Se realiza con éxito la Carrera Familiar de Burbujas
En el marco de la XVII Semana Estatal de Donación y Trasplante, la Secretaría de Salud del estado de Querétaro llevó a cabo la Carrera Familiar de Burbujas, en San Juan del Río.
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Se realiza con éxito la Carrera Familiar de Burbujas
En el marco de la XVII Semana Estatal de Donación y Trasplante, la Secretaría de Salud del estado de Querétaro llevó a cabo la Carrera Familiar de Burbujas, en San Juan del Río.
¿Para cuando va a ser lo del transplante de cabeza? ¿Si sale bien empezaremos a ver famosos con un cuerpo mejor al suyo? ¿Y al revés?
Del 22 al 27 de septiembre, XVII Semana Estatal de Donación y Trasplante
La Secretaría de Salud del estado de Querétaro, a través del Centro Estatal de Trasplantes Querétaro, da a conocer las actividades que se llevarán a cabo en la XVII Semana Estatal de Donación y Trasplante, que se desarrollará del 22 al 27 de septiembre, con la finalidad de fortalecer la cultura de donación de órganos y tejidos.
Filho de Faustão Detalha Planos de Retorno do Apresentador à TV Pós-Recuperação
João Silva, filho do renomado apresentador Faustão, compartilhou detalhes sobre o futuro profissional de seu pai em entrevista ao canal "AchismosTV", de Maurício Meirelles. Após enfrentar múltiplos transplantes de órgãos nos últimos anos, Faustão demonstra grande interesse em se manter atualizado com o universo do entretenimento, esporte e conteúdo digital, sinalizando um possível retorno à…
Brasil bate recorde de transplantes em 2025
O Brasil registrou 31 mil transplantes em 2025, um recorde histórico no país. O número representa crescimento de 21% em relação a 2022, quando foram realizados 25,6 mil transplantes. O resultado reflete o avanço da logística e da organização do sistema em todo o país, com o fortalecimento de parcerias institucionais e a ampliação do acesso dos pacientes aos transplantes. A consolidação da…
Brasil bate recorde de transplantes em 2025
Foram realizados mais de 31 mil procedimentos, 21% a mais que em 2022 Agência Brasil Publicado em 07/05/2026 - 07:32 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Divulgação/ Governo do Estado do Rio de Janeiro O Brasil registrou 31 mil transplantes em 2025, um recorde histórico no país. O número representa crescimento de 21% em relação a 2022, quando foram realizados 25,6 mil transplantes. O resultado reflete o avanço da logística e da organização do sistema em todo o país, com o fortalecimento de parcerias institucionais e a ampliação do acesso dos pacientes aos transplantes.
A consolidação da distribuição interestadual, coordenada pela Central Nacional de Transplantes, tem sido decisiva nesse processo. Em 2025, essa estratégia viabilizou 867 transplantes renais, 375 hepáticos, 100 cardíacos, 25 pulmonares e quatro de pâncreas, contribuindo para atender prioridades clínicas e reduzir perdas de órgãos mais sensíveis ao tempo de isquemia. Os resultados também refletem o esforço conjunto entre o Ministério da Saúde, companhias aéreas e a Força Aérea Brasileira (FAB) para garantir o transporte ágil de órgãos e equipes de captação e transplante. Em 2025, foram feitos 4.808 voos — um aumento de 22% em relação a 2022 —, o que contribui para que os órgãos cheguem a tempo ao destino, ampliando as chances de transplante e salvando mais vidas em diferentes regiões do país. Houve também aumento no número de equipes de captação, o que contribui para ampliar a identificação de doadores. Esses profissionais passaram de 1.537, em 2022, para 1.600 em 2026. Apesar dos avanços, ainda há um desafio importante: a recusa familiar à doação de órgãos. Hoje, cerca de 45% das famílias não autorizam a doação, o que limita o número de transplantes que poderiam ser feitos. Essa é uma decisão que ocorre em momento difícil, de dor e impacto emocional. Por isso, falar sobre o tema com a família faz diferença. Quando o desejo de ser doador é conhecido, a decisão se torna mais segura e pode ajudar a salvar outras vidas.
