“but we found nothing.”
“no. we found something.”

seen from United States
seen from United States

seen from Russia

seen from Malaysia

seen from United States

seen from United States
seen from Yemen
seen from United States

seen from Russia

seen from Netherlands
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States
seen from China
seen from Germany
“but we found nothing.”
“no. we found something.”
me: maybe i should start finally getting around to posting for that zombieland au i was writing, i mean i doubt anyone remembers that movie anymore but-
the zombieland 2 trailer, appearing almost immediately after i post the second chapter: haw yee
Guess who just got 10 kills with a charger?
Me odeio de todas as formas possíveis e impossíveis. E não há ninguém, ninguém, que possa mudar isso.
Sabe o que é ter uma mente doentia e um corpo maldito? Se odiar todas as vezes que se olha no espelho, que tem alguém comendo do seu lado, quando a comida desce pela garganta. Quando você vê e ouve o que ninguém mais pode ver ou ouvir, sentindo-se anormal. Enquanto as lágrimas secaram e o sangue não para de escorrer dos cortes nos braços, pernas e barriga. Quando você tem que sair e aguentar tantas pessoas perto de você, o barulho, o cheiro de comida. Qualquer coisa te irrita, te faz surtar. Da vontade de correr pra longe, chorar, gritar. Ficar no escuro na cama com a cabeça a mil. Afastada de qualquer pessoa, de qualquer coisa. Quando no carro não tem mais espaço, alguém tem que sentar no seu colo, por que se fosse o contrário você esmagaria a pessoa o caminho inteiro. Você odiar alguém a ponto de você desejar que esta pessoa morra, desejar poder matar esta pessoa. Parar e perceber que você está machucando todos ao seu redor, quando o que você mais queria era protegê-los do monstro, você. Quando você quer que a escuridão tome conta de você, que apague o ultimo suspiro, o último sopro de vida. Me odeio de todas as formas possíveis e impossíveis. E não há ninguém, ninguém, que possa mudar isso.
Diário.