Guys is that fewy fazbear

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Guys is that fewy fazbear
É tanta hipocrisia, é tanta gente vazia, é tanto assunto inútil que eu ando com preguiça de conhecer pessoas.
Renato Russo.
Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?
Legião Urbana, Renato Russo - Eduardo & Mônica
Corrosão simultânea.
A busca incansável por uma afirmação de amor faz um estrago e tanto, sabia? Claro que não, como você poderia saber. Está mais preocupado com outras coisas. Quaisquer coisas inúteis e fúteis aos meus olhos que encandeiam fogo e paixão. (...)
- O que aconteceu?
- Aconteceu alguma coisa?
- Sim. – Suspirei. Cansada e ofegante. Não por cansaço físico, mas emocional mesmo.
- Então diga.
- Dizer o que? – Me fiz de desentendida.
- O que aconteceu, oras.
- Ah sim. Nós.
- Nós?
- É.
- Nós o que?
- Ainda existe isso? – Perguntei com a voz quase falhada.
- Isso o que?
- Nós.
- Acho que sim.
- Acha?
- Tenho certeza. Melhorou?
- Talvez. – Dei um sorriso sem graça e sem muitas esperanças. (...)
Sinto que as coisas estão estranhas. Afinal que coisas são essas? Que perguntas são essas em minha mente? E por que estou tão cheia de dúvidas? Que vontade de sumir! Nossa, estou tão sem paciência. Você me deixou assim, ou será que fui eu? Cansei de pensar. (...)
- Você me faz bem.
- Sério? – Perguntei com a mínima credibilidade em suas doces palavras.
- Por que essas dúvidas?
- Não sei. – Respondi esperando que ele me abraçasse e dissesse que estava tudo bem e que não passava de um pesadelo e que essas dúvidas eram coisas da minha cabeça. Que não passavam de ilusões, medos e etc.
- Venha cá, my doll.
- (Risos) – Incrível como ele sabia direitinho a forma de me encantar, de me fazer derreter em seus braços e esquecer o mundo lá fora.
- Vai vim ou ficar rindo? – Disse ele em um tom doce e quase impaciente.
- Me deixa. – Respondi enquanto fui ao encontro daqueles braços que me faziam morrer. Morrer de amor, de paixão. Sua forma de me fazer segura era incrível. Ele não era perfeito, mas era meu. Jamais consegui entendê-lo. Acho que esse era o charme. O que ele pensava? Não sei. O que ele sentia? Isso então, eu tão pouco sabia. Mas eu o amo. E essas dúvidas eu deixo aonde? Jogo-as fora e vou viver? Pronto, mas uma coisa que eu não sei.
- Somos nós. Só nós. Somente nós. Nós mais amor. Nós mais paixão. Só nós e mais ninguém. Que tal?
- Tudo bem. – Foram as únicas palavras que saíram da minha boca, enquanto eu o apertava mais forte como quem não fosse largar tão cedo.
- E amanhã?
- O que tem amanhã?
- Terá amanhã?
- Depende de você. – Disse com expectativa de como acabaria essa conversa.
- Depende de nós.
- Existe essa coisa? – Brinquei.
- Que coisa?
- Nós.
- Sim, existe “essa coisa”. – Respondeu ele com toda a calma do mundo.
- Menos mal. – Respondi dando-lhe um beijo tão demorado e intenso que cessou dentro de minha alma as dúvidas. (...)
k-l