Um bruxo pode ser visto perambulando no fim do corredor do castelo, vestindo seu uniforme da [GRIFINÓRIA]. Os fantasmas me disseram que ele é do [SÉTIMO] ano, que ele é [ANIMADO E SOCIÁVEL] mas também [DESCONFIADO E LENTO]. Oh, o que? Você está me dizendo que ele parece com o nosso antigo aluno [HAN JISUNG]? Você deve estar cego, caro fantasma. Este é o nosso [SHIN GUNHEE] e ele tem apenas [22] aninhos. Ele é [MONITOR] da Grifinória então vamos deixá-lo em paz.
NOX!
Gunhee era filho de mae lufa-lufa e pai grifinoria. Algumas pessoas pensavam que aquela união não daria certo, eles eram muito jovens e já pensavam em se unir e até mesmo formarem a sua família mesmo que estivessem saindo da escola no ano seguinte, contudo todos os planos precisaram ser alterados quando ainda no último ano a mulher acabou engravidando, e que por sua sorte a gravidez só se mostrou mais evidente quando os anos escolares já haviam passado.
E mesmo que agora estivessem fora da escola a família de ambos não aceitava aquela criança. Um menino que ambos diziam ser o bebê mais lindo que eles já tinham visto, mas como iriam cuidar daquela criança se eles eram tão novos e não tinham nem condições de cuidarem um do outro direito?
Foi então que veio a difícil decisão: entregar seu filho para alguem pra que pudessem assim ter certeza de que ele cresceria em um bom lar, e assim aconteceu. Um casal de ex-alunos da mesma escola um pouco mais velhos que eles, contudo um pai grifino e uma mãe corvina.
Gunhee foi criado com todo carinho e atenção, contudo também com toda rigidez que deveria, e ao receber a comunicação de que iria para Magus sua felicidade foi quase completa, afinal ele queria saber em qual casa estaria, e não foi diferente quando ele foi para a Grifinoria.
Como seus dois pais, tanto biológico quanto também adotivo, ele foi um aluno responsável, mas mesmo assim nada o impedia de ser mais aberto e contagiante, e foi assim que ele se tornou monitor, orgulhando todos da sua família. Entretanto sua felicidade foi um tanto confusa em um dia de férias ao descobrir uma carta que estava com o seu nome, dizendo que sentiam muito por ter o abandonado tão novo, mas que se orgulhavam dele ter se tornado aquele grande filho.
Sua busca para saber quem eram seus verdadeiros pais não foi muito longe já que ele passou a pressionar seus pais para entender o que significava aquelas inúmeras cartas com seu nome, sendo assim a descoberta de que era adotivo. Mas a reação dele foi totalmente diferente do que todos pensavam, porque ele não ficou revoltado, e sim buscou ao menos compreender o por que daquilo, mas sempre dizendo que seus pais adotivos eram sim os seus verdadeiros pais, independente dos biológicos estarem perto ou não.
Hoje, como monitor, namora uma garota trouxa que vive perto de seus pais, contudo aquele namoro era escondido dos mesmos por não saber ao certo como reagir, esperando enfim sair da escola para que pudesse revelar aquele relacionamento junto com a decisão dos dois.
Um bruxo pode ser visto perambulando no fim do corredor do castelo, vestindo seu uniforme da [GRIFINÓRIA]. Os fantasmas me disseram que ele é do [SÉTIMO] ano, que ele é [DILIGENTE E LEAL] mas também [PAVIO CURTO E RECLUSO]. Oh, o que? Você está me dizendo que ele parece com o nosso antigo aluno [LEE KYEONGMIN]? Você deve estar cego, caro fantasma. Este é o nosso [SEO EUNWOO] e ele tem apenas [22] aninhos. Você pode o encontrar jogando quadribol como [BATEDOR] e no extracurricular de [DUELO].
NOX!
Seo era filho de um dos professores de Estudo dos Trouxas, um pai fascinado pela cultura dos que não possuíam magia, de como eles viviam e faziam todas as coisas, não à toa, puxou toda essa inspiração de seu pai, tendo muita curiosidade em aprender sobre eles.
Sempre fora um menino animado e agitado, ansioso para chegar ao terceiro ano para que pudesse enfim estudar com seu pai a matéria que mais esperava, mas no final de seu primeiro ano na Magus, como a “maldição” constante sobre o cargo do trabalho de seu pai, voltou para casa sozinho, em prantos, sem saber o que tinha acontecido com seu genitor.
