Job com Fernando Vieira #SEPROR
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Job com Fernando Vieira #SEPROR
Iranduba ganha primeira central de abastecimento
Iranduba ganha primeira central de abastecimento
De acordo com estimativa inicial da Sepror, produtores que atuarão na Central de Abastecimento da Agricultura Familiar do Amazonas deverão movimentar mais de R$ 5 milhões por mês – foto: divulgação/Agecom
A primeira Central de Abastecimento da Agricultura Familiar do Amazonas será inaugurada amanhã (5), no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus), com estimativa inicial de movimentar…
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Sepror e Suframa debatem melhorias para o setor primário
Em reunião nessa segunda-feira (09) na Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Eron Bezerra, secretário da Secretaria de Produção Rural e Abastecimento (Sepror) apresentou a política institucional do órgão. Na oportunidade foram apresentadas possíveis formas de melhoria da vida do homem do campo.
Eron iniciou o debate lembrando-se da importância do incentivo a agricultura no estado do Amazonas “Em média a população do estado consome 1.280 toneladas de alimentos e faz-se necessário que haja um lugar para o cultivo desses alimentos, além da criação de postos de trabalhos para os agricultores locais. O Amazonas fez a opção de não produzir alimentos e investiu no modelo da Zona Franca. Coari, por exemplo, era um grande produtor de banana e hoje não produz mais”. Desmistificou ainda que é necessário desmatar uma grande área para produzir comida. “Aqui, são suficientes 620 mil hectares para produzir o suficiente para alimentar a população do nosso estado, o que equivale a apenas 0,4% do nosso território”.
Para o secretário, o convite da Suframa foi uma chance partilhar as opiniões e aproveitar o balanço comercial positivo que o país vive. Na ocasião aproveitou para apresentar a política da Sepror, que gira em torno do desenvolvimento sustentável, além de fundamentos tais como o policultivo, contemporaneidade científica e tecnológica, eficiência econômica e justiça social. Além de alguns programas desenvolvidos pela secretaria, por exemplo, o aprimoramento legislativo, infraestrutura e apoio sociocultural; além de um dos exemplos mais bem sucedidos de sustentabilidade que é o Bacalhau da Amazônia.
O superintendente da Zona Franca de Manaus, Thomaz Nogueira, apresentou as propostas da autarquia para implementar o primeiro setor tais como: a regularização e reorganização fundiária de áreas consideradas livres, levantamentos, delimitação e acompanhamento dessas áreas bem como a congregação da participação de outras agências de desenvolvimento e assentamento de pequenos agricultores. Na ocasião salientou a capacidade técnica da Sepror quando em visita ao parque de exposições construído no município de Boca do Acre.
Eron Bezerra recebe juiz federal, José Barroso, para debater necessidades do povo amazônico
Em visita a Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), hoje (05), o juiz federal, José Barroso, apresentou o projeto Centro Integrado de Desenvolvimento Regional – os valiosos bonsais da Amazônia, relatou as dificuldades vivenciadas pelos caboclos amazônicos, e sua trajetória de engajamento nas causas sociais. “Estou há oito anos no Amazonas e logo que cheguei pedi para acompanhar as comitivas do Comando Militar do Amazonas (CMA) para conhecer a realidade das comunidades nas áreas de saúde, educação, apoio agrícola e justiça”, afirmou.
O secretário, Eron Bezerra, lembrou que há no Estado muitas ações isoladas e às vezes até replicadas e que muitas vezes as dificuldades encontram-se dentro dos próprios ministérios. Na ocasião também citou alguns dos projetos desenvolvidos pela secretaria como o Peixe Popular, que foi apresentado ao Ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, o qual demonstrou interesse em apresentá-lo na Rio +20.
Outros projetos também foram lembrados como os de Estação de Alevinagem, Casas Populares, Pirarucu da Amazônia e o projeto Amazônia Rural que deverá ser lançado em 05 de julho.
Sepror entrega Unidade de Produção de Alevinos (UPA) em Tefé mais 108 casas populares em diversos municípios.
O Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) vão inaugurar a 10º Unidade de Produção de Alevinos (UPA) no Amazonas. A inauguração acontece no dia 02 de junho no município de Tefé a 523 km de Manaus.
Fruto de um convênio com o Ministério da Pesca e Aqüicultura no valor de R$ 765 mil, as UPA’s estão sendo construídas em 14 cidades com potencial para a piscicultura.
Cada UPA é composta por 4 tanques com 600 metros quadrados cada, em cada um deles serão colocadas aproximadamente 320 pós larvas, das quais, normalmente, 50% tornam-se alevinos.
Com uma produção que pode ser renovada por aproximadamente 4 vezes em um ano têm-se 560 mil alevinos o que equivale a aproximadamente uma tonelada de peixe por ano. Ainda serão entregues UPA´s nos municípios de Borba, Apuí, Caapiranga e Anori.
