Are you mine? (no)
Feeling alone is a fucking plague. I want you. I want you. All I ever wanted was you (but you're gone, you were never mine and my heart is shattered).
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Are you mine? (no)
Feeling alone is a fucking plague. I want you. I want you. All I ever wanted was you (but you're gone, you were never mine and my heart is shattered).
areal.
O meu riso ecoava nas paredes, falso até mesmo pra mim. Já não fazia sentido tentar e sorrir amarelo, já era tarde demais pras pequenas partes de mim. Não havia um único fragmento que restasse inteiro, não havia uma partícula que não houvesse ruído e desistido, deitado ao chão e chorado até ressecar. Eu já não passava de manchas no tecido da vida, lágrimas suadas que correram contra o mundo até que eu evaporasse. Meus passos já não marcavam o chão. Eu caminhava como um fantasma, deixando apenas sombras, deixando apenas rastros fracos que olhos contra o sol jamais veriam. Eu deixava de existir a olho nu, eu deixava de ser som e sorriso, eu deixava de ser. Minhas pernas cansadas dobraram contra o chão, meu corpo encolheu-se contra si mesmo, meus pulmões cansados demais de respirar, tentavam parar. Eu já não queria insistir. Deixar de tentar soava doce. Parar de respirar me soava pacífico. E eu mirei um ponto na areia, pra onde me arrastei, e ali deixei de ser pra sempre. Me juntei ao vendaval e desisti. Virei particula, pra sempre no ar, pra sempre nas memorias, parte da praia. E nada mais.
Leave, please.
I want to take you off of my lips. Because it burns and hurts and aches and carve scars in places so well hidden in my soul that you were the last one to have me close, to embrace me, to seal my lips with your lips and entagle your hands in my hair. It kills me that the last embrace I remind is yours, that the last time I closed my eyes and felt at home was in your arms. It pains me that I can't remember what tenderness feels like without having you as reference. You were there. You were here. I felt you, only you, in all the corners of me that can sense.
I hate it.
I hate it that I can't forget, no matter how many photos I delete, no matter how many rants I write to take you off of my brain. You're still here and I can see your eyes when I close mine, that stupid green shining through my memories like a fucking beacon. I hate it. I hate that I want to see it again. That I want to be close to it again. So, please, make it stop. Make me stop wanting to rip my brain off so I can stop thinking about you. About us. So leave, please. Leave my mind already. Live my lips already. Live my life already.
(and don't ever come back).
Com ele aprendi a silenciar. Minha língua dobrava entre os dentes, minhas palavras morriam antes mesmo de ver o sol. Não podia dizer. Não podia soltar. Eu tinha um medo danado de assustar. Mas aí ele foi embora, que diferença fazia se ele foi embora. (E eu fiquei).
Não tá certo você me fazer cair, despencar, me moldar toda á você e me acostumar a ter você por perto, dedos nos cabelos e braços pela cintura, e aí sumir, desaparecer, deixar só as saudades. Não tá certo, amor.
Thainá Caldas.
Me precisa que eu te preciso, me precisa também, amor.
Thaicaldas
biográfico (ou sobre não desistir)
Engole esse choro. Segura tudo com força, com vontade, com medo mesmo de deixar uma única gota de ti rolar. Você é forte, é firme feito rocha. Não se deixa ruir. Não se deixa quebrar. Não se deixa abater.
Fecha esses olhos e respira fundo, fecha esses olhos e tira da mente essas coisas que doem. Dorme, se preciso for. Descansa sua mente, seu coração, sua alma. Deixa o vento tocar nas dores que você não alcança e deixa carregar. Deixa ir embora.
Mas não chora, menina. Não chora, mulher. Você já é crescida, tem que aprender a aguentar o rojão, lidar com a tristeza, com a solidão. Tem que aceitar que as vezes ninguém quer, que as vezes a gente não merece, que as vezes a gente tem que esperar.
Confia, menina. Espera, menina. Vai melhorar. Você vai ver.
Vai ter que melhorar.
Eu finjo que não, mas o peito bate só por você e eu não sei se dá pra respirar com essa ausência.