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relativismo e respeito
No dia a dia, temos uma tendência muito forte de achar que tudo que é bom para nós é bom para os outros, e o caminho inverso também.
Nascemos com a genética diferente, somos educados de formas diferentes, em contextos sociais, financeiros, culturais, com gostos e prazeres diferentes. O que te faz pensar então que o melhor para você é o melhor para mim, ou que aquilo que não te serve, não me fará bem?
Quando nascemos, trazemos conosco um código genético que irá trazer certas características. Ao longo de nosso desenvolvimento somos alimentados de forma diferente, com hábitos diferentes. Uns conseguem manter mais atenção, outros preferem dormir mais, eu gosto de doces, você de salgado..... aí vamos complicando um pouco mais... somos inseridos em grupos diferentes, com pais diferentes e formas de educar completamente distintas. Pais mais protetores, mais liberais, mais rígidos, uns levam umas boas palmadas, outros convivem com agressões e alcoolismo.
Vamos criando assim, junto com as nossas diferenças genéticas, gostos e medos, provações com desgostos e prazeres. Isso já não é o suficiente para sermos diferentes?
Como se isso não fosse o suficiente, nascemos em países diferentes, com regras de comportamento e do que é aceito ou não também bastante distintas. E quem é que foi que disse que o contexto cultural que eu estou inserido é melhor ou pior que o seu? Não seria melhor dizer que são simplesmente diferentes?
Colocamos então uma pitada a mais de tempero: a religião. Umas castradoras e outras que te libertam de tudo (Deus te perdoa!).
Não acha que temos motivos demais para sermos diferentes? Que tal nos respeitarmos como seres diferentes que somos então? Eu pego o que é bom pra mim e respeito o que você acha que é bom para você.... aquilo que não me serve, eu descarto e você respeita, assim como eu irei respeitar aquilo que você descartou e que pode ser importante para mim.
O espaço do outro deve ser tolerado e visto como algo que diz respeito a ele. Não precisa fazer sentido para mim. O meu espaço e os meus gostos devem ser respeitados. Não vou fazer com alguém o que não desejo para mim. Eu quero respeito e quero poder ser feliz com o que me faz bem, desde, é claro, que eu não esteja prejudicando ninguém. O que você deseja para você é problema seu, com o devido respeito. Como amigo, só posso oferecer o ombro se algo der errado. Dizer “eu te disse, não disse?” resolve os problemas? você gosta de ouvir isso? não dê conselhos... dê um abraço.
E como tudo isso é muito relativo, o bom e o mal, e os lindos conselhos que muitas vezes, além de inúteis, nem mesmo nós os seguimos, vamos praticar o respeito ao outro e suas diferenças. Isso sim é o que há! Respeitar a nós mesmos é mais que fundamental e mandatório.
Boa noite a todos.
Los relativos en español: cuáles son y cómo se usan
Los relativos en español: cuáles son y cómo se usan
Son relativos en la lengua española los pronombres que, el que, el cual y quien, así como el adjetivo cuyo, con sus variantes de género y número, y los adverbios donde, cuando, cuanto y como.
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RELATIVOS
Completa los fragmentos con una de las siguientes estructuras de relativo:
Sea como sea / cueste lo que cueste / hagas lo que hagas / sea lo que sea / diga lo que diga
He oído a varias personas dar en la diana en programas radiofónicos o en tertulias…
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