Ana tinha o poder de me embalar nos olhos, é por isso que eu preciso falar sobre ela. Preciso descrevê-la.
Todas as vezes que o universo é recriado ela ri, e mesmo que eu sinta tudo de cabeça para baixo, me sinto confortável ali. Ana coloca tudo a perder, como um impulso neural involuntário. Mas quando eu me perdi, percebi, nem precisava de nada a não ser dela aqui.
Seus olhos pulsavam Sua pele enxergava Seus sentidos invertidos.
Ribossomos sobre Ana, meu pequeno caleidoscópio descontrolado.










