Mô...me consola?
keito nakamura × fem!reader (pornografia sem enredo!)
Notas: Essa aqui estava guardada há um tempinho. A ideia era postar mais pra frente, mas a derrota do Brasil me deixou tão abalada que resolvi publicar agora. Keito agora eu que preciso ser consolada😭💔💔
Keito nakamura • smut • namoradinho
Avisos: Proibido para menores! porra no rosto, Choking, Praise kink, garganta profunda, sexo oral (m.recebendo), spit roasting (implícito, sexo oral seguido de vaginal), relacionamento estabelecido, degradação leve, cum play e acho que só.
Keito estava em frangalhos. A eliminação precoce do Japão na partida contra o Brasil tinha sido um golpe que nenhum treino, nenhuma oração, nenhum grito de incentivo poderia ter evitado. Ele dera tudo de si dentro de quadra — cada fibra muscular, cada gota de suor, cada centelha de esperança — mas o placar teimava em gritar a verdade: não foi o suficiente. A derrota o consumia como um incêndio lento, queimando por dentro enquanto ele tentava engolir o nó na garganta durante todo o trajeto de volta para casa.
Você sabia. Sabia o quanto ele havia se esforçado, sabia o quanto aquela partida significava para ele. E sim, no fundo do peito, uma parte de você vibrava com a vitória do seu país — mas ver seu namorado daquele jeito, reduzido a um monte de frustração e lágrimas, doía mais do que qualquer bandeira hasteada. Então você fez o que qualquer boa namorada faria: abriu os braços e o coração.
E tudo o que seu namoradinho precisava era ser consolado. De uma forma especial. Da forma mais suja e gostosa que só você sabia dar.
— Isso, mô... chupa direitinho. — Keito praguejou, ofegante, segurando seus fios de cabelo que teimavam em cair sobre o rosto. A voz dele era rouca, carregada de tesão, enquanto você trabalhava a boca no pau dele.
Você fazia um boquete gostosinho, chupando a pica com fervor, com sede, como se fosse a última vez. A cabeça ia e vinha no ritmo que ele pedia, a boca aberta, a língua deslizando pela grossura daquele falo que preenchia cada centímetro da sua garganta.
Amava momentos assim. Amava quando seu namoradinho ficava tristinho, vulnerável, e o corpo dele ficava dez vezes mais sensível, mais sujo, mais entregue. E você amava consolar ele usando seu corpo, sentindo cada tremor, cada gemido, cada espasmo de prazer que ele te dava de presente.
Tudo começou quando Keito chegou em casa todo cabisbaixo pela derrota. Você, claro, estava muito feliz pelo seu país — não podia negar a pontinha de orgulho que ardia no peito. Mas não podia deixar ele na mão. Não com aquele olhar de cachorro abandonado, pedindo um consolo. E você, como uma boa namoradinha, sabia exatamente como fazer isso. Do jeitinho que ele mais gostava.
Agora você se encontrava de joelhos no chão frio do quarto, chupando a piroca grossa do seu namorado. Ele estava de pé, dominando a cena, segurando sua cabeça com as duas mãos enquanto você ia e vinha, sugando o pau todinho, se engasgando no processo. Descia até o final, sentindo a glande bater no fundo da garganta, para depois subir e sugar a cabecinha sensível dele, que já vazava leitinho.
Keito gemia com a voz rouca, os olhos fechados, apenas para esquecer tudo ao seu redor e se concentrar no boquete babado que você fazia. Você se engasgava, e o som ecoava pelo quarto — um barulinho molhado e obsceno que preenchia cada canto. Mesmo a piroca sendo grande demais para sua boquinha, você amava a sensação de se auto torturar, de chupar até não aguentar mais, de ficar com a garganta toda roxa e dolorida no dia seguinte. Ah... não tinha coisa melhor que essa sensação. Aquela dorzinha gostosa que lembrava o quanto você era uma putinha para ele.
— Caralho, amor... que boquinha mais gostosa. — Keito falou entre gemidos, jogando a cabeça para trás, os quadris se movendo involuntariamente para frente e para trás, fazendo o falo grosso entrar e sair com rapidez da sua garganta judiadinha. A saliva escorria pelo canto da sua boca, formando fios grossos que pingavam no chão.
— Deixa eu foder sua boquinha, deixa? — ele perguntou, acariciando seus cabelos que caíam sobre seu rosto, coberto de lágrimas, suor, baba — uma mistura suja que ele adorava ver. Keito amava essa visão sua. Era uma das, se não a melhor visão que ele mais gostava de contemplar. — Eu mereço, mô... ainda mais hoje.
