Trinity Blood - Rage Against the Moons Volume II - Silent Noise ----------------- ⚠️ ESSA OBRA EM HIPÓTESE ALGUMA É DE MINHA AUTORIA. TRADUÇÃO REALIZADA DE FÃ PARA FÃS. NÃO REPUBLIQUE OU POSTE EM OUTRAS PLATAFORMAS SEM AUTORIZAÇÃO. SE CASO POSSÍVEL, DÊ SUPORTE AOS AUTORES E ARTISTAS COMPRANDO AS OBRAS ORIGINAIS. ⚠️ -----------------
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Capítulo 2: Ruído Silencioso (SILENT NOISE)
Ⅰ
Do restaurante ao ar livre, sob a sombra das palmeiras, era possível contemplar o mar azul e a branca cidade de Barcelona.
No porto, onde navios entravam e saíam sem parar, estendia-se um mercado (Mercato) transbordando de frutos do mar. Na parte antiga da cidade, como um labirinto de pedra, erguia-se a Catedral de Santa Elenas, sede do bispado de Barcelona. E, na rua principal, repleta de cidadãos que se divertiam com as compras... visto do parque no alto da colina, aquela tarde tropical parecia pacífica, próspera e um tanto exótica.
— No fim, parece que a investigação da polícia não encontrou vestígios de explosivos. Ao que tudo indica, vão encerrar o caso como consequência da deterioração da estação... Está me ouvindo, Abel-kun?
— Mas é claro que estou ouvindo, Irmã Noélle.
Abel Nightroad fez questão de acenar com seriedade para a bela mulher de terno que levantava o rosto do amontoado de relatórios. Sua expressão era a própria seriedade, e em seus olhos transbordava uma paixão sincera.
Porém, com a boca abarrotada de paella e nos garfos que segurava em ambas as mãos, estavam espetadas salsichas bem douradas. Nessas condições, não se poderia dizer que não havia um problema com sua demonstração de sinceridade. Além disso, sobre a mesa se amontoava um conjunto de pratos, o suficiente para cinco pessoas, ou mais... E, ao fundo da loja, as garçonetes em trajes folclóricos coloridos olhavam com olhos assustados.
— Impressionante... você pretende comer tudo isso sozinho?
— Huhuhu. Afinal, faz tempo que não tenho uma viagem de trabalho decente, sabe? Se eu comer bastante às custas das despesas, vai dar para durar pelo menos uns três dias mesmo depois de voltar a Roma. Não, pensando bem, se eu ficar remoendo as lembranças, talvez dure até uma semana...
— Essa sua mesquinharia não mudou nada em meio ano, hein... Tem alguma coisa grudada na sua bochecha.
Quando retirou um grão de paella da face do padre, que inflava as narinas com ar de orgulho, a bela mulher de terno ── Noélle Bór, freira da Ordem de Santa Mercedes ── sacudiu a cabeça com um gesto de profundo desalento.
Ainda assim, sob as sobrancelhas propositalmente franzidas, seus olhos longos e estreitos sorriam de forma gentil. Diante daquela expressão serena, talvez fosse difícil imaginar que, até meio ano atrás, ela era a executora enviada pelo Vaticano que espalhava terror entre seus inimigos sob o codinome de 'Mistress'.
— Ah, obrigado... Aliás, Noélle-san. Muito obrigado pela ajuda desta vez. Foi realmente de grande ajuda.
Enquanto descascava habilidosamente um camarão cozido que soltava fumaça quentinha, Abel inclinou a cabeça em reverência para a antiga colega.
— Foi um tanto constrangedor pedir ajuda a você, que já se aposentou, para essa missão, mas veja bem: parece que em breve o Arcebispo Alfonso virá a Roma. Pois é, com todos os preparativos de segurança e tudo o mais, todos no Vaticano estamos tão sem pessoal que até a mão de um gato seria bem-vinda.
