diferente?não,é só uma probabilidade
Quem nunca já imaginou um presente diferente, na qual á vida não seria a mesma? Sempre me pego imaginando essas probabilidade, mesmo sendo 0,0001% de acontecer. Sabe aquele romance que não deu certo? pois é, com certeza, se desse, você estaria diferente, com felicidade ou com mais tristeza. Vou-lhe contar uma história, não me culpe se não for de romance ha ha ha
Talvez ele n se lembre do primeiro dia que ele me conheceu, lógico, era só mais uma prova, uma turma que não conhecia, fez uma confusão por causa de uma cadeira, e ficou se gloriando por ter vestido um camisa camuflada, afff.
Nem tinha começado a prova, ele jogou uma bomba pra cima da gente, que iria ficar conosco no próximo ano, como eu fiquei ? Super com medo. Depois, muito tempo depois surgiu uma duvida, será que ele se lembra disso? explicarei mais adiante.
Por enquanto, o tempo voou, chegou o grande dia de conhece-lo um pouco mais, já que íamos passar uma grande parte do tempo se encontrando. Me pergunto pq ele tinha feio aquilo no ano passado? se ele era muio legal desde o primeiro dia.
Como todos os primeiro dia de aula, não foi nada diferente daquele, só para explicar o que iria acontecer durante o ano, quando estava prestando atenção na matéria, na quele dia n percebi algo diferente, e sinceramente, n sei quando foi o momento que ele olhou para mim de forma diferente, pois n sabia que tinha outas formas.
Dias se transformou em semanas, semanas em meses. É, o tempo voou um pouquinho ha ha ha. Minha amiga, tinha um laço de cabelo, aqueles com tique-taque, sabe qual é? Achei fofinho, então coloquei no meu cabelo só para agradar a vontade da miga, quem nunca fez algo pela sua amiga? Só não sabia que ele iria reparar.
me lembro bem, acho que naquele momento foi um sinal de “sim” da minha parte, mesmo eu nunca tenha mandado este sinal. Já estávamos na semana de prova bimestrais, com um único gesto ele fez tocou no lacinho, como eu sou meia boba, deu um leve sorriso que fez meu laço (que não era meu) sair do lugar no momento que ele tocou.
Levei numa boa, super de boa, para mim, ele achou legal que tinha uma laço na cabeça, talvez quisesse dar um para alguém. E, mais uma vez, passou semana, meses.
Sei que está curioso sobre o que acontece neste meses, mas para aliviar sua curiosidade, não aconteceu nada, era tudo normal, eu vinha para aula e, ele também, sentávamos, andávamos, comíamos o lanche e voltávamos pra aula de novo e depois íamos em bora, como qualquer outro estudante fazia, exceto aqueles que matavam as aulas na quadra.
Como já matei sua curiosidade, vou pular o tempo para o quase final de ano. Como era representante tinha contato de a maioria das pessoas. Estávamos em um projeto da escola, mandei mensagem para ele do celular do meu pai, pois na época n tinha celular mesmo, sim é possível viver sem celular. Lógico, que ele pensou que fosse meu, só que não esperava que ele retornaria com uma mensagem depois.
Durante o ano todo letivo, vire e mexa, via ele abraçando outras pessoas com seu jeito de ser, não tinha muito de diferente comigo, abraçava na mesma intensidade e jeito.Mas, algo mudou perceptivamente.
Em uma aula, ele soube que eu gostava de pé de moça (meu doce preferido), mas não saiu da minha boca, neste dia cheguei um pouco atrasada, já estava matéria no quadro, quando meu amigo falou se não estava sentido cheiro de pé de moça no ar ha ha ha, logo eu perguntei, quem tem pé de moça ? Começaram a me zoar, dizendo que sentia o cheiro a quilômetros de distancia (não me lembro exatamente o que ele disse, mas a intenção foi a mesma ) kkkk, então ele me mordeu um pedaço e depois me deu o restante.
sinceramente, como não esperava nada, pensei que só era uma forma fofa que ele fez comigo, não tinha algo a mais.