De acordo com a secretária executiva da Sepror, Tanara Lauschner, as unidades significam o pontapé inicial de um grande projeto para o interior. “O Governo do Estado não dá o peixe, ele ensina a pescar. Leva oportunidade para o campo”.
O secretário Eron Bezerra explica a meta das UPA’s. “Nosso objetivo é aumentar a produção de pescado e descentralizar a produção de alevinos, feita até então somente em Balbina, Presidente Figueiredo”.
A construção das unidades faz parte do programa de expansão da produção, sendo fruto de convênio entre a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República e a Sepror, que objetiva o desenvolvimento da cadeia produtiva do pescado no Amazonas.
Além disso, também serão entregues 108 casas populares nos municípios de Tefé, Alavarães, Maraã, Tonantins e Amaturá. . A ação faz parte do Programa Social de Habitação, que é um convênio entre Governo Federal e Estadual.
O programa pretende beneficiar o homem do campo diminuindo o êxodo rural no Amazonas e dando mais qualidade de vida aos produtores rurais. As famílias contempladas com as casas foram previamente cadastradas pela Secretaria de Produção Rural do Estado (Sepror).
As casas foram construídas com recursos do Ministério das Cidades e têm área de 44 metros quadrados, foram projetadas de acordo com os costumes locais. Os cômodos dividem-se em sala, quarto, cozinha, banheiro e varanda. A principal preocupação do governo do Estado é entregar as casas no nome da mulher para evitar que ela e os filhos fiquem sem moradia caso haja algum tipo de desentendimento entre o casal.
Sepror anuncia linhas de crédito especial em Itacoatiara
Hoje (24) em audiência pública na Câmara Municipal de Itacoatiara a 234 km de Manaus, a Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) levou esperança aos moradores do município que vêm enfrentando dificuldades em decorrência da enchente. De acordo com o secretário, Eron Bezerra, a linha de crédito especial é uma das maiores conquistas do Estado, o que só foi possível graças à parceria com o Governo Federal.
Estão disponíveis R$ 350 milhões em recursos para os produtores rurais e agricultores familiares. Os pequenos produtores podem pedir empréstimos de até R$ 12 mil, com juros de apenas 1% ao ano. Já os grandes e médios produtores terão acesso até R$ 100 mil de crédito com juros 3,5 % ao ano, terão ainda oito anos para pagar a dívida. Além disso, há um período de três anos de carência. É importante salientar que para a quitação da dívida haverá um desconto de 40% para os agricultores familiares.
De acordo com o Eron, há uma maior preocupação em fomentar as atividades do setor primário, principalmente por conta dos prejuízos advindos com a cheia “Essa linha de crédito especial vem facilitar a vida do trabalhador rural e compensar as perdas. É hora de convocar e mobilizar as pessoas para se cadastrarem nesse projeto”. Vale lembrar que os produtores que não foram afetados pela enchente também podem aderir à linha de crédito, desde que seu município tenha decretado estado de emergência ou calamidade e seja reconhecido pelo Ministério da Integração Nacional.
Os produtores que ainda não quitaram seus empréstimos de 2009 também terão oportunidade de participar desse novo crédito especial, pois o débito antigo pode ser prorrogado por mais cinco anos e ainda é possível fazer uma renegociação da dívida.
Para a vereadora de Itacoatiara, Elenize Holanda, foi de suma importância a presença do secretário no município para que pudessem discutir as demandas da comunidade “Algumas pessoas não têm oportunidade de morar em terra firme e agora há a preocupação de como refazer a vida dessas famílias”.
Os produtores rurais que tiverem interesse em adquirir o crédito especial devem procurar a sede do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e florestal Sustentável do Amazonas (Idam) em seus municípios. Lá serão orientados quanto à elaboração dos projetos e de como adquirir o empréstimo. O crédito será repassado diretamente ao produtor e ele terá autonomia para decidir como vai aplicar o dinheiro e os recursos serão liberados conforme a necessidade de cada projeto.
Além da Sepror participaram da audiência os representantes das comunidades, câmara municipal, prefeitura municipal, representantes do Banco da Amazônia, sindicato dos pescadores e trabalhadores rurais e representantes da cooperativa mista de agricultores.
Sepror anuncia ampliação do projeto de Agricultura Indígena
O secretário de Estado da Produção Rural, Eron Bezerra, anunciou a ampliação do projeto de Agricultura Indígena da Sepror com a contratação de mais sete técnicos agrícolas de diversas etnias. O anúncio foi feito durante a abertura do I Seminário sobre Agricultura Indígena no Amazonas, ocorrida na manhã de hoje, 23.