— O Arcebispo Alfonso? O tio de Sua Santidade? Ora, então esse senhor ainda está vivo?
— Sim. Atualmente serve como arcebispo de Colônia, mas desta vez, depois de cinco anos, voltará a Roma. E por isso nós, os de baixo escalão, estamos super ocupados. Acabou sobrando até para você, Noélle-san...
— Não tem problema. Sendo eu vinculada ao Vaticano, é claro que cooperar é um dever natural.
Ao erguer a xícara de café au lait intocada, Noélle balançou a cabeça. Seus cabelos negros farfalharam com um leve som, espalhando uma discreta fragrância de almíscar.
— Além disso, eu já estava entediada com a vida no convento, e aquela missão de infiltração também foi divertida... Mas, sabe, né? O criminoso ter morrido bem diante dos meus olhos, talvez tenha sido um pouco frustrante. Aquele Domènec — ou melhor, Barrie — dizem que era um sujeito realmente perigoso, não era?
— No momento, já foram confirmados quarenta e oito homicídios. De qualquer forma, a pena de morte era inevitável.
James Barrie, ex-professor da Universidade de Londinium, era o mentor por trás dos sequestros em massa e dos experimentos humanos revelados há dois meses ─ o chamado “Incidente Neverland”.
Embora o caso em si tenha sido resolvido pela Ax, o próprio Barrie já havia desaparecido sem deixar rastros, e acabou nunca sendo preso.
Há um mês a AX havia descoberto o fato de que aquele Barrie, usando um nome falso, possuía uma empresa farmacêutica ali em Barcelona. E, no lugar dos executores oficiais — que naquela época estavam ocupados demais para agir na época —, a ex-executora, Irmã Noélle, aposentada em Barcelona foi quem investigou a Domènec Corporation em segredo e descobriu que o presidente, Domènec, nada mais era do que o próprio Barrie, com rosto e nome alterados. Talvez por isso a frustração de ver o criminoso morrer em um acidente bem diante de seus olhos devia ser ainda maior. Desde a noite passada, ela não parava de expressar sua decepção.
Porém, mesmo Abel tinha esse mesmo sentimento. O homem que trouxe uma desgraça irreparável a tantas crianças — ele queria capturá-lo com suas próprias mãos──
— E então, quanto já avançaram as obras de recuperação da estação?
Ao soltar um pequeno suspiro — baixo o suficiente para não ser ouvido do outro lado da mesa — Abel, com uma expressão forçadamente alegre, mudou de assunto.
— Ouvi dizer que polícia e bombeiros estão em operação conjunta. É verdade? As coisas estão indo bem?
— Nem um pouco. Afinal, do teto às estruturas, tudo desabou por completo, não foi? Vai levar mais de uma semana... talvez até um mês, se der azar.
— E quanto ao resgate dos feridos?
— Dizem que havia mais de duzentas pessoas na plataforma, mas daquele jeito... é provável que todos tenham morrido. Mesmo que encontrem o corpo de Barrie soterrado, pelo menos, não acho que tenha mantido sua forma original.
— Entendo...
Nem os viajantes, nem as famílias que os viam partir poderiam imaginar que suas vidas seriam interrompidas de maneira tão abrupta naquele lugar. Duzentas vidas, duzentos sentimentos, duzentos...
Sem perceber, Abel franziu o rosto, mas logo o escondeu com a mão que levara aos óculos. Tinha notado o olhar de Noélle fixo nele. Empurrando a ponte dos óculos, forjou um sorriso despreocupado e mordeu o pão frito.
— Hum, que delícia! Bem saboroso. Quer provar também, Noélle-san?
— Então, só um pedaço... Oh, está delicioso. Mas afinal, o que foi aquilo ontem? Só aquela estação, e justamente aquela plataforma, ter desabado tão perfeitamente assim...
— Se não foi um terremoto, então ── uma construção malfeita?
