Na universidade em que estudo (UFRGS, Porto Alegre, Brasil) mães, pais e seus filhos estão sendo forçados a deixar as moradias estudantis - e em consequência disso, também suas carreiras profissionais - em função de uma administração autoritária e em nome dos interesses da considerada "melhor universidade do país avaliada pelo MEC". Isso acontece porque, na realidade, a administração da casa negligencia a ideia de ser responsável por algo que venha a ocorrer dentro desses lares, o que reflete claramente um discurso demagógico de preocupação: eles não dão a necessária atenção à essas questões e também, talvez à discussão que incluiria um debate com os moradores, algumas mudanças na estrutura da casa, serviço de creche (que já existe apenas para funcionários e professores), etc. Aqui no Brasil há universidades como USP (São Paulo), Unicamp (Campinas) e UFSM (Santa Maria) que já possuem esse tipo de assistência estudantil. Por que a Ufrgs também não poderia tê-la?
Está na hora de começar a pensar em novas políticas de assistência estudantil na Ufrgs e é por isso que precisamos de, no mínimo mil assinaturas. Ajude a mudar as coisas "por aqui".
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In the university where I study (Ufrgs, Porto Alegre,Brasil) parents and their children are being forced to leave the student housings (and even their professional careers) since their administration decided to rule by themselves and on behalf of interests of the “best university of the country evaluated by MEC” (Education Ministry). That’s because the administration neglects the idea of being responsible for something that could happen inside these homes, what clearly reflects a demagogic speech of care: they don’t pay the necessary attention to this question and also maybe to the discussion that could include debate with the housing neighbourhood, doing some repairs in the structure of the rooms, offering preschool help (that already exists but only for Ufrgs’ employees and professors) etc. Here in Brazil there are universities like USP (São Paulo), Unicamp (Campinas) and UFSM (Santa Maria) that already hold this kind of assistence for the students. Why couldn't Ufrgs hold it too?
It's about time to start thinking about new politics of students assistance on Ufrgs. That’s why at least 1000 signatures are required. Please, help things change over here!
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En la universidad en la que estudio (UFRGS, Porto Alegre, Brasil) madres, padres y sus hijos están siendo forzados a dejar las casas estudiantiles - y en consecuencia de eso, también sus carreras profesionales- en función de una administración autoritaria y en nombre de los intereses de la considerada "mejor universidad del país evaluada por el MEC". Eso pasa porque, en realidad, la administración de la casa nega la idea de ser responzable por algo que venga a suceder dentro de este lugar, lo que refleja claramente un discurso demagógico de preocupación: ellos no dan la necesaria atención a esos temas y tampoco, talvez a la discución que incluiría un debate con los integrantes, algunos cambios en la estructura de la casa, servicio de guardería (que ya existe apenas para los funcionarios y professores), etc. Aqui en Brasil hay universidades como USP (San Pablo), Unicamp (Campinas) y UFSM (Santa María) que ya posúen ese tipo de asistencia estudiantil. Por qué la UFRGS tampoco podría tenerla?
Es el momento de empezar a pensar en nuevas políticas de asistencia estudiantil en la UFRGS y es por eso que precisamos de mínimo mil firmas. Ajúdennos a cambiar las cosas "por acá".