O Projeto de Agricultura Indígena do Governo do Estado foi criado em 2009 buscando atender aos anseios das populações indígenas do Amazonas, com a contratação de nove técnicos. Com a ampliação, serão 15. “Nossa meta é implementar uma política de apoio à produção rural desenvolvida por populações indígenas do Amazonas. Nem sempre o Idam (órgão de assistência técnica e extensão rural) tem como chegar às aldeias”, explicou Eron Bezerra.
Os técnicos indígenas também conheceram os kits que farão parte do seu trabalho, durante o seminário. Eles receberão o kit extensionista, composto por moto, bote de alumínio, laptop, câmera fotográfica, GPS e impressora para facilitar e ampliar sua área de assistência.
Nos últimos dois anos, 2,7 mil famílias de produtores indígenas foram atendidas pelos técnicos. A meta inicial era que cada técnico atendesse em média 100 famílias, porém cada técnico atende em média 300 famílias. Eron salientou que não é razoável que após a demarcação de terras indígenas ainda haja povos subnutridos ou que dependam de cestas básicas enviadas pelo Governo Federal.
A solenidade de abertura, que aconteceu nessa manhã (23) no Instituto de Pesquisa da Amazônia (Inpa), contou com a presença de representantes da Secretaria de Governo (Segov), Secretaria de Estado para Povos Indígenas (Seind), Fundação Nacional do Índio (Funai), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Agência de Cooperação Técnica Alemã (Giz) e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa)
A Dr Sônia Alfaia, que é a coordenadora do projeto na Sepror, fez uma exposição da agricultura no estado como a segurança alimentar, geração de renda e melhoria das condições de vida dos indígenas. Para ela essa reunião é de suma importância para reavaliar e nortear as diretrizes que o programa deve seguir em 2012.
A representante da Funai, Lylia Galetti, lembrou que apesar de os povos indígenas estarem presentes em todos os estado brasileiros, são raros os programas voltados especificamente para essas populações tradicionais. Para ela é importante reforçar parcerias com o Governo do Estado. “A Funai quer estreitar os laços com o programa de agricultura indígena contribuindo para melhoria da qualidade de vida desses povos”.
Bonifácio José, Secretário de Estado para os Povos Indígenas, salientou que cada vez mais o estado reconhece a importância dos conhecimentos dos povos indígenas, aliando a técnica ao conhecimento tradicional. Para que o indígena tenha alimento na mesa e necessário que haja esse acompanhamento técnico, promovendo assim a fartura na mesa dos povos amazônicos.
Para Xinanan, técnico agrícola indígena da etnia Munduruku, no município de Autazes (a113 kmde Manaus), o programa foi importante para consolidar ações paralelas as quais o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) já vinha prestando assistência. “A Sepror tem proporcionado a valorização cultural dos povos indígenas, hoje, produzimos produtos orgânicos, os quais têm o preço mais elevado no mercado, há também a estrutura e divulgação da nossa produção”. Na comunidade deles 119 famílias estão sendo beneficiadas e há produção de cacau, banana, açaí, andiroba e café.
O programa de agricultura indígena tem beneficiado atualmente municípios como São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro, Autazes, Nova Olinda, Borba, Parintins, Maués Nhamundá, Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Tabatinga, São Paulo de Olivença, Santo Antônio do Iça e o novo município incluído durante o debate, Jutaí.
Os debates continuam amanhã a partir das 8h30 no auditório do Inpa, Bosque da Ciência.
Produtores rurais receberão 124 casas em cinco municípios do Amazonas
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Produção Rural (Sepror), entrega entre os meses de maio e junho mais 124 casas a produtores rurais do Amazonas. A ação faz parte do Programa Social de Habitação, resultado de convênio entre Governo Federal e Estadual. No município de Borba (151 km de Manaus) serão entregues 16 casas nesta terça-feira dia 22 de maio. Já no dia 02 de junho é a vez de Tefé (523 km de Manaus), Alvarães (531 km de Manaus) e Maraã (634 km de Manaus). Os municípios de Tonantins (865 km de Manaus) e Amaturá (909 km de Manaus) também serão beneficiados pelo programa no dia 03 de junho. O programa pretende beneficiar o homem do campo diminuindo o êxodo rural no Amazonas e dando mais qualidade de vida aos produtores rurais. As famílias contempladas com as casas foram previamente cadastradas pela Sepror. As casas foram construídas com recursos do Ministério das Cidades e têm área de 44 metros quadrados projetados de acordo com os costumes locais. Os cômodos dividem-se em sala, quarto, cozinha, banheiro e varanda. A principal preocupação do governo do Estado é entregar as casas no nome da mulher para evitar que ela e os filhos fiquem sem moradia caso haja algum tipo de desentendimento entre o casal