Cinco horas na auto-estrada só para vê-lo. Eu estava sonhando acordada com essa noite havia um tempo e, quando recebi a noticia que haveria uma leitura do velho Buk em um pub da grande NY, eu não podia perder a oportunidade. Então, lá estava eu: com o meu vestido preto decotado, longo e com uma fenda, com os meus fios loiros soltos e retocando o meu batom vermelho, assim que cruzava a rua do bar.
Havia chegado cedo, dava tempo de retocar meu perfume e dar mais uma checada no espelho. Arrumei os meus peitos para ficarem no lugar onde deveriam e então fui em direção ao bar. Pedi um conhaque para não deixar qualquer resquício de timidez atrapalhar o meu único objetivo de ter viajado tanto tempo.
Depois de um tempo, ouvi anunciarem a entrada dele. Era como havia imaginado: cambaleando até o palco, abrindo mais uma cerveja e então começando a leitura de seus poemas. Era interessante o ver dali. O cara que me fizera gozar de tesão varias e varias vezes só por suas palavras, o cara que me fazia bolinar minha vagina de 3 a 4 vezes ao dia quando lia os seus livros, ele estava ali.
Terminada a leitura, eu me posicionei ao bar em um lugar estratégico para conseguir um papo com ele. Então, como planejado, ele sentou a uns 3 lugares de mim e pediu a sua vodka com 7-UP. Ele deveria estar na casa dos 60 agora, pensei. Decidi me aproximar, senti que era a hora de aborda-lo.
- Deixe-me pagar uma bebida para você – disse
Ele me olhou, de cima para baixo, analisando-me sem pudor e quando voltava a cabeça para o lugar – depois de descansar o olho na minha perna amostra, graças a fenda da saia que se abria quando eu cruzava minhas pernas, e então decair os olhos nos meus peitos – ele direcionou o olhar ao meu. Aquele olhar faminto, insaciável.
- Grande! – Disse ele, dando um leve sorriso que mostrava aqueles seus dentes amarelados.
Pedi mais um conhaque para mim e a vodka dele.
- Você já me fez bater muitas por você – disse quando ele tomava o primeiro gole de sua vodka. As minhas palavras o fizeram travar a vodka, por um momento, em sua boca e depois a engoliu, a seco.
Então, recostei minha perna – vagarosamente – na dele. Ele levantava e abaixava a sua perna, para roça-la em mim. Para cima e para baixo.
Trocamos algumas palavras sobre besteiras do cotidiano e, em súbito, fez-se silencio entre nós.
- Poderíamos continuar a beber na minha casa, tenho um vinho ótimo – disse ele – Qual é o seu nome mesmo?
- Sim, nós poderíamos. Com nome fica mais fácil de dar cara as suas historias não é mesmo? – dei um sorriso de lado quando tomava meu ultimo golo de conhaque – Me chamo Amy Wright.
Ele deu mais um daqueles sorrisos amarelos e então seguimos em direção ao seu fusca azul. No carro, ele bolinava minhas pernas, eu gostava daquilo. Ele era realmente um velho safado.
- Sente-se. Pegarei as taças de vinhos para nós dois – Disse ele, enquanto ia em direção a cozinha e eu me acomodava no sofá.
A casa dele era simples, como eu imaginava. A sala tinha um sofá, uma tevê e, no cômodo ao lado, ficava a cozinha e uma mesa. Na área visível aos meus olhos, predominava bitucas de cigarro e garrafas de bebidas vazias.
Ele voltou com a taça e sentou ao meu lado, quando bebíamos o primeiro gole de vinho.
- Gostou? – ele perguntou
- É um ótimo vinho. Mas não é por isso que estamos aqui, de verdade, é? – disse enquanto tirava a taça de sua mão e a colocava, junto com a minha, em cima de uma mesa de canto que ficava do lado do sofá.
Subi um pouco meu vestido e passei minha perna esquerda por cima das deles e me encaixei, sentando no seu colo, bem rente ao teu corpo e com o olhar grudado no dele. E então comecei a beija-lo. Tinha a sensação de beijar um cinzeiro molhado em cerveja. Mas gostava daquilo. Daquele halito, da forma como ele prensava a boca na minha, da frenquencia que o beijo assumia. Eu sentia o seu pau endurecer e torcia para que ele não tivesse bebido tanto para não conseguir gozar.
- Vamos para cama – ele disse.
Então eu levantei, sem nenhuma palavra, e caminhei para o quarto. Ele levantou e veio logo atrás.
Quando chegamos no quarto e ele, como de costume, começava a retirar a sua roupa para então entrar dentro da coberta, eu o impedi e disse “Deixa isso comigo”. Fui desabotoando a sua camisa e a tirando, levemente. Não desgrudava os olhos dos deles. Tirava a sua calça e depois a sua cueca. Desci meus olhos até o pau dele. As veias latejavam. Agachei diante de sua pica e abocanhei-a. Eu enchia minha boca naquele pau, chupava até o talo, usava toda a minha criatividade naquele momento. Comecei a ouvir uns gemidos, imaginei que ele gozaria e, então, ele me retirou dali e me jogou na cama, rasgou meu vestido – abrindo mais a fenda- e retirou minha calcinha em poucos segundos. Num súbito, ele já estava em cima de mim e enfiava o seu pau no meu grelho, que já estava bastante molhado. Ele estocava com toda força. E bimbava e bimbava e bimbava. Retirava o pau quase todo e enfiava ele até o talo outra vez. Cheguei, por um momento, a achar que ele furaria o meu útero. Ele foi aumentando a velocidade e começava a pingar de suor em mim. Eu estava começando a perder o controle do meu corpo e, sentia a cada estocada, um estouro de prazer. Até que, depois de uma estocada bastante forte, ele caiu sobre mim. Ainda permanecia com a pica dentro de mim e estava com a respiração ofegante. Ficou alguns segundos por ali e depois caiu para o lado e dormiu.