estudos Internacionais de Jornalismo e logo em seguida, concluiu seu doutorado em Comunicação, Novas Mídias e Estudos Culturais. Durante seu tempo de estudo, se dedicou para aprender mais do mandarim no seu tempo livre.
Graças a sua grade experiente de estudos, pesquisas e vasto conhecimento na área, não demorou até conseguir cargos cada vez mais importantes nas empresas em que teve o prazer de trabalhar. Mas após dois anos sem estudar, começou a buscar o sentido de ser uma mulher tão sozinha, mesmo com suas tentativas de se enturmar e se distrair. Foi então que decidiu se voltar novamente aos estudos, mas de uma forma diferente. Passando para frente todo conhecimento e experiência que tinha, ao futuro dos jovens daquele país que havia a acolhido tão bem.
Eun Jiwon
31 anos, professor de Educação Física.
Matérias: Fisiologia Humana e Metodologia da Musculação.. Clube responsável: Basquete. Nacionalidade:Coreano. Etnia: Coreano. Idade ooc: +18. Temas de interesse: Fluffy, Friendship, Romance, Smut. Faceclaim: Kim Dongwon - Instagrammer. Mewe: /yushen_jiwon
Background
Desde muito criança, Jiwon sempre foi um garoto cheio de energia e que deixava tudo isso transparecer quando praticava esportes, esportes estes que estavam em seu alcance, foi só quando completou seus 18 anos que decidiu que algum dia seria treinador oficial de basquete. Gostava do esporte, seu pai era um jogador profissional e seguir os passos daquela figura tão importante não seria ruim.
No caminho certo, o garoto concluiu seus estudos até passar na faculdade e, sim, não pensou nem duas vezes, estudou Educação Física e se tornou profissional na sua área, mesmo tendo dificuldades pelo caminho e uma dessas foi a perda da mãe que abalou emocionalmente o jovem, e por ela, daria a volta por cima e iria seguir todos os seus sonhos.
Anos depois de já estar formado e trabalhando em escolas públicas e particulares, com 31 anos de idade, Jiwon se atentou para uma vaga que havia aberto numa universidade em outro país, na China, e como era fluente na língua, inscreveu-se, a seleção já estava rolando e era só esperar. Alguns dias depois, Eun teve o currículo analisado e aprovado e então iria tentar a vida na Yushen University, uma das melhores e maiores universidades localizada em Hong Kong, que agora o convocou para ser professor de Educação Física e ser responsável por um clube de basquete.
Tudo aquilo enchia os olhos de Jiwon que se via na possibilidade de alcançar algo que tanto sonhou, não se tratava mais só do dinheiro, mas sim de uma realização de vida que infelizmente a sua mãe não estava mais presente para ver, e de onde quer que ela estivesse, o coreano guardaria consigo que ela estaria orgulhosa.
Sua mudança pra China foi tranquila, Eun tinha uma boa relação com o pai e a madrasta, mas o difícil mesmo foi se despedir dos dois irmãozinhos pequenos que tinha, Jaehee e Jongwoo, ambos gêmeos e tinham 10 anos de idade.
A saudade da família seria enorme, mas nada que uma vídeo chamada não desse jeito com o passar do tempo, e nas férias, certamente Jiwon viajaria para Coreia no intuito de rever todos os familiares e amigos. Mas agora o seu foco era outro, seu foco era ser um profissional digno do cargo que lhe foi dado e estava ansioso para essa “nova vida”, para esse novo desafio.
Luís Agustín Pancho
30 anos, Professor de Farmácia e Biologia.