Dali em diante, Seo acabou se fechando um pouco e decidiu que iria prestar as NOMs e NIEMs para Estudo dos Trouxas, não suportava perder todos os professores queridos como seu pai, queria se tornar um deles e assim descobrir o que acontecia com todos aqueles que sumiam, e se possível, salvá-los.
Durante seus anos na Magus não focou só nas matérias sobre trouxas, mas também entrou no clube de Duelos e estudou Defesa Contra Arte das Trevas e Feitiços como ninguém, tinha uma meta e não planejava abandoná-la até que a alcançasse.
É muito protetor e leal aos seus amigos, mesmo sendo meio sério e bem estressado, faz tudo o possível para estar ao lado dos que ama, sem permitir que nada de ruim aconteça a eles.
Uma bruxa pode ser vista perambulando no fim do corredor do castelo, vestindo seu uniforme da [GRIFINÓRIA]. Os fantasmas me disseram que ela é do [SÉTIMO] ano, que ela é [VISIONÁRIA E DOCE] mas também [INSEGURA E DISTRAÍDA]. Oh, o que? Você está me dizendo que ela parece com a nossa antiga aluna [KANG SEULGI]? Você deve estar cego, caro fantasma. Esta é a nossa [YUN DABIN] e ela tem apenas [22] aninhos. Você pode a encontrar como [ATENDENTE DO TRÊS VASSOURAS] na Mabeob’s Village Mas por agora vamos deixá-la em paz.
NOX!
[TRIGGER WARNING: Menção supercial a suicídio no terceiro parágrafo. Sem detalhes e só é citado uma vez.]
A história da família Yun nunca foi marcante. Não eram influentes no mundo bruxo, não tinham bruxos geniais e nem muito dinheiro. Passavam desapercebidos na comunidade, pelo menos até Yun Haneul nascer. Haneul nasceu com o Olho Interior, um presente raro que poucos recebiam; ela podia ver o futuro com muita facilidade, e usou toda sua vida para aperfeiçoar suas habilidades. A vidente ficou conhecida por suas profecias e era uma das únicas que todos não viam como uma farsa. A mulher, já idosa, foi responsável pela profecia de como deveriam derrotar Heun e, por causa disso, foi morta pessoalmente pela vilã. Heun era uma das poucas que não acreditavam nas habilidades de prever o futuro da Yun, e talvez por isso não tenha conseguido evitar a profecia acontecer e foi derrotada.
As próximas gerações foram tão paradas quanto as anteriores à Haneul. Ninguém herdava nem uma parte das habilidades da mulher, pelo menos até a neta caçula dela nascer. Nascida do casamento forçado entre sua mãe e seu pai, que é sobrinho de uma família bruxa e rica, Yun Dabin foi quem recebeu o mesmo presente que sua avó, as visões. Começaram a se manifestar quando a menina ainda era nova, tendo previsões bobas do futuro, como o prato que teria para o almoço do próximo dia, até acontecimentos sérios, como o acidente que quase resultou na morte de seu tio preferido. A verdade é que a garotinha nunca teve interesse em ver o futuro, e talvez por isso tenha se dedicado tanto a estudar e aperfeiçoar seu dom, para que este fosse usado apenas em ocasiões importantes.
Aos 14 anos de idade, Dabin não tinha controle total de suas visões, mas tinha uma leve esperança de que um dia conseguiria, já que sua avó só havia domado o Olho Interno quase na terceira idade. Ainda assim, passara a ver o futuro apenas nos seus sonhos: qualquer coisa que sonhasse durante à noite, era fato que uma hora ou outra aconteceria. Naquele mesmo ano, ocorreram dois fatos importantes na vida da garota. O primeiro foi a entrega da sua carta da Magus, onde sempre sonhou estudar para seguir o mesmo caminho de sua família. O segundo, a morte de sua mãe, que foi traumatizante para a adolescente em vários aspectos. Uma noite antes, a Yun sonhou com a responsável tirando a própria vida no banheiro da casa onde moravam, e a visão acabou por se concretizar mais uma vez.
