Eu não tenho nada para fazer nada para falar, nada para crer. Tô solta, balançando por aí sem destino, com atrito só querendo sumir.
Tic Tac.

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Eu não tenho nada para fazer nada para falar, nada para crer. Tô solta, balançando por aí sem destino, com atrito só querendo sumir.
Tic Tac.
Eu morria a cada momento antes da hora. Morria com a euforia de amar um alguém que a cada morte minha, propulsava-se a retornar. Eu sempre morria de tanto amar.
Meu mar de amar.
Era curioso saber que tudo o que eu mais achava curioso, era o fato de que todos os curiosos, procuravam amar. Aquelas milhões de curiosidades, procuravam apenas algo para se completar, assim como aquele quebra cabeça que os curiosos amavam se complicar.
Isadora Vieira.
Te disse tantas coisas, mas ao mesmo tempo, não lhe disse nada.
Então o tempo passou e tudo ficou em mim. Guardado, em meio ao amargo.
Em cada passo contrário ao eixo que tu andas, mais um erro tu estas cometendo. Não é o tamanho do passo, mas o quão em frente ele vai. Nem sempre é a razão que se faz decisões, mas sim, a nossa consciência do impulso. Mas é em cada passada em frente que tu andas, é pelo qual aquele mundo que estava parado, começa a girar.
Isadora Vieira.
Viver no extremo da intensidade, é como viver em uma corda bamba. Você nunca saberá de que lado irá cair.
Isadora Vieira.
Sou a página rasgada do teu livro.
Aquela que apodreceu em tua memória.
Culpei as estrelas por todos os meus erros, joguei aos céus minhas angústias e desesperos, mas no fim, quem era a culpada sempre tinha sido eu. Era eu a acreditar que cada flor que brotava em minha vida, não possuía espinhos.