JessiCÃO traindo o próprio movimento, bicho:

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JessiCÃO traindo o próprio movimento, bicho:
Não tenho mais paciência para duas pessoas nas redes sociais:
1. Feminista que fala de trans o tempo todo;
2. Mulher que, seja elogiando ou criticando, fala de macho o dia inteiro.
Dá uma segurada aí, mermã.
Tá rolando uma polêmica envolvendo o lançamento de uma editora desaplaudida (uso esse termo porque essa editora já se envolveu em polêmicas anteriormente, inclusive ameaçando mulheres — isso faz muitos, muitos anos, então procurem vocês as fontes sobre, o Google taí). Mas só quero deixar esses dois argumentos brilhantes da Maria Elisa Melo sobre a ideia de que "pra ser mulher, basta acreditar e passar um batom". E beijos, as notificações de comentários serão desativadas porque é domingo, estou de folga e não quero me estressar. Mas fica aqui meu reforço: transativismo precisa ser um movimento diferente do feminismo, o primeiro não precisa anular o segundo e vice-versa, mas tem diferença de tratamento para quem nasce com ppk sim, e nenhum homem de saia e salto suportaria um dia passando pelas reais violências que uma mulher sofre, a vida da mulher não é a propaganda da Avon.
Você sabia? No feminismo, a recepcionista verifica cada genitália de quem aparece no portão e barra a passagem das não-biologicamente mulheres. Deve ser assim que cada branca salvadora que abraça todas as causas pensa quando uma feminista diz que o transativismo é um movimento tão legítimo quanto e, por isso mesmo, deve ser separado do feminismo. Separação não é exclusão.
Adendo: critico pessoas, não movimentos (não, nem sempre foi assim, mas aprendi a diferença). Os ativismos que me dispus a conhecer têm suas falhas sim, normal. Mas o problema maior está em determinadas pessoas. E essas pessoas - mal educadas, debochadas e insensatas - são as que mais têm textão compartilhado por aí, perpetuando sua ignorância, preconceito e necessidade de atenção. É contra essas pessoas que falo (e não, não tenho medo nem vou parar).
No feminismo radical (sim, é sobre isso), concordo que feminismo é uma coisa, transativismo é outra. E a biologia importa sim, nesse caso. Nem por isso vou reduzir pessoas a "homem de saia" ou "mulher com p1nt0". Deboche não é ativismo. Vocês já se perguntaram quais pessoas essas mulheres ajudam ou ajudaram? Há testemunhos? Porque aqui, só chegam prints delas ofendendo outras. E, mesmo quando não chegam, tenho a infelicidade de encontrar seus comentários em publicações de amigas. Então, ninguém me disse, nada foi forjado, eu vejo. E não acredito que tenham sido hackeadas em anos espalhando ódio e desinformação.
Já dei esse conselho várias vezes: cuidado com suas amizades. Um dia, o alvo será você, a vítima será você. Direto vejo amigas minhas, gente que conheço pessoalmente (rads ou não, pois é, tenho amigas rads, grandes e queridas amigas), sendo indevidamente expostas a partir de temas delicados de suas vidas pessoais que jamais deveriam ser discutidos em público - e é assim que essa galera age: pegam uma fraqueza sua e usam contra você na primeira oportunidade.
E no mais: eu mesma já tive chance de fazer isso e não fiz. Primeiro porque não sou ruim, essa certeza eu levo. Segundo que eu não preciso tentar manchar a reputação de quem discorda de mim. Sou adulta e espero que adultos ajam com respeito, por mais desequilibrados que estejam.
Top 7 mulheres mais DOENTES DA CABEÇA que encontrei na internet:
1. Radfem que passa dia sim e dia também ora obcecada por trans, ora ofendendo mulheres com as palavras mais baixas possíveis. Aquela mesma que tem 987 perfis e se intitula "demônia" (nisso tá certíssima). Ela, que ocupa seu tempo arrumando briga online, AMA chamar as outras de desocupada, risos;
2. Editora que tava aqui há cinco anos gritando "linda!" em todas as minhas fotos (e também não tá errada), mas na primeira discordância inventou que fui amante de homem casado porque sei lá quem (homem) que ficou com ela disse isso (ambos nunca me conheceram pessoalmente, detalhe). Também se identifica como radfem e também é obcecada por trans, seu eterno assunto, depois da saúde mental f0d1d4;
3. Farmacêutica de Taubaté que trabalha como tradutora e é farmacêutica quando convém - nas redes, claro. Achava ruim eu falar mal de São Paulo, levava para o lado pessoal e todo mês reaparece em alguma publicação aleatória causando, como sempre. Se proclamava A MAIOR ENTENDEDORA DE COVID na pandemia, até que, perdendo público, começou a atacar professores que prezavam pela segurança deles e de seus alunos e não queriam voltar ao presencial, claro. Um dos "melhores" argumentos que ela utilizou: "não tenho culpa se o filho de vocês é mal educado e não sabe usar máscara, o meu sabe". Recentemente, arrumou briga com escritor e atacou a sexualidade dele pra vencer discussão (???);
4. Advogada que já pertenceu a partido político e, adivinha? Mais uma obcecada por trans - é por causa dessa galera que pautas sérias no feminismo não são consideradas. Hoje, ela não perde a oportunidade de gritar "me contratem!" a cada treta entre feministas na internet;
5. Outra que seguia o padrão "demônica", podem ser a mesma pessoa: "0d3i0 trans" e "feminismo certo é o meu". Não conseguia entrar como docente em nenhuma faculdade e sempre reclamava do "machismo acadêmico" por isso (curioso, né? Outras mulheres conseguem, inclusive amigas dela). Chata até não poder mais, fazia textão com "podem me chamar de chata porque sou mesmo!", mas surtava quando alguém a chamava de chata. Ué?;
6. Tradutora famosa que me "desagnosticou" como paciente depressiva porque, pasmem, fiquei feliz por ter gostado de um sabor de sorvete (never forget esse surto);
7. Iara Dupão.
INTERVENÇÃO PSIQUIÁTRICA JÁ!
O "sentir-se mulher", "identificar-se mulher", é balela pura #transativismo #misoginia https://www.instagram.com/p/CIUfpLSnW5s/?igshid=7cooga2yhy33
São ridículas, tristes e frequentes as pautas desses dois movimentos que tinham tudo para conversar com civilidade, mas não. Todo dia um escarcéu. É suposto equívoco de transativismo que não sai da ponta da língua de radfem e, do outro lado, trans negando mães e mulheres. Queria saber se vocês são filhotes de chocadeira e qual a urgência, qual a agonia pra fazer com que mães não sejam tratadas como mães.
Todo dia um palco diferente para o mesmo surto coletivo. É dar muito espaço e importância pra questões que sequer existem. "DESCOLONIZAR O ÚTERO", porra, gente. Isso nem é uma possibilidade, pra quê se desgastar e fazer viralizar uma inutilidade dessas?
E não é porque eu discordo de você que sou contra você. Mas se quiser me chamar de libfem, também, foda-se. Eu não fico nessa criancice de redução de debates porque não fujo deles classificando pessoas de acordo com o grau de discordância. Cresçam. #pas