O tempo entre a morte da mãe da garota e a viagem à Magus foi pior do que ela poderia imaginar. Agora sem a presença da mulher, Dabin podia finalmente perceber como o pai era distante e desligado. Passava mais tempo no trabalho do que em casa, muito menos conversava com a filha nos poucos dias livres. O homem achava que depositar muitos galeões na conta da garota no início do mês era admirável, mas Dabin apenas queria um pouco de atenção e apoio depois do episódio traumatizante. Foi um alívio quando o dia de viajar para a escola chegou. Passaria um ano num lugar novo, conheceria pessoas novas e se aprofundaria em assuntos que apenas tinha escutado sua mãe falar quando era viva. A menina era conhecida já no primeiro ano por ser a neta da histórica Yun Haneul, mas não acreditaram de início que tinha herdado as habilidades da avó.
Dabin foi selecionada para a casa dos Leões, onde se sentiu muito acolhida mas não se sentia como eles. Não era tão corajosa e ousada quanto os outros de sua casa, pelo contrário, mas nunca duvidou da escolha do manto seletor. "Ele nunca erra", dizia sua mãe, que também fez parte daquela casa quando estudou na Magus. Os anos seguiram bem, e, na maioria das vezes, a garota preferiu passar as férias dentro do castelo com seus verdadeiros amigos do que em casa. Conseguiu um emprego no Três Vassouras no sexto ano, onde adora trabalhar e conhecer pessoas novas.
Uma bruxa pode ser vista perambulando no fim do corredor do castelo, vestindo seu uniforme da [GRIFINÓRIA]. Os fantasmas me disseram que ela é do [SÉTIMO] ano, que ela é [FIEL E ZELOSA] mas também [BIRRENTA E METIDA]. Oh, o que? Você está me dizendo que ela parece com a nossa antiga aluna [EUNCHAE]? Você deve estar cego, caro fantasma. Este é a nossa [SONG MEGAN] e ela tem apenas [23] aninhos. Você pode a encontrar jogando quadribol como [ARTILHEIRA]. Mas por agora vamos deixá-la em paz.
NOX!
As bruxas locais tinham inveja da vida de Megan, filha de um auror coreano um tanto conhecido com uma bruxa extremamente bonita nascida na Austrália, mas ainda de descendência coreana; o fato de serem sangue puro com duas filhas de um futuro promissor influenciava ainda mais para manter a imagem de família perfeita — o que estavam longe de ser.
Era difícil apontar onde começava a parte ruim, fora aquela grande maquiagem a única parte boa estava no relacionamento da mãe com as filhas. Indo contra as expectativas (em um relacionamento entre uma cobra e um leão, se espera que o lado ruim esteja na cobra), o amor que a australiana dava para as pequenas Song era o suficiente para ignorar o quão horrível o pai das garotas era.
Nunca foi falado, mas todos enxergavam o elefante na sala, há anos Jongin deixou de ser alguém com “amizades duvidosas” para se colocar na posição de ser um dos seguidores de Heun. Negava, óbvio, era poderoso o suficiente para negar e acreditarem, mas todos naquela família sabiam a verdade.
Megan odiava o seu pai, odiava tudo aquilo que era colocado em si, odiava todo o preconceito que tinham com trouxas e odiava o titulo de “sangue puro”. Seu maior sonho era ser trouxa e viver uma vida real. Embora soubesse que não era possível, sempre dava um jeitinho de se infiltrar entre as garotas sem conhecimento da magia, construir uma imagem e levar aquilo como verdade absoluta.
Era Eunwoo, Joanne, Kaori. Inventava ser intercambista, forçava o sotaque, criava uma história por trás, fazia todos acreditem naquilo. Passou anos sendo abelha rainha das suas amigas, embora sua aparência não ajudasse naquilo, tinha auto confiança o suficiente para criar seguidoras, ser a It Girl.
O ponto mais difícil em manter aquela farsa era sua forma animaga; Recebeu da avó o dom de se transformar em um animal, uma gata para ser mais específica, mas em seus primeiros anos de pré adolescência controlar aquilo era impossível. O fato de miar em situações inadequadas ou ronronar quando estava feliz virou uma piada entre família, se esforçava muito para tentar conter aquilo, tendo até certa aptidão, mas controlar seus instintos não era a coisa mais fácil do mundo, trazendo uma grande frustração.