Capacitação
O Ministério da Saúde tem investido na qualificação do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Entre as iniciativas está o Programa Nacional de Qualidade na Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Prodot), que prepara profissionais de saúde para identificar potenciais doadores, conduzir entrevistas com acolhimento às famílias e qualificar todo o processo de doação. Mais de mil profissionais de saúde já se formaram nos estados de Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Tocantins, Distrito Federal, Mato Grosso, Goiás, Alagoas, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Recorde
O transplante de córnea foi o mais realizado em 2025, com 17.790 procedimentos. Em seguida, aparecem os de rim, com 6.697; medula óssea, com 3.993; fígado, com 2.573; e coração, com 427. Em todos os casos, o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece aos pacientes toda a assistência necessária de forma gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante. O SUS financia cerca de 86% dos transplantes no país, assegurando acesso gratuito e universal. Para garantir atendimento qualificado, o Ministério da Saúde também destinou mais recursos para o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) em 2025. Enquanto em 2022 o investimento foi de R$ 1,1 bilhão, no ano passado os recursos federais alcançaram R$ 1,5 bilhão, um crescimento de 37%.
Transplantes
O acesso ao transplante de órgãos, tecidos ou medula óssea no Brasil ocorre por meio do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Para ingressar na lista de espera, o paciente deve ser encaminhado a um estabelecimento de saúde habilitado, onde passa por avaliação de equipe médica especializada e realiza os exames necessários. Confirmada a indicação para o transplante, a equipe responsável faz a inscrição do paciente no sistema, registrando também as características do doador compatível com o seu perfil clínico. A lista de espera por transplantes é dinâmica e varia de acordo com a condição clínica dos pacientes e a disponibilidade de doadores compatíveis. O SNT passou por modernização nos últimos anos, com a incorporação de novas tecnologias e a ampliação do acesso aos serviços especializados. Entre essas iniciativas, destaca-se a Prova Cruzada Virtual, que permite avaliar previamente a compatibilidade entre doador e receptor, reduzindo o risco de rejeição e conferindo mais agilidade ao processo. Edição: Graça Adjuto
O Coração de Porco e a Alma de Castidade: Uma Epifania Suína no Vaticano
Habemus Porcum! Numa demonstração de agilidade intelectual que deixaria qualquer corredor de Fórmula 1 tonto, a Santa Sé acaba de abrir as portas do Éden aos transplantes de órgãos animais. Sim, caros fiéis: a partir de agora, o seu corpo pode ser um condomínio de luxo para fígados de vaca ou rins de suíno, desde que o bicho tenha sido tratado com a cortesia de um lorde antes de passar o testemunho (ou o órgão).
É refrescante ver tamanha abertura à modernidade científica. É quase como se o Vaticano tivesse decidido saltar diretamente da Idade Média para a Bioengenharia do século XXII, esquecendo-se, por mero lapso de memória, de passar pelo século XX.
A Nova Arca de Noé (Versão Cirúrgica)
A lógica é de uma clareza cristalina:
Sexo antes do casamento? Nem pensar. É uma afronta à ordem natural.
Preservativo para evitar doenças? Um pecado contra a vida e a "abertura à procriação".
Um rim de um porco geneticamente modificado? Entre, por favor, e sinta-se em casa ao lado da aorta!
Parece que, para a doutrina atual, é mais aceitável ter um pedaço de Sus scrofa domesticus a bombear sangue nas veias do que usar um pedaço de látex para evitar o azar. O Vaticano, com a sua característica visão de longo alcance, parece dizer-nos: "Meus filhos, não usem métodos contracetivos para controlar a vida, mas fiquem à vontade para reescrever o código genético de um suíno e instalá-lo no vosso tórax."
O Paradoxo da Carne
É fascinante observar as prioridades éticas deste documento de 88 páginas:
Questão Ética Posição da Igreja Nível de "Vanguarda"
Divórcio Proibido (O que Deus uniu, o homem não separa). Século XII
Pílula Anticoncecional Contrário à natureza humana. Século XIX
Xenotransplantes "A teologia não exclui o uso de qualquer animal".
A mensagem é clara: o casamento é indissolúvel, mas a barreira entre as espécies é perfeitamente negociável. Se o seu cônjuge for insuportável, terá de aguentar até ao fim dos seus dias; mas se o seu coração falhar, pode sempre pedir um "upgrade" ao setor suinícola mais próximo.
"É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um católico divorciado comungar... a menos que o camelo forneça as córneas para o transplante."
Conclusão: Uma Questão de Design
Estamos perante uma instituição que ainda vê o prazer não-procriativo como um desvio moral, mas que olha para um porco transgénico e vê um generoso dador de peças sobresselentes. É a "Bioética à la Carte": conservadores na cama, mas autênticos transumanistas no bloco operatório.
Resta-nos esperar que, com a entrada de tantos órgãos animais no rebanho do Senhor, a Igreja não comece a exigir que os porcos também confessem os seus pecados antes de irem para a faca. Afinal, se o coração é de porco, convém que a alma continue imaculada — e, de preferência, sem qualquer vestígio de látex ou de um divórcio civil no currículo.