Esfregou suas mãos, soprando um bafo quente nelas, a fim de que não senti-se a ponta de seus dedos congelarem, novamente. Aquela sensação lhe era familiar, tanto que a morena teve uma leve dor de cabeça. Novamente buscou o celular em sua bolsa, olhando o endereço que tinha anotado em seu bloco. Ergueu a cabeça e varreu a rua, enquanto procurava o local correto. Demorou mais alguns minutos para que pudesse estar no seu destino. Encarou a campainha, como se fosse algo temível, porém, tocou-a. Abraçou o próprio corpo, encarando a porta. Deu um pequeno sorriso quando viu a morena, começando uma explicação enrolada. “Ahn, desculpe.. E-eu sei que nem devia estar aqui, mas não sei mais com... Ah, eu quero saber se a gente pode conversar sobre algumas coisas. E eu tinha o seu endereço no meu celular...” @rcvenna