Passando alguns dias ele me pede um favor, de comprar um café e amendoim para ele na lanchonete, bem achei isso meio estranho, ele nunca me pediu nada, mas não podia dizer “não”, já que, não tinha nada pra fazer naquele dia. O estranho foi ele perguntar e o jeito que ele perguntou “vc pode comprar para mim?” respondi que sim com a cabeça, mais uma vez “ Vc pode comprar para mim?” E mais uma vez, sim com a cabeça. Não foi uma pergunta por acaso, mas ele chegou um poco perto de mais do que ele normalmente chegava. Na verdade eu queria falar “não”, mas como poderia falar não naquela hora?
depois desse acontecimento vira e mecha ele me pedia para comprar, achava aquilo um saco, pois tinha que andar, e não queria andar. Foram poucas vezes que ele me pediu, no máximo 4 se é que me lembre ha ha.
Não demorou muito para que ele me mandasse uma mensagem, mas lembra que o numero não era meu? Perguntando “vc está aí?” Meu pai com toda educação do mundo falou, “aqui é o pai dela, se quiser falar com ela, fale neste numero” Não me recordo o que aconteceu depois.
Quando meu pai chegou em casa, ele me falou o ocorrido, peguei o numero e falei com ele, mas só queria saber se que matéria estava . Disse que sim, como era representante, não achei nada de diferente.
Mas, na escola ele não ficou o mesmo, tinha aquele olhar distante, não tinha mais o brilho nos olhos. Pedi desculpas por não ter avisado a ele, mas n sei por que tinha que fazer isso, n tinha feito nada de mais, mas tinha aquela sensação de pedir desculpas ou nunca iria ser mais o mesmo. Fiquei um pouco preocupada com a frieza daquele coração. Fiz que meu coração estava falando.
Tempo depois, começamos a conversar, perguntou se estava solteira, disse que sim. Na aula, ele fez algo ousado, ‘já que não tem ninguém na fila, eu vou entrar “ Fiz uma cara de duvida, ou de espanto, não me lembro bem, mas foi o bastante para no final ele dizer que estava brincado, para não levar a sério.
Bem, foi isso que eu fiz, deixei pra lá.
conversamos mais um pouco, foi então que tudo foi revelado, sim ele gostava de mim, eu eu dele. Já tinha acabado o ano letivo, então ele me convidou sair para conversar sobre este assunto, sobre os anseios, o que nós sentíamos um pelo outro,as dificuldade que íamos ter.
Fui, coloquei uma roupa não muito sexy nem muito normal do que ele já me tinha visto. Coloquei tudo na mesa, que gostava dele, que queria ter uma filha com ele, que estava preocupada por ser mãe de um menino que não conhecia. Lá colocamos os pontos nos “ is “, ou quase todos.
logo que começamos a namorar, notei algo que não tinha percebido, ciumes, ele n suportava que andasse com outros meninos, nem falar com eles, ficava de olho nas minhas redes sociais, não podia usar roupas mais sexy.. De um simples namoro, virou um terror.
Mas, estava apaixonada, n enxergava o que estava acontecendo. No segundo ano de namoro, me mudei para o apartamento dele, não demorou muito e veio a nossa filha - Ester Souza. Já estava fazendo faculdade nesta época, mas ele não queria que continuasse, então eu desistir.
No terceiro ano, não consegui mais, brigávamos quase todos os dias, não queria aquela vida. Varias e varias vezes, me perguntava, se não tivesse ido naquele encontro? se não nos conhecesse ele na quele ano de escola? se teria 0,1% de chance de estar feliz? com outra pessoa? ou até mesmo sozinha, mas feliz?
O meu problema, foi n ter meu pé no chão, ser racional sim. No quarto ano, me separei. Já tinha virado outra pessoa, não era eu mesma.
Agora, passou anos e anos, nunca conseguir me relacionar com outra pessoa, com medo de ser a mesma coisa. Ester já está grande, passa um final de semana comigo e outro com o pai.
mas, me pego sempre em outra vida, com a probabilidade de 0,00001% de acontecer algo que não fosse essa vida, uma vida na qual eu não posso ter, jamais terei.
Só resta a esperança que minha filha não seguirá os meus passos. Por isso,meu caro leitor, não se deixa enganar-se por uma paixão momentânea. Analise cada movimento, que nem no xadrez, nem que isso leve um dia, semana até meses, mas avalia. Não deixe que pequenas probabilidade seja esquecida, assim, talvez, tenho alguma chance de ser feliz 90%.













