seen from Bolivia
seen from India
seen from United States
seen from Bolivia
seen from Chile
seen from Canada

seen from Russia
seen from Bangladesh
seen from Russia

seen from United Kingdom

seen from Algeria

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from France
seen from United States
seen from Türkiye
seen from Pakistan
seen from Malaysia

seen from Belize

seen from Brazil
laughing to this
RXK
#FREEPAP
𝑨𝒍𝒍 𝒎𝒚 𝒐𝒑𝒑𝒔'𝒍𝒍 𝒈𝒆𝒕 𝒔𝒐𝒎𝒆 𝒍𝒊𝒌𝒆𝒔
𝒀𝒐𝒖 𝒈𝒐𝒏𝒏𝒂 𝒃𝒆 𝒅𝒆𝒂𝒅 𝒂𝒏𝒅 𝑰'𝒎𝒎𝒂 𝒍𝒊𝒌𝒆 𝒊𝒕
𝑺𝒆𝒆 𝒎𝒚 𝒐𝒑𝒑 𝒅𝒆𝒂𝒅, 𝒉𝒊𝒕 𝒕𝒉𝒆 𝒍𝒊𝒌𝒆 𝒃𝒖𝒕𝒕𝒐𝒏
𝑴𝒂𝒕𝒕𝒆𝒓 𝒇𝒂𝒄𝒕, 𝑰'𝒎𝒎𝒂 𝒉𝒊𝒕 𝒕𝒉𝒆 𝒉𝒆𝒂𝒓𝒕 𝒃𝒖𝒕𝒕𝒐𝒏
𝑺𝒆𝒆 𝒎𝒚 𝒐𝒑𝒑 𝒅𝒆𝒂𝒅, 𝒑𝒖𝒕 𝒉𝒆𝒂𝒓𝒕 𝒆𝒚𝒆𝒔
𝑮𝒆𝒏𝒖𝒊𝒏𝒆𝒍𝒚 𝒉𝒂𝒑𝒑𝒚 𝒕𝒉𝒂𝒕 𝒕𝒉𝒆𝒚 𝒅𝒊𝒆𝒅
𝑰 𝒃𝒐𝒖𝒈𝒉𝒕 𝒂 𝒃𝒐𝒕𝒕𝒍𝒆 𝒘𝒉𝒆𝒏 𝒕𝒉𝒆𝒚 𝒅𝒊𝒆𝒅
𝑯𝒆𝒂𝒓𝒅 𝒕𝒉𝒆 𝒐𝒑𝒑 𝒅𝒊𝒆𝒅, 𝒔𝒐 𝒘𝒉𝒂𝒕?
𝑰 𝒈𝒐𝒕 𝒂 𝒃𝒐𝒕𝒕𝒍𝒆 𝒂𝒏𝒅 𝒓𝒐𝒍𝒍𝒆𝒅 𝒖𝒑
𝑯𝒊𝒈𝒉 𝒇𝒊𝒗𝒆 𝒕𝒉𝒆 𝒃𝒓𝒐 𝒍𝒊𝒌𝒆 𝒕𝒉𝒂𝒕'𝒔 𝒘𝒉𝒂𝒕'𝒔 𝒖𝒑
— Pra onde você vai vestido desse jeito?
Bebericadas na caneca de café interrompidas, Raven olhou para baixo, tentando descobrir se havia alguma coisa diferente de como se viu no espelho cinco minutos atrás. Confuso, a resposta veio no mesmo tom da pergunta:
— Trabalhar?
Era o primeiro dia de aulas depois das férias, e o tempo tratava de começar a esfriar, a preparação para o outono. Antes disso, fim de trimestre caótico e daí a quentura do verão. Kalfr já devia estar começando a se esquecer como seu esposo se parecia quando ele queria parecer um professor respeitável. De preto da cabeça aos pés, as mangas da camisa foram roladas até os cotovelos, mostrando antebraços com pelos escuros, e a elegância da calça social era interrompida quando a vista chegava nos coturnos velhos e pesados. Reluzia a fivela do cinto vintage que lhe deu de presente nem fazia tanto tempo, no dia dos namorados. Talvez se o caimento das peças fosse menos lisonjeiro, não teria feito aquela pergunta.
Kalfr assistiu seu esposo tirar mais alguns pelos de cachorro da camisa.
— Pois fique já sabendo que ninguém vai prestar atenção na sua aula.
— Eles não são como você. A gente se vê de que horas?
— Só antes do turno da tarde começar — fez uma careta. — Puta merda, sério. Esse horário ficou uma bagunça.
— E isso é tudo culpa do Morton.
Sabendo que os minutos corriam para a saída do outro, Kalfr pensou vagamente que bastaria ele se ajoelhar no chão, segurar no cinto e olhar para cima, que ele já estaria meio caminho andado para o sucesso. Raven tinha um sério problema de não conseguir resistir a ele. Seria rápido; com sorte, ele nem chegaria tão atrasado para a primeira aula. E então Kalfr não precisaria passar sua manhã livre pensando no que queria ter feito.
Mas Raven checou o relógio da cozinha, declarou estar em cima da hora e de repente estava indo embora com um selinho de despedida. No resto desse dia, quando Kalfr tinha um pequeno espaço de tempo para se entediar, vinha a sua mente um brilho, uma serpente prateada se retorcendo em fivela. E a certeza de que colocaria as mãos nela assim que chegassem juntos em casa.