Você, como uma namorada obediente, apenas concordou. Tirou o falo da boquinha com um pop molhado e deixou a boca abertinha, a língua toda melada para fora, esperando ele foder sua boca com força.
Keito não demorou um segundo sequer. Agarrou seus cabelos formando um rabo de cavalo bagunçado e desleixado e começou a foder sua boquinha com força, sem piedade. Estocava até o fundo, sentindo sua garganta apertar a piroca grossa, os sons do engasgo que você fazia preenchendo o ar. Tudo era tão sujo... o som molhado, o cheiro de sexo, o gosto de pré-gozo na sua língua.
Você sentiu seus olhinhos lagrimejarem e as lágrimas descerem pelo rosto já molhado. Sua garganta ardia e mal suportava aquela rola gorda, mas mesmo assim, você amava. Aguentava tudinho, engolia e ficava ali paradinha como uma boa garota, deixando seu namorado carente foder sua garganta sem dó.
— Porra! — ele praguejou, a piroca indo e voltando, toda babada, molhadinha da sua boca. Ele mexia os quadris com agilidade, metendo sem dó, as bolas batendo no seu queixo, a virilha encostando até no seu nariz. Cada estocada era mais funda que a anterior.
Keito já sentia o orgasmo perto. Não demoraria muito para gozar, e em consequência, os gemidos dele iam ficando mais altos, mais manhosos, como um miado de gato no cio.
— Tô perto, mô. — ele falou, agarrando mais forte seus cabelos, se contorcendo enquanto mordia os lábios, tentando, e falhando miseravelmente, abafar alguns gemidos. O corpo dele tremia, os músculos tensos, a respiração curta.
— Porra, vou gozar, princesa! — Bastaram apenas mais três estocadas fundas para Keito se derreter na sua boca. Ele precisou usar uma das mãos para se apoiar na parede ao lado, o corpo inteiro sacudindo enquanto o orgasmo batia como um choque elétrico. Ele esporrava a porra quentinha na sua boca, fazendo ela escorrer pelo queixo, quente e grossa. Você mal dava conta de beber todo leitinho dele, mas fazia questão de engolir o que conseguia, sentindo o gosto salgado descer pela garganta.
— Segura na sua boca. — ele falou, tirando o pau da sua boca, todo babado e escorrendo. Levou o polegar até seus lábios sujos e disse: — Coloca a linguinha pra fora, vida.
Você olhou meio receosa e confusa, mas não negou. Fez exatamente o que ele pediu. Abriu a boquinha cheia de porra e colocou a língua para fora, sentindo a porra quente escorrer pelo seu queixo, sujar até seu pescoço, chegar a pingar no chão. A visão era suja, totalmente imunda, mas Keito amava aquilo. E você muito mais.
— Como consegue ser tão gostosa? — ele perguntou, levando o sêmen que estava escorrido no seu queixo até sua boca, fazendo você engolir, sentindo o gostinho salgado do seu namorado na língua. Os olhos dele queimavam de desejo enquanto te observava.
— Levanta. Deixa eu comer essa sua bucetinha agora. — Ele te segurou pela cintura, deixando um beijo rápido em seus lábios, sentindo o próprio gosto na boca. A mão dele apertou sua pele com força, puxando você para mais perto.
E você, claro, não ia negar. Já se apoiou na parede, inclinando a bundinha lisa e virando o rostinho judiado, todo marcado pelas lágrimas e pela baba.
— Me come logo, mô... — você pediu, a voz manhosa, o corpo todo tremendo de antecipação.
E Keito fez. E não teve dó de você. Ele comeu com raiva, com tesão, com a necessidade de afogar a tristeza na sua carne. Meteu fundo, sem piedade, cada estocada fazendo você gemer alto, as unhas arranhando a parede enquanto fodiam por todos os cantos da suíte de casal. No chão, na cama, encostada na janela — não importava. Ele só queria sentir você, enterrar a dor dele dentro do seu corpo, até que só restasse o prazer.
E assim passou a noite com seu namorado, consolando ele do seu jeitinho — primeiro com a boca, depois com a buceta, cada gemido dele apagando a lembrança da derrota, até que só restasse o som molhado dos corpos se encontrando na escuridão.
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───𖹭 masterlist