— Quem sabe? Mas ultimamente tem acontecido muito esse tipo de acidente... Já foi o sexto, se não me engano, não?
Noélle estendeu a mão para o jornal pendurado na estante mais próxima. A primeira página inteira tratava da tragédia da noite passada. No entanto, o que seus dedos esguios apontaram não foi o artigo que relatava o acidente em tom histérico, mas sim os cinco nomes de construções listados ao final.
— Isso tudo aconteceu mesmo? Cinco casos em duas semanas... não, incluindo o de ontem, já são seis? Mesmo levando em conta que é uma cidade antiga, não é demais?
— Você também achou estranho? Eu também pensei o mesmo e resolvi investigar um pouco. E então descobri algo interessante.
Ao descruzar e cruzar as pernas que se estendiam com elegância para fora da saia justa, a ex-executora destacada apoiou o cotovelo sobre a mesa. Fitando Abel de baixo para cima, disse:
— Esses cinco prédios, todos tinham alguma relação ruim com a Domènec Pharmaceuticals. Como o laboratório de uma empresa rival, ou a casa de um político que tentava abrir uma investigação... Não acha estranho demais para ser só acidente?
— ......Ou seja, não são acidentes, mas crimes?
— Algo assim.
Inclinado levemente a cabeça apoiada sobre os dedos entrelaçados, Noélle assentiu. Em um tom incomumente hesitante para ela, murmurou consigo mesma.
— Mas, se for mesmo um crime... qual teria sido o método? Não há vestígios de explosivos, tampouco foi um terremoto. Derrubar um edifício tão grande assim...
— E quanto ao culpado? O mais suspeito seria Barrie, mas esse mesmo Barrie morreu ontem.
— Aí está o problema...
Era exatamente o que queria ouvir ── como se concordasse com a suspeita de seu antigo colega, a freira balançou a cabeça. E, aproveitando o gesto, colocou na língua uma sugestão.
— Então, sabe... eu estava pensando em dar uma passada na empresa agora. Se eu vasculhar a sala do presidente, talvez apareça alguma coisa.
— Tem certeza de que é seguro?
Com uma expressão que não demonstrava muito interesse na ação, Abel inclinou levemente a cabeça.
— Se Barrie estiver envolvido em algo estranho...
— Se ele realmente estiver metido em alguma coisa suspeita, então justamente por isso é que temos de expor, não? Por que acha que eu e você viemos até aqui para investigar, afinal?
— Haa... bem...
Era um argumento válido. Contudo, Abel ainda não parecia querer largar a mordida e insistiu.
— Está bem, então eu irei visitar a empresa. Se for assim...
— Se você ficar vagando pela empresa, vai chamar atenção, não acha? Já eu, ninguém ocioso se dará ao trabalho de reparar, não importa onde eu esteja. É bem mais seguro do que ter um padre esquisito perambulando por aí.
— Entendo, mas mesmo assim...
— Você continua o mesmo preocupado de sempre, não é, Abel-kun?
Uma mão pálida se estendeu suavemente e acariciou os cabelos prateados do padre. Ao erguer o olhar, sem perceber, encontrou olhos negros que sorriam ligeiramente melancólicos.
— Você sempre se preocupa com os outros desse jeito. Desde quando eu estava lá por perto, já era assim, não é? Você acaba carregando nos braços o peso e a dor dos outros. No entanto, a sua própria dor, nunca a mostra para ninguém... Será que não consegue confiar tanto assim nas pessoas ao seu redor?
— Na-não é nada disso! Ah, veja, eu sou do tipo que não se preocupa muito. Se começo a pensar em coisas complicadas, sabe, eu acabo até pegando febre por esforço mental...
— Olha só, até agora você está dizendo essas coisas só para disfarçar. No fundo, está morrendo de preocupação com a estação, não é? Que aquilo não seja só um acidente, mas algum tipo de crime — talvez até um ato terrorista para apagar o Barrie.
