Afi! Assim é o...
Recortando o post anterior, a Teoria Ator-Rede (TAR) pressupõe que nas associações entre humanos e não-humanos, a ambos é suscetível exercer papel ativo (actantes) nas ações cotidianas. Em 2016, 64% dos brasileiros, acima de 10 anos, encontravam-se ‘fisgados’ por associações com ‘não-humanos’, conectados à rede; dos quais 85% destes tinha entre 18 e 24 anos.
As inovações tecnológicas só aumentam, e a aplicação na educação criam novos materiais (não-humanos), por conseguinte, novas mediações do conhecimento e novos públicos, ou seja, três aspectos sobre os quais os textos no livro, “Educação e Ciberespaço: novas configurações, convergências e conexões”, organizado por Cristiane Porto e José António Marques Moreira, discorrem.
Apresentada pelos seus organizadores, a obra parte do pressuposto de que a educação no ciberespaço pode ser
“aberta, flexível e inclusiva” (Afi),
isto porque, além de outras características, a aprendizagem amplia-se em larga escala (aberta), ocorre a qualquer hora e qualquer lugar (flexível) e permite praticantes culturais “reutilizar, reconstruir e redistribuir conhecimento” (inclusiva).
Interessante que tanto este, como os demais espaços criados e alimentados pelos discentes da disciplina Cibercultura e Educação do Programa de Pós-graduação da Universidade Tiradentes transformam-se numa manifestação clara destes três aspectos encarados pelos organizadores, a respeito das possibilidades educacionais no ciberespaço.
Prossiga e reflita se concorda que os blogs criados são formas abertas, flexíveis e inclusiva de se aplicar recursos do ciberespaço na educação.
Não sabe o que é FakeNews? A turma do Cartografias da Cibercultura dá uma ‘mãozinha’.
Quer se balançar numa rede diferente? Siga por aqui com Edirani e Rafael!
Gosta de uma ‘pegada’ poética, Cyber-poesis!
Ainda não compreendeu o que é cibercultura? ‘Se avexe não, se achegue pro cantinho da Iris e da Juliana’!
Gosta de aventurar-se em experiências virtuais, quem sabe num museu? Embarque nessa AMBDIG.
Pra fechar os exemplos, um pouco de filosofia das redes… ‘Hora de filosofar’!
A educação no ciberespaço rompe barreiras de espaço-tempo, já que se cria conhecimento de qualquer lugar e a qualquer tempo. Este conhecimento carrega uma lógica de mediação diferenciada de outras épocas da educação.
Concorda, portanto, que cada um dos blogs são exemplos de espaços Afi?
Estes exemplos são possíveis através de interfaces e interações promovidas pelo ciberespaço, sendo a educação convidada a inserir-se neste contexto. Desconhece o significado destes termos? Ligue-se a outro ponto da rede e descobrirá por Edirani e Rafael a resposta.
Aqueles que ainda querem mais, fiquem com André Lemos falando um pouco sobre aspectos de educação no ciberespaço, bem como de associações entre humanos e objetos, que perpassam por experiências educacionais. Até a próxima! Por: Jonathas Fontes e Marcelo Prudente








