Cerita Keseharian Babako Saling adu mulut

seen from Singapore
seen from Türkiye
seen from China

seen from South Africa
seen from China

seen from Russia

seen from Sweden
seen from United States
seen from United Kingdom
seen from Israel
seen from Brazil

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from China
seen from United States
seen from Malaysia
seen from United States
Cerita Keseharian Babako Saling adu mulut
MELT by Tatawa
April 30 – May 27, 2016
About the work
My bitter and shameful dreams melt so that nothing is recognizable but the vague trace of their storylines and the fading of their colors.
A structure is laid out with ink and pastels. Blobs of acrylic are spread across the structure with a spoon. Bold scoops of gesso are applied over the acrylic. Colors blend and forms appear. The process is similar to spreading mortar on bricks or spreading jam on bread.
About the artist
Tatawa started painting in an apartment one block away from Adjacent to Life in the summer of 2015. She has recently moved to London, UK where she is currently based.
Tatawa’s art is an urgent response to the necessity of expression. The art-making process is a self-gratifying release through spontaneous gesture. With fragmented marks, wandering lines and graffiti-like stains, she seeks to capture the most immediate impulse – sometimes this means painting faster than her mind can judge. Her commitment to authenticity results in an inconsistency in style. Each day a new character emerges and the old one disappears like shredding skin.
MELT by Tatawa is on view at the Adjacent to Life pop-up gallery housed in Ninth Street Espresso (341 E. 10th Street at Ave B, New York City). Curated by Shark Roth.
There's a thing about walk away // POV
De certa forma, é como levar um tiro. Você fica deitado na cama olhando para o teto, quer levantar e mas simplesmente não consegue ter vontade. Parece que seus sentimentos vão escapando como o fluido sanguíneo e você não consegue estancar, não consegue impedir. Mas diferente de um tiro, você não está fisicamente machucado e ninguém precisa saber. Talvez tenha sido por isso que Nicholas Crawford levantara da cama com o melhor sorriso que conseguirá formar, talvez por isso ele forçara a si mesmo a fingir que todas as coisas estavam bem, porque aí redor da grande Nova York, elas realmente estavam, a menos é claro para alguém que provavelmente realmente tenha levado um tiro, ou sido atropelado, ou tivesse um pequeno buraco no peito marcado pela ausência dos rostos que ele costumava ver todos os dias. A verdade era que voltar para aquele lugar enorme, depois de tantos acontecimentos, era estranho. Ele ia ter de se acostumar novamente e por mais empolgado que estivesse com o novo trabalho, sentiria falta de entrar na sala de aula, com as caras de sono e o cheiro de café que ele costumava levar, com as dezenas de alunos sentados a sua frente o escutando falar. Eram muitas coisas que ele deveria deixar de lado.
Naquela manhã, depois que ele fizera toda a sequencia de acordar, tomar banho, se trocar enquanto falava com Brooke, tomar seu café, escovar os dentes e sair, Nicholas Crawford sentara em seu carro e percebera que ele havia estado anestesiado. Como se toda a agonia que devesse sentir parasse e agora ele estivesse apenas esperando a ficha cair para voltar ao normal. Agora, aos poucos, conforme a máscara ia caindo, ele começava a sentir a vontade, melhor, a necessidade de chorar. Era o homem que guardava as coisas que lhe faziam mal e não deixava ninguém saber, porque na verdade, ninguém quem conversar sobre os problemas alheios, só dos seus. Quando alguém pergunta como você está, não está interessado na resposta, espera-se que diga apenas o “Eu vou bem, obrigado, e você?” e era isso o que Nicholas faria, era isso o que fazia sempre. Afinal, ir embora era como um jogo de basquete na rua, quando seus pais te chamam para casa, você estava se divertindo e não queria ir, mas, o fato de ir não quer dizer que o jogo vá terminar por você, não quer dizer que as pessoas deixaram de se divertir ou darão por sua falta, a verdade é que no final das contas a única coisa que acontece quando você vai embora é que com o tempo, alguém melhor vem e entra no seu time, naquele lugar onde você costumava estar, e depois de um tempo, quando você finalmente aparece para jogar, vem aquela coisa quando o lugar onde você costumava se encaixar já não é mais seu e dói, dói consideravelmente e previamente.
A verdade é que no fim das contas, Nicholas Crawford era um marinheirinho qualquer vendo seu navio balançar em uma chuva que ele não preverá e o medo de afundar era tamanho que ele mal podia admitir. Porque assentir com a cabeça e dizer que tudo estava indo bem era a única coisa que ele fora treinado para fazer e além disso, ninguém se importa, a verdade é que ninguém se importa, por isso o esquecimento é inevitável e por isso que quando as pessoas vão embora, elas realmente vão embora. Não apenas em um espaço físico, mas, mental também. Não! Não negue isso para si. Porque no final das contas o esquecimento é uma verdade inegável. Apenas ignore, porque por hora, isso não é sobre verdades inegáveis. É apenas Nicholas Crawford segurando o volante com força antes de dar partida e assentindo para se mesmo que está tudo bem e estava tudo bem.
Estava tudo bem quando ele chegara na Estação Naval em Staten Island. Estava tudo bem quando ele cumprimentara Trend Ripper e fora encaminhado até sua nova sala, estava tudo bem durante a apresentação do projeto de um novo porta aviões, quando ele voltou para casa e acenou de longe para Ross Foster e Arriela Carter, mas, depois...Despois que Nick cruzou a porta de entrada da sua casa e então tudo aquilo lhe pareceu vazio demais, lhe veio algo sobre ir embora, algo que as pessoas geralmente esquecem. Quem vai, demora bem mais a esquecer que quem fica, porque ir embora, significa que você está deixando para trás as dezenas de coisas que costumava conhecer e acreditar e isso machuca, um pouco – muito – mais do que apenas saudades.
Now d box is filled with tatawa cookies again *grins* #food #addiction #tatawa #cookies