kyra texted 💬 you @sitomzok
📲: oiiii eu to entediadaaaaa sera que a gente pode fazer algo hoje???? eu tenho tinta 🤩
[dois minutos depois]
📲: bruno pq ta demorando de me responder???

seen from Moldova
seen from Brazil
seen from United States
seen from Colombia
seen from United Kingdom
seen from Hong Kong SAR China
seen from United States
seen from India

seen from Malaysia
seen from Saudi Arabia
seen from Germany
seen from Pakistan
seen from Germany
seen from United States
seen from Brazil
seen from China
seen from China
seen from Spain
seen from Germany
seen from United States
kyra texted 💬 you @sitomzok
📲: oiiii eu to entediadaaaaa sera que a gente pode fazer algo hoje???? eu tenho tinta 🤩
[dois minutos depois]
📲: bruno pq ta demorando de me responder???
starter to @sitomzok
Se sua intenção na cidade era afastar o máximo qualquer pessoa (além do sobrinho), nos últimos tempos vinha sendo bastante complicado manter alguns indivíduos longe de si. E ele sequer entendia, afinal, se um dia fora mais sociável então aquela época estava distante demais. E que coincidência que justamente Bruno, uma das pessoas que de fato haviam entrado na sua vida nos últimos meses de forma quase repentina, agora o encontrava justo na casa dos Allard. Após ouvir a insistente campainha, decidiu abrir a porta para o visitante, mesmo que teoricamente não fosse sua casa para fazê-lo, e que ele não estivesse tanto em condições daquilo. Sujo de terra e com a camisa aberta para aliviar ao menos um pouco do calor; mas “Bruno?” Surpreendeu-se por um instante devido à coincidência mas então maneou a cabeça em um cumprimento. “Pode falar comigo, os patrões não estão. Ou, se preferir, dou o recado. Dona Eden volta logo, ela disse.”
starter to @sitomzok
Roxanne gostaria de dizer que ponderou um pouco a respeito de sua decisão de ir visitar seu terapeuta durante a noite, em sua casa, após a troca bastante suspeita e nada profissional de mensagens. Mas não, não o fizera, e tampouco queria! Ora essa, era a primeira vez que se sentia validada daquela maneira. Não que Roxy não tivesse boas pessoas em sua vida, claro; Celaena a amava e disso não tinha duvida. Mas, ainda sim, amar não significava gostar. Afinal, a Faulkner era quase que uma obrigação, uma irmã mais nova adotiva pela qual Cece não exatamente havia pedido. E Ed, bem, ele não tinha o melhor dos filtros! E Roxanne não tinha a pior das auto estimas. Mas também não estava completamente confortável sendo quem era, até porque, já havia se perdido há um bom tempo. E isso a fazia ansiar por aquela sensação, aquele conforto que havia sentido nas palavras agradáveis de Bruno. Por isso estava ali, um tanto nervosa até, enquanto tocava a campainha. Assim que ele abriu a porta, a vampira ainda ficou uns instantes o encarando, até se recompor (ou o mais próximo disso). “Oi!!! Bruno. Doutor. Doutor Bruno. Oi. Cheguei. Bom, claramente. Desculpa, eu me atrasei um pouquinho. Tem certeza de que tá tudo bem, né, eu te visitar assim essa hora? Não queria te incomodar nem nada, é que você disse que gostaria de me ver, e eu gostaria te de ver. Aí eu falei, assim, mas não quis bagunçar sua agenda. Tipo, se eu tiver te atrapalhando pode me falar, juro, não vou ficar chateada não. Eu to? Olha, eu to né. Tá, acho melhor eu ir embora”
frederick texted 💬 you @sitomzok
📲: Bom dia, Bruno. Como está? Gostaria de saber as atualizações sobre aqueles pacientes em potencial que você havia mencionado há algumas semanas.
sms to @sitomzok
📲: [sent picture]
📲: o que acha da peça nova Silas?
