E com a última nota lançada, posso dizer: 100% de Direito concluído com sucesso! #Acabou #SemFinal #SemDp #BacharelEmDireito #VemFormatura #VemJaneiro #Vem2017 #NovasMetas ✔🎓❤ (em FDSM Direito Pouso Alegre)

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OMG GUYS I AM CRYING!!!! WE DID IT YESSSSS! CHELSEAAA!
um conto ainda não terminado...
Olá, me chamo Sr. Raposa, você deve se perguntar o por que desse nome, e eu lhes digo, gosto de jogos, gosto do anonimato e hoje quero contar uma experiência vivida a algum tempo, então vamos fazer assim, eu não falo o meu nome e você não me fala o seu, apenas te conto essa história e depois você pode ir embora... Tudo começa em uma tarde de quinta feira, dia comum, final de mais um dia de trabalho, resolvo sair para beber uma bebida quente e comer algo diferente, fugir da rotina (só não esperava que seria tanto). Sentado em uma cafeteria no centro da cidade, 18 horas ou um pouco mais, não me recordo ao certo, por do sol se aproximando, minha mesa é para dois lugares, pedi um capuccino. Até agora não consigo tirar essa cena da minha mente. Pele branca, ruiva (acho que era natural), belos olhos verdes que pareciam duas esmeraldas, tão penetrantes que seria capaz de hipnotizar (acho que aconteceu comigo), enfim vamos voltar a ela, (vamos chama-la de Srt. cereja), ela tinha uma pela branca, cabelos até a cintura, nariz pequeno e fino, boca mediana com um batom claro, nada muito chamativo, já que seus olhos e cabelos ruivos faziam esse papel. Ela foi ao balcão pediu alguma coisa. Recebeu o troco do seu café, e quando se dirigia a porta para voltar ao seu mundo algo aconteceu e se eu acreditasse em Destino, diria que teve um dedinho dele nisso tudo. Uma chuva de fim de tarde começou a cair, leve e logo depois ficando intensa, deixando o ambiente frio, e isso era perfeito em uma cafeteria, Ela olhou para as meses e a maioria estavam ocupadas algumas com apenas uma pessoa (como eu)... ela simplesmente andou, sentou na minha frente, aqueles olhos verdes me encararam e uma voz doce e com personalidade, com um leve sotaque Inglês. — Olá, eu posso me sentar com você? (ela já havia sentado antes mesmo de falar algo) em um reflexo apenas acenei a cabeça afirmando que sim e sorrindo levemente, ela sorriu de volta. A chuva caia continua e uníssona. Não sei o que me deu na cabeça, não sou de falar com estranho mas algo me impulsionou e pronto, lá estava eu falando. — Oi, me chamo Sr. raposa, eu sei que não nos conhecemos mas gostaria de conversar um pouco? Essa chuva parece demorar e creio que uma boa conversa e um café quente não seriam uma má ideia. Ela disse sim com a cabeça e se apresentou. — Me chamo Srt. Cereja e obrigado pela iniciativa, realmente conversar e me aquecer não seria uma má ideia. Conversamos por uma hora até que a chuva resolveu cessar, cada um comprou outro café afinal depois de uma hora já havíamos bebido em meio a nossa conversa, interessante, resolvemos andar um pouco pela cidade, já era noite e era começo de outono, as folhas estavam começando a cair, amareladas e sem vida, e dava um cenário meio mórbido por onde andávamos, ela usava um caso Beje e eu um moletom preto. Ela contava sobre sua vida, trabalho, gostos de música e até alguns segredos, bobos, mas segredos. Eu apenas sorria e fala algumas coisas, mas nada muito intimo apenas algo pra não deixar ela falando sem parar. Enquanto caminhávamos ela me deu a mãe e andava como uma garota de 15 anos quando está apaixonada, mas ela fazia isso com uma naturalidade que parecia real, era engraçado, porque ela estava fingindo que eramos um casal de namorados, e por acaso ou destino, você escolhe, um amigo meu passou por nós e me perguntou se era minha namorada, antes que pudesse responder ela deu um passo colou o corpo no meu e disse — Sim, eu sou a namorada dele, se apresentou e sorriu, me abraçou forte e me deu um beijo na boca, e uma piscada, daquelas de quando se combina uma pegadinha contra um amigo... Ele se foi, eu a olhei e não precisei falar nada, ela sabia o que eu queria saber e me disse, — Eu sou uma ótima atriz, não acha? Ele acreditou e caiu direitinho, e pra ser sincera, até que faríamos uma boa dupla se você não fosse um estranho para mim, e vice-versa. Não sei o porquê, mas eu sorri dei a mão pra ela e voltei a caminhar, sorrindo. Caminhamos por mais uma meia hora, rindo e conversando, já me sentia mais livre e a vontade com ela. (vocês devem estar se perguntando, como alguém mal conhece outra pessoa e saem para caminhar e dar uma volta pela cidade, pois é, eu não sei também e até agora me pergunto sobre isso, mas acho que não é isso que você quer se ater, certo?) Como estávamos perto da sua casa, resolvi deixa-la até a porta e seguir andando até a minha, já que não era tão longe assim. Ela morava em um apartamento. parados na frente do "apê" dela, conversaram por mais um tempo, Coisas como trabalho, e o que faziam nos finais de semana, e algo na minha cabeça aumentava, enquanto ela falava eu sempre encarava seus lábios, e realmente era isso que você está pensando eu queria beija-la, aquele beijo de mentira, foi bom, então como seria um de verdade? e isso não saia da minha cabeça, mas o que se passava na dela? É agora que a história começa realmente e fica boa, pelo menos é o que eu creio. Ela calou a boca olhou para mim com aqueles belos olhos verdes e disse algo que mudaria minha noite, como nenhuma outra noite da minha vida até aquele dia. — Quer subir e Transar? Na mesma hora eu me engasguei e comecei a tossir forte e descompassadamente, e quando melhorei, apenas conseguia ver ela caindo em gargalhadas e dizendo que era brincadeira. Não sei o que me deu, e até hoje me pergunto por que fiz aquilo, simplesmente parei a olhei nos olhos, a puxei para perto de mim, coloquei uma mão na sua costas na altura da cintura e a outra na sua nuca, puxei e beijei, não pensei apenas fiz. Ela sorriu com o canto da boca, mas foi um sorriso com malicia de alguém que esperava por aquilo, pegou a minha mão, não olhou para trás me puxou, subimos 4 lances de escadas, calados, um silêncio que parecia inacabável, até que ela puxou as chaves do casaco abriu a porta e me puxou para dentro e trancou a porta... sem dizer nada, sempre calada, apenas com um leve sorriso, ela me guiou até o quarto. (nota: isso é o "rascunho" do que possivelmente se torne um texto/conto.... ele não tem fim.