Aos doze anos as coisas começaram a dar errado. Seu pai descobriu a vida que Megan construiu e o fato de ser uma vida trouxa o deixou enfurecido. Decidiu levar a garota para a Coreia, poderia vigiá-la melhor dessa forma, viver naquele país era no mínimo infeliz, mas não tinha escolha e lutar contra não adiantaria. Decidiu fazer o que fazia de melhor em situações como aquela e novamente inventou uma grande mentira. Criou uma imagem perfeita para orgulhar o seu pai, passou a ser a sangue puro que odiava trouxas, criou até mesmo um outro nome, dizia que “Hyerim” era para ajudar aqueles que tinham dificuldade em pronunciar Megan, mas era apenas mais um guia para manter sua nova identidade. Mentir sobre aquilo era como uma facada em todo o seu conceito moral, mas viver em um regime sem liberdade nenhuma também não era opção.
No ano do seu aniversário de quatorze a carta da Magus não chegou, aquela imagem, devido ao seu aniversário, precisava durar por mais um ano. Mas assim que foi chamada para a escola, que o manto tornou-se vermelho — como de desejo do seu pai — que achou seu espaço na casa dos leões, um sentimento inexplicável de alívio a tomou por completo. Finalmente poderia ser a Megan de verdade, a garota aprisionada que durante anos negou sua própria existência.
Uma bruxa pode ser vista perambulando no fim do corredor do castelo, vestindo seu uniforme da [CORVINAL], com um [GATO] em seus braços. Os fantasmas me disseram que ela é do [SÉTIMO] ano, que ela é [EXTRETAMENTE DEDICADA AO TIME DE QUADRIBOL E TEM ÓTIMA MEMÓRIA] mas também [SE DISTRAI FACILMENTE E PODE SER UM POUCO PREGUIÇOESA]. Oh, o que? Você está me dizendo que ela parece com a nossa antiga aluna [JEON JIMIN/MISO]? Você deve estar cego, caro fantasma. Este é a nossa [CHOI AREUM] e ela tem apenas [21] aninhos. Você pode a encontrar jogando quadribol como [ARTILHEIRA E CAPITÃ]. Mas por agora vamos deixá-la em paz.
NOX!
Areum é uma metamorfomaga que pode quase sempre ser vista com os cabelos rosas, pretos ou loiros, sendo muito boa em controlar suas mudanças e raramente deixando que seu humor transpareça por meio desses. Sendo filha da uma metamorfomaga, foi ensinada desde cedo como controlar sua “habilidade especial”, e por isso é realmente boa nisso, podendo modificar sua aparência por completo se desejado, o que não é muito comum, costuma mudar apenas a cor dos cabelos.
Seus pais eram ambos jogadores profissionais de quadribol - atualmente aposentados, e seguindo o incentivo e estímulo deles a menina também se apaixonou pelo esporte, sendo esse sua grande e verdadeira paixão e o maior objetivo de sua vida - ser jogadora de um time profissional como eles foram. Com todos os anos assistindo os pais e jogando com eles no quintal de casa, não foi difícil ser aceita no time assim que chegou no segundo ano da Magus, e tempos depois acabou por se tornar capitã do mesmo. Demonstra o tempo inteiro um imenso orgulho por ser boa no esporte e está sempre no pé dos seus teammates, fazendo o seu melhor para ajudá-lo, não somente em campo. A jogadora é competitiva em nível saudável, tendo prazer com a vitória e se dedicando o máximo para conquistá-la, mas nunca deixa que isso fique no caminho de suas amizades e relações.
Mesmo sendo uma ótima atleta, a jovem coreana também é ótima nas notas. Na verdade, ela gosta de saber as coisas e tem uma memória excelente, mas não é tão dedicada a esses e costuma se distrair com facilidade durante as aulas, principalmente as de Poções. Sua matéria favorita é transfiguração, talvez por seu “dom natural” ela tem um grande prazer por modificar a aparência das coisas, e também é ótimo para pregar peças, o que ela faz com certa frequência.
Tem uma personalidade muito ativa, gosta de conhecer pessoas novas e a essa altura não deixa que casas e títulos formem pré julgamentos, o que acontecia muito nos primeiros anos, mas agora no último já havia conhecido ótimas pessoas em todos os lugares da escola, e por isso conseguiu deixar isso de lado. Seu principal problema é a facilidade para se distrair, qualquer pequeno movimento pode ser o suficiente para chamar sua atenção e desviá-la do que estava fazendo por horas. Areum nunca se interessou muito pela vida romântica, tendo dedicado o seu amor até hoje somente ao quadribol, mas também não é completamente fechada a este e não foge dele feito louca, apenas nunca aconteceu sua atenção ser roubada por algo assim. A menina é fácil de lidar e pelo menos tenta ser uma boa companhia para todos ao seu redor.