text | sister ryan
dean: I would like to let you know that I ended up getting my crocs and I plan on wearing them EVERYWHERE just because you told me not to
dean: also, miss you 🥺
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text | sister ryan
dean: I would like to let you know that I ended up getting my crocs and I plan on wearing them EVERYWHERE just because you told me not to
dean: also, miss you 🥺
Text || Liz & Ryan
Liz: "Sorry I can't come. I really can't be fucked."
Liz: That's literally what I just texted Jasmine cause I didn't want to see her face. Was that too savage or nah?
TEXT 📧 RYAN
FINN: Hey...it's Finn
FINN: I have no idea what to say but I'm sorry we ran into each other like that
[delay]
FINN: That my boyfriend was like that to you
FINN: Don't know if this is even still your number
FINN: I'm sorry I just - wanted to say something. I don't expect you to answer.
text | ry bread miller 🥖❤️
dean: so my sad excuse of a mother reached out to me...again
dean: can we go do something? I promise I'll change your twitter name if you keep me company :(
Texts || Ryan+Rachel
Ryan: I got more if ya need em'.
[READ]
Ryan: Even if you said you don't want em' I know ya do.
[READ]
Ryan: I'll even give ya a deal.
[Delivered]
Texts // Rachel +Ryan
Rachel: I know we weren't labeled as anything, but we're through.
Rachel: I also don't want your drugs anymore, so don't ask me.
[Read @ 9 30]
@prince-ryan
Tudo era caos na cabeça do médico. Tamlin não sabia para onde se dirigir ou como deveria ajudar naquela situação. Não havia exames suficientes, não havia algum indicio ou sintoma ou reação que lhe dissesse o que estava acontecendo com sua Rainha. Ele estava sem dormir e sua sala tinha virado um acampamento, havia um cobertor e um travesseiro em seu sofá e ele estava dobrando, não queria que ninguém chegasse e visse que nem ao quarto ele estava indo. Foi um pesadelo. Como médico ele nunca havia falhado dessa forma, e isso havia o deixando intrigado. Ele estava com olheiras e sua aparência nem valia a pena mencionar. Ele precisava se acalmar e focar, e não ficar remoendo aquilo.
No momento em que tomou um banho e se arrumou novamente ele chamou a equipe de enfermeiros e começaram a trabalhar. Estava mais tarde do que de costume, mas havia pouco tempo para isso. Estava apenas tentando não pensar muito e focar, havia colocado um quadro ali e nele estavam escritas muitas possibilidades assim como os sintomas sentidos pela rainha.
Pelo menos ele estava acostumado com a absoluta falta de sono. Ele sabia que os outros estavam cansados, mas ele poderia continuar.
Quando deu meio dia, Tamlin sentiu fome, mas ele se forçou a continuar ali eliminando as possibilidades. Quando enfim uma das enfermeiras o forçou a parar dizendo que não faria bem a ele muito menos a rainha Tatiana que ele se forçasse daquela forma, e então ele parou e aceitou que ela lhe trouxesse uma refeição.
Mal tinha acabado de comer e ouviu batidas na porta, se levantou e foi ate a mesma para abri-la. Não se surpreendeu quando viu um dos príncipes ali, Tamlin nunca conseguia diferencia-los, mas fez uma reverencia afinal, ambos eram seus príncipes. " Boa tarde alteza, entre por favor e me diga em que posso ajuda-lo. " ele sabia que Ryan veio por causa da rainha não havia nenhuma duvida quanto a isso, Tamlin não sabia o que fazer em situações como essa, ter que lidar com os familiares de uma pessoa enferma era a segundo pior coisa para se fazer num caso como este.
drive home ºº @ryan&gustin
Depois de fechar o arquivo do jornal daquela semana, que por um milagre havia ficado pronto antes de sexta feira, Gustin guardou seu notebook na mochila e se despediu com um aceno para os meninos do jornal. -- Tchau, galera, até amanhã. -- era estranho se despedir, porque ele quem geralmente ficava até depois do horário, mas o clima ali dentro estava insuportável. Os redatores estavam viciados em falar sobre Amely, sobre as circunstâncias de sua morte e o que mais fosse. Era triste. Gustin simplesmente não estava disposto.
Pegando o telefone no bolso para ligar para seu pai, o menino percebeu algumas ligações perdidas e já respirou fundo, sabendo o que viria. Usando a discagem rápida para retornar a ligação de sua mãe, Gustin levou o telefon até o ouvido, esperando que ela não tivesse o abandonado na escola de novo. -- Filho? -- a voz da mulher parecia preocupada. -- Oi, mãe. Você ligou? -- ele falava enquanto abria o armário da escola e segurava dois livros com um só mão. -- Gustin, você me mata! Passei horas tentando falar com você ! -- ele respirou fundo e deixou a mulher falar o quando queria. -- Mas enfim... -- ela disse depois de falar o quanto ele foi uma péssima pessoa por não atender o telefone no trabalho. -- Eu e o seu pai viemos para o teatro. Recebi folga hoje e resolvemos que devíamos sair para relaxar. Ele não vai poder ir lhe buscar, você tem dinheiro pro ônibus?
Gustin fechou os olhos e respirou fundo, sentindo a raivo emanar de seus poros. Eles sempre faziam isso. -- Podia ter avisado mais cedo né? Tipo, na hora que me deixou aqui. -- ele rebateu, fechando o armário com força. -- Ah, mas eu esqueci. Enfim, não vá pra casa muito tarde. Beijos. Te amo. -- com um “Tchau.” resmungado, Gustin saiu andando apressado pelo corredor da escola. Se ele fosse rápido, talvez conseguisse encontrar Ryan no estacionamento e lhe pedir uma carona.