Título: Reverberação Nankin sobre Papel Nankin on Paper 21↔ x 29,7↕ cm

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Título: Reverberação Nankin sobre Papel Nankin on Paper 21↔ x 29,7↕ cm
Jacqueline du Pré
Cselló csendül, érme perdül. Um violoncelo está a tocar, uma moeda atira ao ar. (A pillanat örök.) Elveszve Lisszabonban 🇵🇹 161. Perdido em Lisboa #perdidoemLisboa (Basta ter olhos para ver…)
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(helyszín: Baixa-Chiado, Lisboa) https://www.instagram.com/p/CVCeXZMI4LU/?utm_medium=tumblr
Habacuque cap. 3 “V. 17 Porquanto, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas, V. 18 todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação.” . . . Deus é bom o tempo todo! . . . . . . #Deuséfiel #Deusébomotempotodo #ccb #cello #violoncelo #osenhoremeupastor (en Alphaville Industrial, Barueri) https://www.instagram.com/p/CQ1CUotjtGc_reJHPoYibCOlRAdHmt6y2lvzWY0/?utm_medium=tumblr
Guilhermina Suggia (1885-1950)
Guilhermina Augusta Xavier de Medim Suggia nasceu em 27 de junho de 1885, na freguesia de S. Nicolau, no Porto. Suggia revela uma tendência prematura para a música e tem como primeiro professor de violoncelo o pai, Augusto Suggia, que reconhece na filha o seu imenso talento musical. Guilhermina Suggia era uma mulher muito culta, uma mulher de muitas experiências, uma conquistadora nata, tinha uma lógica própria. Toma a corajosa decisão de ser violoncelista profissional, sendo a primeira mulher a fazer carreira a solo e a atingir tão grande êxito nessa profissão. Em 1903, Suggia com 17 anos, foi a primeira mulher solista a tocar na Gewandhaus. Nunca um intérprete tão jovem havia actuado com a orquestra, muito menos como solista e menos ainda do sexo feminino. O êxito foi total e, face aos pedidos do público, o maestro pediu-lhe que repetisse o concerto na íntegra. Começava aqui o seu sucesso internacional. A partir daí, as portas dos grandes centros musicais europeus abriram-se de par em par. Guilhermina não mais parou de ser chamada a tocar, sempre com críticas que a classificavam como excecional. Em finais de 1913, Suggia partiu para Londres onde foi repetidamente aclamada, enchendo salas e recolhendo aplausos sem fim. No dia 1 de Novembro de 1924, Virginia Woolf escreveu no seu diário: ´Como sempre, estou cheia de trabalho, estafada. O que me vale é pensar que na 3ª feira vou ouvir Suggia´. Em 31 de maio de 1950, toca pela última vez em público, num recital no Teatro Aveirense, para os sócios do Círculo de Cultura Musical de Aveiro. Antes da 2ª Grande Guerra, Suggia regressou a Portugal, ao Porto, sua cidade natal, prosseguindo a carreira internacional sem mácula, até à sua morte em 30 de Julho de 1950. Visando distinguir o melhor aluno do Curso Superior de Violoncelo do Conservatório de Música do Porto, é instituído por vontade testamentária da violoncelista o Prémio Guilhermina Suggia, atribuído pela primeira vez em 1953. Guilhermina Suggia, violoncelista, foi um génio ímpar que dedicou toda a sua vida à música com uma entrega e paixão sem limites.
Em 1923, o pintor galês Augustus John haveria de deixar na tela para a posteridade um pouco da fibra e da atitude interpretativa de Guilhermina Suggia durante as suas actuações. Conforme o próprio relatou, durante as sessões no seu atelier, Suggia tocava Bach. É divino o momento que capta o pintor. Coloca-lhe, por isso, um fantástico vestido vermelho.