📲: tenta não rasgar dessa vez
closed starter to @sitomzok
Da mesma forma que fadas sobreviviam à base de crença, Iracebeth sobrevivia à base de ódio. Tantos anos sendo rejeitada e odiada, afinal, certamente causava aquele efeito. E se a rainha precisasse culpar alguém por sua visão completamente distorcida do mundo, diria que era de sua família e dos malditos súditos que nunca a respeitaram. Foi assim, portanto, que tinha aprendido a se deliciar com o desgosto alheio. Não agiam como se ela fosse louca? Pois teriam a pior louca que já puderam imaginar! Não gostavam de dedicar a ela raiva e ódio? Pois ela havia aprendido a se alimentar daquilo. Como fazia toda vez que estava perto de Breu, tao habilidosamente apertando cada um dos seus botões para deixá-lo furioso. Ah, sim, o olhar odioso, o grunhido em revolta, a frustração; era como uma bela cena de uma obra de arte. Não diria que foi por aquele motivo em específico que comparecera no consultório dos irmãos, mas lhe daria uma ótima distração enquanto aguardava Silas chegar. Queenley já havia explorado toda a sala de espera, entediada, até resolver invadir o escritório de Breu. Revirava distraidamente seus pertences quando ele apareceu. Ela nem se dignou em parecer culpada de algum modo por ser pega no flagra. Com o diploma alheio em mãos, a rainha torceu o nariz. “Parece até piada, né? Que a maldição tenha te feito um médico. Você tem alguma lembrança falsa do tempo estudando?” Perguntou, genuinamente curiosa, enquanto afastava os pertences alheios sem o menor cuidado para se sentar na mesa de mogno. “Deve ser um saco trabalhar ouvindo essa gentinha chata. Não que deva ser muito legal pra eles, também.” Uma pena ele ser o irmão que falava.
starter to @sitomzok
Já faziam alguns dias que os pensamentos estavam em completa desordem, e isso tinha a ver principalmente por Roxanne ter diminuído tanto suas poções. Sabia o quão importante eram para o resquício de sanidade mental que tinha, a equivalência mágica à um Rivotril, por assim dizer. Mas estar rodeada de pessoas que tanto gostava na cidade, das quais tanto havia se afeiçoado, tornava uma tentação grande demais ignorar os efeitos adversos de seus poderes. Porque, oras, e se algum dos seus amigos precisasse que ela o curasse de algo grave? Conseguia dar um bom jeito em hematomas e pequenos cortes quando ainda sob efeito das poções, mas e se houvesse acidentes de carro? E se houvessem ataques, tentativas de assassinato? Não!! Não queria arriscar. Se estivesse com os poderes anestesiados e ela se visse incapaz de ajudar (de novo! como fora com Lisa) jamais se perdoaria. Era por isso que, naquele dia, decidiu não tomar a quantidade ideal da poção. Apenas metade; devia ser suficiente para conter os pensamentos agitados demais, mas ainda estaria forte para remendar ossos se preciso. Tecnicamente, não fora naquele dia — vinha fazendo isso há pelo menos duas semanas, não que precisasse contar a alguém. Era bom que Celaena estivesse ocupada, também, pois não a forçaria a se manter nos trilhos. E não era como se a Faulkner fosse completamente negligente, ora essa! Apenas não queria sacrificar suas habilidades, mesmo em prol da própria estabilidade mental. Pensou, portanto, que talvez pudesse cuidar de si de alguma outra forma. Uma que não afetasse seu poder. Humanos tinham alternativas aos remédios, certo? Terapia. Havia sido isso, inclusive, que lhe sugeriram há alguns meses quando Roxanne estava ligeiramente mais raivosa que o comum. O que poderia dar errado? Ela só deveria falar sobre si, teoricamente. Fácil! Fazia isso com Edward o tempo inteiro. Mesmo assim, a experiência nova a deixava ansiosa. Por isso caminhava pela sala de espera de um lado para o outro, o vestido no melhor estilo Roxy (longo, hippie e exagerado) arrastando a cada passo, até finalmente ser convidada para entrar o consultório. Podia sentir as palmas soarem, o que, claro; era só mais uma peça que a mente pregava na vampira — que sequer tinha batimentos, quem dirá suor. “Nossa, sala legal. Bonita. Meio escura. Mas bonita.” Comentou, incapaz de ficar em silêncio naquele estado. “Eu faço o que? Eu… sento ali? Desculpa, eu nunca fiz isso antes. Tipo, eu já vi em uns filmes, sabe? Eu assisto bastante coisa. Mas as vezes as pessoas deitam, outras vezes elas sentam. Daí não ficou muito claro” Gesticulava conforme as palavras derramavam sem fim. “E falar? Eu não sei o que preciso falar, você vai fazer perguntas? Ou eu, sabe, já começo assim… meio do nada, falando de mim? Bom, eu acho que já comecei né? Espera! Não falei meu nome. É Roxy. Bom, Roxanne, mas prefiro o apelido. O nome todo parece que estão meio bravos comigo, não gosto. Isso quer dizer alguma coisa né? Eu não gostar de ninguém bravo comigo. Da pra me diagnosticar com algo? Já deu pra descobrir alguma coisa?”