Você não precisa se preocupar, de verdade. Deixa eu fazer uma tatuagem falsa em você, é só papel e água. Eu já tenho várias no meu braço, olha, elas são estilosas.
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Você não precisa se preocupar, de verdade. Deixa eu fazer uma tatuagem falsa em você, é só papel e água. Eu já tenho várias no meu braço, olha, elas são estilosas.
Eu estou bêbada sim e vou continuar bêbada e muito puta, mas você não imagina a dor que é quebrar um celular, ou imagina, eu não sei... Só sei que morreu um pedaço da minha alma, eu gastei meu salário sofrido nele nem faz tanto tempo. E agora? Mal consigo ver as fotos do instagram com essa tela trincada, como vou stalkear meus crushes?
“Eu realmente não esperava por aquela tempestade de ontem. O vento derrubou uma árvore enorme em uma parte de casa, e quebrou umas vidraças.” Suspirou, colocando as mãos nos bolsos. O conserto havia saído caro e demoraria alguns dias para que estivesse tudo em ordem e que Olivia se sentisse segura em casa novamente. “Eu só não sei como vou fazer para dormir esses dias. Acho que vou acabar ficando num hotel ou dormindo na galeria mesmo.”
Sinceramente, depois quando você reclama dos funcionários pros gerentes, você que é ruim. Eu fui como sempre comprar meu sushi de almoço, e veio a atendente que já vem tirando com a minha cara a dias, toda irônica me questionar porque todo dia eu tomo cerveja no almoço e como exatamente a mesma coisa sempre, e ainda no final falou com um olhar super julgador “pior tipo de pessoa é o que se acomoda com algo e só faz a mesma coisa”, e daí eu falei para ela “querida se quiser que eu faça algo diferente eu posso dar um tapa na tua cara pra ver se cala essa boca” e ela ficou toda revoltada daí. Eu definitivamente não sou paga pra isso, tive que pegar minhas coisas e vir comer aqui antes que eu batesse mesmo nela.
“ --- Eu só acho que você deveria pagar uma bebida pra mim.” murmurou, cruzando as pernas agora que o corpo estava levemente virado em direção da pessoa a seu lado no bar. “ --- E isso não é porque todos os meus cartões estão bloqueados e no momento eu não posso pagar minha própria bebida... Claro que não, é só porque seria um gesto legal com alguém que acabou de voltar pra essa foça. Um presente de boas vindas.”
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— Eu realmente não sei o porquê fiquei com essa música na cabeça, mas... — riu baixo enquanto tirava os fones de ouvido após a curiosidade alheia para que escutassem através do alto-falante de seu celular. Não conseguia resistir a vontade de cantar aquela música, então passou a fazer isso de forma silenciada.
Você não tem noção de como é uma novela diária dar aulas p’ro pessoal do colegial. Eu sempre tento ser um professor super pacato, mas por mais tranquilas que as aulas sejam, sempre acaba acontecendo alguma coisa do tipo wow. Hoje mesmo, tive que parar a aula no meio, tinha sugerido um trabalho em grupo, coisa leve, pteridófitas e essas coisas, blá-blá-blá...e ai de repente em uma virada pro quadro um garoto joga o caderno na cara do outro e pasme, o nariz do outro quebrou. Acho que sou imã pra essas situações.
Willow não havia comentado com ninguém, mas o desaparecimento da garota lhe trazia lembranças dolorosas. Lembranças de casa, do irmão e toda a situação da qual havia fugido. E embora não ousasse dizer essas coisas em voz alta, a morena esperava com todo o seu ser que seu irmão e a garota estivessem vivos. — Não, eu não estou chorando... — Arregalou os olhos ao perceber as bochechas úmidas. — É que essa música é muito bonita, não é mesmo?