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What separated parents need to include in a Parenting Plan to reduce conflict and support their children.
New on the blog → What to Include in a Parenting Plan After Separation
“Children need clarity, consistency and reassurance.”
A well-thought-out Parenting Plan can help you agree practical child arrangements, from weekly routines and holidays to communication and decision-making.
It’s not about winning. It’s about creating a stable plan your children can rely on.
If you’re separating and unsure where to start, this guide explains what to include and why it matters. Read more → https://medium.com/@mediateuk/what-to-include-in-a-parenting-plan-after-separation-a14f617d649f
What the C100 Form really involves, explained simply for parents considering court.
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Applying to court felt overwhelming… especially when faced with the C100 Form.
In our latest blog, we share a real court application journey, breaking down the Form C100 in plain English, what it asks for, and what it means for parents making child arrangements.
“I wish someone had explained this form to me before I started.”
If you’re unsure about the court process or wondering whether mediation is needed first, this one’s for you. Read more → https://medium.com/@mediateuk/the-c100-form-explained-through-my-own-court-application-journey-5e99e6353626
How one quiet evening showed me our children needed calmer conversations than we were having.
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Co-parenting after separation isn’t always easy — but it can get better. In our latest blog, one parent shares how family mediation helped rebuild communication and agree child arrangements without conflict.
A gentle, honest read about finding a calmer way forward after separation. Read more → https://medium.com/@thedivorcecircle/how-we-saved-our-co-parenting-relationship-through-mediation-42570d27527c
The festive season should be a time of joy — but for separated parents, it can quickly become one of the hardest parts of the year. Who…
The holidays can be tricky for separated parents. Our latest blog shares simple, practical ways to agree on Christmas arrangements that keep things calm and child-focused. From creating a clear Parenting Plan to using family mediation for smoother communication, we explore how to make Christmas special for everyone — especially the children. ✨ Read more → https://medium.com/@mediateuk/how-separated-parents-can-share-christmas-in-2025-without-the-stress-83ebab1371a4
Esqueletos...
O diabo seja cego, surdo e mudo... mas parece coisa dele tudo o que me tem acontecido. Todos estes gajos a aparecerem de repente de novo na minha vida. Agora foi o pai da Laura que de repente, ou despropositadamente ou de alguma forma arranjado por ele e mais alguém, cruza mo nos com ele. O medo, a ansiedade que se criou em mim, não por causa dele, porque ultrapassei a muitíssimo tempo a relação que um dia tivemos, mas por causa da LAURA. Não sabia o que fazer o que dizer se ele por alguma razão e estúpida razão decidisse, se chegar a ela e falar com ela. O que passaria na cabecinha dela. Daí que eu acabei por dizer quem era aquela pessoa e pedir a ela para se comportar, porque por muito que o feitio dela seja parecido ao dele, ele nunca admitiu que a maneira dele ser era um tanto chata, nem admitir claro que se acha mais que todos, porque nunca ninguém admite isso. Humilde para mim não é quem se gaba por ser humilde e de humilde ele nunca teve nada, e sim um Ego imensamente inchado a transbordar para cima das pessoas que o rodeiam. A liberdade termina na fronteira em que começa a liberdade do próximo. Se ele fosse falar com ela e ela reagisse como costuma com pessoas estranhas, o que não seria de mim depois para andar na boca dele, e da mulher dele e da mãe que eu eduquei mal a filha dele, a quem ele nunca se preocupou nem ajudou em momento algum da vida. Após seguirmos o nosso caminho para o que íamos fazer, pensei que ele seguiria a sua vida porque parecia estar a espera de que alguém o fosse buscar, mas afinal, sem eu o ver, ele foi capaz de voltar, para e ficar especado a olhar para a miúda, cara a cara, sem reação nenhuma. Diz ela que ele nem um sorriso esboçou. Segundo ela, apenas olhou no fundo dos olhos dela. Isso é só para a confundir. Além do mais iludir ela, porque ela ainda me questionou se ele agora teria emprego, porque sempre comentei que ele nunca me tinha ajudado porque não tinha, nem procurava emprego e porque ele tinha tido um acidente e que devido a isso não se preocupava em procurar emprego, mas na mesma ele mesmo sem emprego nunca andou mal vestido, aliás depois de nos separarmos ele começou a comprar imensa roupa, andava sempre com roupa nova, de marca, óculos de marca e ele estava de cabelo acabado de cortar por isso parecia alguém, como sempre pareceu, que tem a sua vida bem composta que trabalha com afinco e que possui as suas coisas, quando na verdade não se trata bem disso. Trata-se tudo de fachada e aparências. Dou graças a Deus de a miúda ainda ter um pouco de discernimento e me dizer que pai não é ele que pai é o Ricardo que cuida e ajuda dela e de mim.
É minha filha, mas, eu nunca, mas nunca a perdoaria se em algum momento da vida ela decidisse ter uma relação de pai e filha com o progenitor embora seja direito dela, não porque tenho ódio ou raiva contra ele, mas porque durante 9 meses, a preocupação dele para com o bem-estar dela na barriga, o bem-estar dela após nascer e tudo o que era necessário para ela, foi nenhuma. Nenhuma preocupação e eu com 19 anos tive de me preocupar com enxoval, com medicação, com consultas, com exames, com tudo e mais alguma coisa. Enquanto ele apenas via o tempo passar e tomava zero iniciativa para fazer parte da vida dela. Ela não se lembra, óbvio que não. Apenas neste sábado a que conheceu o pai assim, mas de longe, porque até nisso ele foi cobarde. Se calhar ele pensa que eu nunca na vida diria a ela quem ele é ou que mentiria sobre o pai biológico ser o Ricardo. Nunca o fiz. Se pensei? Pensei muitas vezes, porque quem faz o papel é o Ricardo. Se é o melhor do mundo a fazer esse papel? É, porque sei que se ele poder não deixa faltar nada a ela e tem imensa paciência gigante por exemplo, coisa que eu não tenho, para se sentar e ajuda-la nos trabalhos de casa e afins. Ele não é perfeito, tem muitos defeitos mas não me deixou na rua enquanto que o Sidónio, no dia em que eu saí da casa dele, não saí terminando tudo com ele. Saí para ir para a casa da minha mãe e se ele gostasse realmente de mim teria ido comigo. Quando eu saí da casa da minha mãe, com uma bolsa e uma mala pequena. O Ricardo agarrou nos e deu-nos guarida, não esperou três dias para então decidir que me queria perto dele. Devo tanto ao Ricardo e à família, no fundo por tudo o que fazem por mim e pela Laura. Porque fazem mais do que a minha família de sangue. A mãe do Ricardo para mim é como uma mãe. E é a pessoa pela qual mais agradeço tudo o que fez e faz por mim e pelas minhas filhas. Por todas as vezes que me ajuda, que cuida delas, que cuida de mim de que forma seja, de que me ajuda com alguma coisa para o Ricardo, por todas as vezes que se preocupa por o Ricardo me estar a falhar nalguma coisa. As vezes quando me passa na cabeça ir me embora, vêm me ao coração a tristeza que sentirei por não a ter perto como a tenho.
Obrigada ao Universo por tudo o que tens dado. Um pai e um namorado que é a minha vida. Uma família que me ama e umas filhas perfeitas e que fizeste sermos perfeitos uns para os outros. Amen