Alcohol & bandages | Knox & Dan
Honestamente, Knox nem achava que estava tão ruim quando os outros pudessem pensar. Um olho roxo e alguns arranhões (por mais fundos que alguns pudessem ter sido) não eram nada comparado com o que ele já passara. Ninguém mandara, afinal, aquele humano provocar alguém como ele. Obviamente, devido ao seu temperamento explosivo e pavio curto, Knox havia partido para cima, mas o crepúsculo não fora levado em consideração na hora do impulso, e o rapaz só notara que não estava tão forte quando sua primeira rajada solar não daria para bronzear nem um ruivo com sardas.
Agora, o mutante via-se obrigado a voltar para casa com uma aparência não tão boa. Já imaginava como iria enfrentar a ira de Angela e explicar-lhe como tivera que enfrentar alguém mano a mano, até o outro desistir e recuar. Assim que girou a maçaneta da porta de sua casa, contudo, surpreendeu-se com uma figura que não lhe era tão familiar. Um rapaz aproximadamente da sua idade. Knox logo inquiriu, o tom de voz grosso e demanding. - O que está fazendo na minha casa?













