O dia do amor sempre foi algo esquecido por Ryuk, afinal passou tanto tempo direcionando seu amor a deuses que esqueceu que os meros mortais também amam outros meros mortais. Mesmo que esse ano o evento tivesse trazido brilho aos seus olhos, nada havia mudado em sua vida romântica.
Ryuk continuava solitário, mas queria fazer todas as baboseiras, mesmo que sozinho. O mesmo segurava sua lanterna em mãos, tentando entender como funcionava aquela coisa, sua atenção desviou do objeto ao ouvir alguém rir de sua atrapalhação. - Será que você pode me ajudar? - perguntou com a bochecha corada pela vergonha de ser flagrado na luta conta a lanterna.