Matérias: Imunologia, Terapias Alternativas, Parasitologia e Microbiologia. Nacionalidade: Colombiano. Etnia: Hispânico/Latino. Idade ooc: +18. Temas de interesse: Angst, Crack, Fluffy, Friendship, Romance, Shipping. Faceclaim:Maluma - Cantor. Mewe: /yushen_Luis
Background
Luís Agustín Pancho nasceu em 27 de agosto de 1991 em Medellín no departamento de Antioquia, na Colômbia. Ele é um dos três filhos de Lorenzo Pancho, um bem sucedido produtor musical, e Nidia Ripoll Agustín Pancho, uma das maiores cantoras de pasillo do país. Ele tem dois irmãos mais velhos, Leonardo Agustín Pancho e Fernando Roberto Agustín.
Na infância, ele era fã de futebol, esporte praticado por oito anos consecutivos (dos seus 4 anos de idade até seus 12 anos) e até ingressou nas divisões inferiores de times de seu país, participou de torneios de vôlei, pingue-pongue e xadrez, entre outros. Por outro lado, ele também era apaixonado por música, tendo influência de seus pais. Começou a receber aulas de canto em sua cidade natal e, com ajuda de seu irmão mais velho, Leonardo Agustín, teve suas primeiras aproximações da produção musical. Seus principais apoiadores na sua incursão no mundo artístico foram seus pais.
Luís escreveu seu primeiro poema, chamado "La Rosa De Cristal", quando tinha apenas quatro anos. Enquanto estava crescendo, ele ficou fascinado observando seu avô escrevendo histórias em uma máquina de escrever e pedindo uma como presente de Natal. Seu avô lhe deu uma máquina de escrever com a idade de sete anos, e continuou escrevendo poesia desde então. Estes poemas eventualmente evoluíram para músicas.
Com 10 anos, ele participou de um concurso de canto e ficou em primeiro lugar na competição cantando a canção "Te necesito”, da também colombiana Shakira, e em dezembro do mesmo ano, em um programa de TV local, tiveram como atração seus pais. Durante o programa, sua mãe falou sobre o gosto de seus filhos pela música. O trio de irmãos então foi convidado a se apresentar no programa. Após ensaiarem em casa, Los niños cantaram a canção "No quiero" num programa que foi ao ar no final do ano. O áudio da apresentação foi retirado da televisão e começou a tocar em emissoras de rádio, o que gerou interesse de uma gravadora que os convidou a assinar um contrato.
Após assinarem seu primeiro contrato fonográfico com a Sonic music, Los niños começaram a gravar seu álbum de estreia, sendo lançado no ano seguinte. Un Sueño foi produzido por seu pai e apresenta uma sonoridade influenciada pela música popular colombiana. O álbum foi certificado com ouro pela APDIF e gerou como singles a regravação de "Si Voy a Perderte" e a faixa-título "Un Sueño". Seus álbuns seguintes (Recuerdos e Realmente te quiero) também foram um grande sucesso.
Em abril de 2005, os irmãos anunciaram o fim das atividades como trio e lançaram, em agosto, seu quarto álbum ao vivo, El sueño se acabó, com setlist formada por releituras de canções gravadas anteriormente e cinco canções inéditas.
Após o fim do trio em dezembro de 2005, Luís passou os três anos seguintes concentrando seus esforços na produção de sua estreia na carreira solo, mas com sua intensa dedicação ao ensino médio esse plano foi deixado para lá. Enquanto estudava ele decidiu que iria fazer faculdade e o curso seria na área de biológicas. Após o término do Ensino Médio, ele entrou no curso de Farmácia. Diferente de seus irmãos que seguiram a carreira musical, ele estava querendo seguir a carreira acadêmica. E assim o fez, se formando com um dos maiores CR’s da turma. O querido dos professores. Ele se habilitou em Imunologia fazendo Iniciação Científica em um laboratório da própria universidade. Ele concluiu sua graduação em Farmácia pela Universidade de Antioquia.
Após o término do mesmo, ele decidiu fazer um mestrado fora da Colômbia e com o apoio de seu pai, ele iniciou o plano. Enviou emails para diversas universidades pelo mundo, porém poucas responderam. E dentre as que responderam, a que melhor ofertou foi a Yushen University. Ele teve um ano de preparação para então entrar no avião e começar essa nova etapa de sua vida. O que foi completamente diferente do que imaginou, o mestrado foi um período complicado, mas conseguiu tirar de letra qualquer sufoco no novo país. Tendo que aprender o idioma e se manter sem a ajuda dos pais.
