Em 1984, Carlos Drummond de Andrade publicou no jornal Cometa Itabirano o poema “Lira Itabira”. O poema é uma denúncia, que, passados todos estes anos, ainda permanece atual. Carlos Drummond já imaginava o conflito entre a mineradora e a vida do Rio Doce. “O Rio? É doce. A Vale? Amarga. Ai, antes fosse Mais leve a carga. Entre estatais E multinacionais, Quantos ais! A dívida interna A dívida externa A dívida eterna Quantas toneladas exportamos De ferro? Quantas lágrimas disfarçamos Sem berro? Essa tragédia deve servir de alerta para que possamos repensar este modelo de desenvolvimento. É preciso que a exploração da mineração seja fortemente taxada, e seus recursos destinados a um Fundo, destinado à saúde, à educação e a iniciativas de preservação e recuperação do meio ambiente. https://www.brasildefato.com.br/node/34030/ #natrureza #vidasperdidas #valeassassina #corrupção #governoscorruptos https://www.instagram.com/p/BtGAeqhAJ2A/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1ol4ovnvrtrc4