— ............
— Sabia... logo deixa transparecer no rosto.
Noélle cutucou de leve a testa de Abel, que havia fechado os lábios e se calado, e voltou a sorrir. Já não havia ali o estranho tom de tristeza de instantes atrás. Seu sorriso despreocupado era como o de uma irmã mais velha provocando o irmão mais novo atrapalhado.
— Desse jeito, acabar carregando tudo e mais um pouco sozinho, absolutamente eu acho que não é bom. À sua volta tem muitas pessoas, não tem? Você devia confiar mais nessas pessoas. Como Caterina-sama, Kate, o Tres-kun... Ah, falando nisso, aquele padre tarado ainda está vivo?
— Se está falando do Leon-san? Sim, ele continua firme e forte na prisão.
— Que resistente, não? Aquele cara, no meio da confusão de uma missão, chegou a tocar nos meus seios... O único arrependimento da minha época ativa é não ter rachado a cabeça dele.
Fazendo um beicinho de modo irritado, Noélle lançou um olhar fulminante em direção a Roma. Nesse exato momento, talvez alguém estivesse tendo uma crise de asma dentro da prisão.
— Ora, veja só. Já está tão tarde assim... Bom, então acho que vou indo. Não se preocupe, está tudo bem. Se acontecer algo, entrarei em contato imediatamente pelo rádio.
— ...Ah, hum!
— Hum? O que foi?
Noélle, que havia se levantado com a bolsa em uma das mãos, virou-se. Para aquele rosto pálido, Abel abria e fechava a boca como um peixe sem ar.
— Ah... obrigado, Noélle-san.
— Por isso que eu digo: não é bom ficar agradecendo de forma tão formal. Não pode falar algo como ‘Certo, deixo com você’? Você é um homem, não é?
— C-certo, deixo com você.
— Isso, muito bem.
A Irmã riu suavemente e levou um dedo aos lábios. Quando se pensou que ela fosse atirar um beijo, em vez disso, o dedo que se estendeu por sobre a mesa tocou diretamente os lábios de Abel.
— ...Até mais, Abel-kun. Te vejo depois.
Depois de lançar um sorriso travesso ao padre, que ficara paralisado de boca aberta, Noélle rapidamente se virou. Com a expressão de uma competente mulher de carreira, revestindo-se de sua beleza como uma armadura, saiu do restaurante em passos ritmados. O padre, com um semblante como se tivesse pegado um resfriado, acompanhou com o olhar aquela silhueta graciosa que se afastava—
— Uma bela Fräulein (dama), não é mesmo...? Seria por acaso sua amante, Pater (Padre)?
— Heah!?
De súbito alguém lhe dirigiu a palavra, e ele se virou apressado para trás. Voltado para o seu rosto, ouviu:
— “Uma mulher que abriga a paixão torna-se forte como o bronze” ─ Balzac. Não, as mulheres de Barcelona são passionais. E, além disso, belas.
Quem lhe dirigia um sorriso calmo era um homem sentado no assento logo atrás dele.
Desde quando ele estava ali? Apesar do traje impecável como os de luto, dos longos cabelos negros que desciam até a cintura e do cigarro fino (cigarilha) como uma agulha entre os dedos — apesar dessa combinação tão marcante —, não o havia notado de forma alguma. Atônito, Abel tentou devolver um cumprimento apressado, mas aquele rosto não lhe era nada familiar.
— Ahm... nós já nos vimos em algum lugar?
— Ah, perdoe-me. Não, esta é a primeira vez que nos encontramos.
Mantendo em seu rosto perspicaz um sorriso intelectual, o homem fez uma reverência respeitosa.
— Na verdade, o rosto do senhor Páter me lembrou muito o de um conhecido. Por isso acabei falando de maneira um tanto íntima demais. Peço humildemente que releve minha descortesia.
— Ah... hã, o senhor é um turista?
