Petróglifo de Pedra Furada, Touro, 27-12-24
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Petróglifo de Pedra Furada, Touro, 27-12-24
Alguém resiste a uma bola?
Remedios Varo e Constelações. (Tauro, detalhe de Criação com Raios Astrais (1955) e detalhe de Retrato do doutor Ignácio Chavez (1957), você pode ler mais sobre o quadro clicando no link.
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Remedios Varo and Constellations. (Tauro, detail of Creation with Astral Rays (1955) e detail of Portrait of doctor Ignácio Chavez (1957).
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O Touro e a Sereia
...Eis que um belo touro branco, de feições nobres, vigoroso, com cornos parecidos ao crescente lunar, os quais não infundiam medo algum, apontou ao longe, no alto do monte. Aproximou-se devagar, em seu bailado tranquilo, em direção às pedras à beira-mar e prostrou-se diante daquela sereia.
Nadando contra a correnteza
Hoje li um livro chamado ‘’Pedidos de uma suicida’’ da autora Ella Ferreira, e embora eu seja uma pessoa que sempre está pensando sobre tudo e questionando as coisas, eu cheguei a uma conclusão: não temos pensamentos próprios. Enquanto meus olhos passavam por todos aqueles pensamentos da personagem, foi ficando ainda mais evidente essa afirmação. O ser humano tem algo inexplicável que beira ao insano.
Ultimamente estou vendo as pessoas comentando ‘’nenhuma experiência é individual’’, e isso é um fato. Quando encontramos alguém fazendo algo que seria considerado anormal, pensamos ‘’puxa! Mas essa, sim, é um experiência individual’’, só que, ao pensar assim, devemos imaginar o porquê aquela pessoa se colocou naquela situação específica. Para sentir algo diferente? Para ir contra a correnteza? E como é se sentir indo contra a correnteza? É bom, é divertido? Eu posso dizer que não. Essa necessidade de nos encontrarmos em lugares que outras pessoas jamais poderiam acessar pelo simples fato de querer ser único, é exaustivo. Você já tentou nadar contra a correnteza no sentido literal? Cansa para caramba. Eu nunca tentei. Não sei nadar. No entanto, posso afirmar que no sentido figurado da coisa, eu já tentei nadar e não foi nada satisfatório.
A personagem Kay deve ter tentado nadar contra a correnteza e se cansado, afinal de contas, acabamos assim; acabamos vendo que não existe propósito algum. Tudo é lindo, mas vai só até aí. Nada além disso. E enquanto tentamos procurar uma razão, enquanto tentamos ser importantes para além do que o nosso corpo aguenta, nossos braços se cansam e o nosso corpo afunda, porque a correnteza é violenta demais. Saber a sua importância e o seu limite é algo que todos nós, como indivíduos, deveríamos aprender. Nem tudo é sobre você e nem tudo você precisa aguentar, às vezes acenar e relaxar a cabeça no travesseiro, pode fazer bem. Ou não. No final, sempre estaremos a milhão, não importa o que eu ou você falemos.
♉︎ A.Z