Quando iniciou o doutorado, ele se apaixonou pela Medicina Tradicional Chinesa e decidiu fazer uma especialização em uma das melhores escolas de Hong Kong. Levou os dois ao mesmo tempo. Era complicado intercalar os dois, mas com muito esforço ele conseguiu.
Por ter sido um bom aluno no doutorado e ter feito o estágio em docência de forma exemplar, o chefe do departamento de Imunologia o chamou para lecionar na universidade. Acabando de ser contratado após o final do doutorado.
Atualmente professor de Imunologia, Terapias Alternativas, Parasitologia e Microbiologia nos cursos de Farmácia, Medicina e Biologia pela Yushen University. Mora com seu melhor amigo em um trailer.
hua cheng
31 anos, professor de direito
Matérias: Direito Penal. Clube responsável: Natação. Nacionalidade: Taiwanês. Etnia: Taiwanês. Idade ooc: +18. Temas de interesse: Angst, Crack, Fluffy, Violence. Faceclaim: Aaron Lai - Ator. Mewe: /yushen_hua
Background
Hua Cheng teve uma infância normal com pais amorosos e uma vida confortável em Taipé, Taiwan. Era uma criança quieta e tímida, que só deixava a vergonha de lado quando o assunto era natação, basquete ou qualquer joguinho de tabuleiro. Cresceu dividindo seu tempo entre os estudos e o esporte, sendo que o segundo era mais por hobby e ele não tinha pretensão alguma em tornar aquilo uma profissão. Os problemas começaram a chegar na adolescência, pois não importava suas notas altas, seu comportamento exemplar ou ser um filho obediente, parecia que gostar de beijar garotos era o maior erro que poderia cometer e isso acabou gerando muitos conflitos com os pais. Sua mãe foi a primeira a ceder e aceitar, já seu pai passou a deixá-lo quieto quando Cheng estava na faculdade, não havia muito o que pudesse fazer a aquela altura.
No segundo ano da faculdade acabou tendo seu primeiro relacionamento sério com um colega que cursava direito, assim como ele. O romance tórrido foi como uma avalanche de emoções, com toda a carga dramática que todo primeiro relacionamento acaba tendo, mas esse acabou da pior maneira. Um dia quando voltavam de uma viagem de carro após um animado final de semana, o veículo foi atingido por outro de carga em um cruzamento. Cheng era quem dirigia e quando acordou 12 dias depois do acidente, descobriu que o namorado não tinha resistido aos ferimentos. O jovem rapaz ficou com algumas cicatrizes no corpo e feridas no coração que nunca mais iam se curar.
Sua vida depois disso se tornou uma corrida para ocupar todo seu tempo livre com estudos, trabalho, preenchendo cada segundo do dia até que estivesse tão exausto para dormir. E foi assim que terminou a faculdade, conseguiu estágio em um dos melhores escritórios de advocacia e dois anos depois iniciou o mestrado na Universidade Yushen, em Hong Kong. Ao terminar o mestrado e decidido a ficar na cidade para futuramente fazer doutorado ali também, Cheng conseguiu uma vaga na Yushen para lecionar Direito Penal.
Na vida profissional, Hua Cheng é conhecido e respeitado pelo seu talento em exercer a profissão e os grandes números de causas ganhas apesar da pouca idade, não há o que contestar. E como professor é um tanto rígido e não costuma ser amigo dos seus alunos. Já na vida privada é um homem solitário, que evita relacionamentos sérios e duradouros, tem poucos amigos, mas que também é muito simpático e carismático. Ainda ama esportes, festas, tomar um bom vinho e curtir a companhia momentânea de algumas pessoas. Desde que, no fim do dia, esteja na sua cama sozinho.