— Nein (não), estou a trabalho. Na verdade, sou encarregado dos adereços de um pequeno grupo teatral, e desta vez teremos uma apresentação em Roma. Então pensei em verificar antes o estado dos cenários e vim até esta cidade... O clima e o relevo daqui lembram bastante os de Roma. É o lugar perfeito para ensaiar.
— Aah, entendo.
A carteira de um padre itinerante não podia, de modo algum, suportar luxos culturais como assistir a uma peça de teatro. Por isso, a Abel só restava fingir concordar com um aceno de cabeça. O homem, sem dar sinais de perceber a falta de sinceridade de seu interlocutor, prosseguia a conversa com familiaridade.
— Aliás, sobre a conversa que teve há pouco com aquela Fräulein... a teoria de crime por trás do desabamento, aquilo foi bem interessante. Perdão, acabei ouvindo sem querer. Ah, sim. Se não se importar, poderia deixar que eu usasse essa ideia em um dos roteiros da nossa companhia de teatro?
— Ah, não, aquilo não passa de uma história tola. Por favor, não dê importância.
— Não, independentemente de ser verdade ou não, foi uma história muito instigante, que desperta a criatividade. Só que, se for adotar essa teoria criminosa como enredo, será necessário pensar em um método convincente para o público. Como fazer um prédio desmoronar sem recorrer a explosivos...
O homem fez uma pausa nas palavras e bateu o cinzeiro com o charuto fino (cigarrilha) que fumava. Sobre a mesa diante dele não havia nem comida, nem chá. Muito menos, nem mesmo o menu havia sido trazido. Então, por que será que as garçonetes não se aproximavam de modo algum?
— É mesmo... por exemplo, e se fosse o senhor, padre, o que faria?
— Eh... bem... disparar um canhão de fora, talvez?
— Hum. Mas em uma cidade tão apertada assim, conseguiria atingir só o prédio certo?
— Se fosse de um lugar alto... tipo uma colina ou uma montanha...
— Está seguindo uma boa linha de raciocínio.. mas poderia, por favor, dar uma olhada nisto, Padre Nightroad?
Enquanto falava, o homem estendeu um mapa. Era um mapa turístico de Barcelona, que poderia ser comprado em qualquer lugar da cidade. Entre o desenho chamativo, seis estrelas vermelhas estavam marcadas em tinta.
— Estes são os seis locais dos incidentes. É verdade que Barcelona está cercada por colinas, mas todos os locais ficam no centro da cidade. Mesmo que se instalassem canhões nas colinas, seria difícil efetuar os disparos.
— ............
Abel olhou o mapa fixamente.
O homem tinha razão. De fato, de quaisquer dos montes, alvejar os seis pontos era impossível.
— ... Não, os disparos não precisam ser necessariamente de uma colina, certo? Se for de um prédio alto...
Como se tivesse tomado um choque, Abel olhou para trás, em direção a uma parte deserta da cidade, ao pé da colina.
Aquele lugar era conhecido como o Distrito Fechado. Outrora o centro desta cidade, mas após o “Grande Cataclismo (Armagedon)”, jamais recebeu esforços de reconstrução e acabou por ser selado. Agora, aquele quarteirão abandonado afundava em escuridão sob o sol que começava a se inclinar.
E bem no centro, erguia-se uma estrutura colossal, estranha, como se fosse formada pela junção de inúmeras torres pontiagudas—
— De lá, seria possível realizar disparos de qualquer lugar! Ah, mas... não encontraram nenhum projétil no local do acidente. A teoria do atirador, então... hum? Espere um pouco, por favor? Você, por que sabe o meu nome?
O semblante de Abel, ao se virar mais uma vez, escureceu.
Do cinzeiro, uma fumaça roxa ainda se erguia.
No entanto, a figura do homem não estava em lugar algum.
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Créditos da tradução:
Lutie (◕‿◕✿)








