Harry won three SEC awards 2021:
Best International Male Artist of the Year
Best International Song of the Year - Watermelon Sugar
Best Fandom of the Year
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Harry won three SEC awards 2021:
Best International Male Artist of the Year
Best International Song of the Year - Watermelon Sugar
Best Fandom of the Year
San Marino bitchhhhhhh
😂 boa noite ❤️ #almavelha #alma #almaleve #almas #sec21 #boanoite #tw
ey yo watch this shit and feel the energy
#1 - Beeing Book
Eu nem acredito que o meu primeiro post sobre livros e o primeiro post do blog, será sobre esse livro. Sim, é um livro muito especial. Ainda mais para quem gosta de um suspense e investigação (muito eu). Estou falando de ‘OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES’, em inglês: ‘THE GIRL WITH THE DRAGON TATTOO’.
Eu li esse livro em quatro dias e eu não conseguia parar de lê-lo. Desde o começo eu via que não era um livro qualquer, tinha uma mensagem ali. E eu sempre soube que ele iria me agarrar e não iria me deixar. Acho que foi por isso que eu demorei tanto tempo para tirá-lo da minha estante - mais de um ano. Para ser sincera, eu tenho certo medo de livros que me prendem desse modo, pois, eu sei que o próximo livro que eu for ler, vai ser decepcionante. É sempre assim comigo. Mas, como eu não leio uma trilogia ou uma série tudo de uma vez, eu não estou lendo o segundo livro e espero ler uns cinco livros antes de ler o segundo livro.
Antes de qualquer coisa, eu gostei demais da personagem Lisbeth Salander e eu acho que ela virou minha personagem favorita. Sério. Mesmo que ás vezes eu tinha vontade de bater nela e dizer para ela não ser tão grossa com o Mikael, eu amava ela. Eu adorava os capítulos dela, e, de um forma estranha, eu amei o jeito dela. Eu acho que Stieg Larsson, o autor, criou personagens tão fortes, que eu sinto tristeza em lembrar que eles não existem de verdade. Machuca.
Essa foto mostra o estilo de Salander de se vestir, e, pelo o olhar dela, já dá para captar um pouco o jeito dela. Essa foto foi tirada da adaptação do livro dirigida por David Finsher (<3) e estrelado por Daniel Craig como Mikael Blomkvist e Rooney Mara como Lisbeth Salander. Eu devo admitir que a primeira coisa que eu quis fazer depois de ler o livro, foi ver o filme. Então, eu corri no Netflix e assistir. Eu gostei muito! David Finsher é, para mim, um gênio e eu adoro os filmes dele. E eu amei a adaptação que ele fez. Sim, é diferente. Há muitas coisas diferentes no filme, como o Harald Vanger, que parece ser até um pouco simpático com o Mikael, coisa que no livro não é de modo algum. O relacionamento de Mikael e Cecilia Vanger (que eu gostei até ela ficar cheia de mimimi) foi apagado, não há nada sobre isso no filme. O jeito como Mikael fez com que a Millennium voltasse á ativa. O jeito... Chega! Não vou falar mais, se não eu teria que colocar muitos spoilers aqui e eu não quero isso. Mas, o eu queria mesmo dizer aqui é que eu amei como Rooney Mara fez Lisbeth. Foi perfeito! E eu sempre vejo Mara quando penso em Lisbeth.
Eu nem sei como começar á explicar esse livro. Mas tentando resumir (e eu sou péssima nisso), aqui vai:
MIkael Blomkvist é um jornalista econômico e editor da revista Millennium. O livro começa retratando a perda de Mikael na justiça após ser julgado por difamação de um empresário sueco. Então, é surpreendente quando o advogado de Henrik Vanger o chama para Hedestad, afim de usá-lo á seus serviços. Henrik Vanger quer que Mikael escreva uma crônica da família Vanger, mas a razão disso tudo é para encobrir o que ele realmente quer, que é descobrir o que aconteceu com a sua sobrinha, Harriet que está desaparecida desde 1966, ou melhor: quem da família Vanger a assassinou. Mikael é um personagem teimoso, ético e nada moralista, mas ele acaba aceitando o caso após uma oferta irrecusável.
Lisbeth Salander é uma hacker excepcional e, segundo o governo Sueco, com problemas mentais. Mas, conforme você vai lendo o livro, você chega á conclusão que Salander é diferente, mas não anormal. Talvez por isso ela seja tão cativante. Ela é encarregada de investigar sobre Mikael (o que ela faz com extremos detalhes, o que, depois, acaba deixando Mikael boquiaberto). Salander acaba passando por momentos difíceis no decorrer do livro, mas acaba tratando disso de uma forma excepcional e assustadora.
A investigação de Mikael e o dom de Salander, acaba juntando esses dois personagens que mexem com a cabeça de qualquer um que se dispõem em ler o livro. Quando eles viram ‘parceiros’, é que as coisas começam á esquentar no livro. Mikael é, por pouco, baleado e Salander ajuda-o em pistas que levam ao possível assassino...
Outra informação: o livro crítica o machismo e nossa personagem mais forte (minha opinião) é feminista. Eu simplesmente amo esse tipo de livro. E o que eu amei bastante no livro também, foi o modo como Larsson criou um personagem masculino que ama as mulheres. Esse livro entra para a lista de livro que ‘toda a feminista ou anti-machista deveria ler’.
Há muita coisa que eu queria escrever sobre esse livro, mas se eu falar mais, eu acho que eu entregarei demais a história. Se você gostou do que eu disse (ou talvez não), compre esse livro, leia ele, devore ele! Então, aí, você vai entender o que eu quero dizer.
Devo acrescentar também, que o livro é bem detalhado. O que para algumas pessoas pode se tornar cansativo, mas para pessoas, como eu, é música para os ouvidos.
Divirta-se com ele, e quem sabe você irá encontrar o seu personagem favorito nesse livro, assim como aconteceu comigo.
Se você leu o livro, e quiser conversar comigo sobre ele, você pode me perguntar lá no ASK. E se você não leu o livro, e quiser mais detalhes, assim como spoilers, também fique a vontade no ASK. Ou seja, qualquer coisa, clique em ‘ask-me’ ali em cima. Se gostou do post, dê o like, repost e copie o texto se quiser, mas dê os créditos.
Até a próxima,
Bee.
Pleno século XXI e ainda escrevo 21 em algarismos romanos...
Pleno século XXI e ainda não inventaram um jeito de enviar pessoas por SMS.