Read an excerpt: This is Our Place by Vitor Martins
Three teens -- in three different decades -- navigate life, love, and family in Vitor Martinss heartfelt new novel that spans generations. Perfect for fans of Tales from the City and Simon vs. the Homo Sapiens Agenda.
If the walls of Number 8 Sunflower Street could talk ...
As Ana celebrates the new millennium, she is shocked to learn that she must leave behind her childhood home, her hometown, and -- hardest of all -- her girlfriend for a new life in Rio de Janeiro.
Ten years later, Greg is sent to live with his aunt -- who runs a video rental store from her garage and owns a dog named Keanu Reeves -- as his parents work out their not-so-secret divorce.
And ten years after that, Beto must put his dreams of becoming a photographer on hold as the Covid-19 pandemic arrives in Brazil, forcing him to live with his overprotective mother and overachieving sister.
Set in and narrated by the same house, Number 8 Sunflower Street, and in three different decades -- 2000, 2010, and 2020 respectively -- This Is Our Place is a novel about queer teens dealing with sudden life changes, family conflict, and first loves, proving that while generations change, we will always be connected to each other.
Olá pessoas extraordinárias, hoje eu estou aqui com mais um post voltado para ilustrações.
Tenho três postagens antes desta que também falo de ilustrações e tals --> Minhas ilustrações + pessoas que me inspiraram,
As ilustrações fofas de Fran Meneses e Conheça a maravilhosa Luiza de Souza.
Há algum tempo atrás, lá estava eu só com a vontade de desenhar mas sem saber por onde ir, que estilo seguir, como começar de verdade a ilustrar, que materiais usar. Mas uma coisa me ajudou, nesta época eu já seguia vários booktubers e foi em um deles que eu peguei na mão.
Eu estava assistindo um vídeo dele onde falava que para descobrir o seu próprio traço você tem que fazer um frankenstein, pois você tem que pegar as coisas que mais gosta de outros ilustradores, mais um toque especial seu, e aí você vai aos poucos conseguindo um traço original seu (obvio que não foi com essas palavras, mas foi mais ou menos assim). Fiquei com aquilo na cabeça, mas como naquela época eu estava bem no comecinho, eu não queria ter nada parecido com os outros, eu queria desenhar como ele, IGUAL a ele, o VM era 100% das minhas inspirações.
E obvio que isso não deu certo, se você que está aí do outro lado da tela quer ilustrar 100% com um traço de outra pessoa é melhor desistir. Primeiro você vai ficar o tempo todo comparando o seu desenho com o dele e isso vai te desmotivar, pois o seu sempre vai sair inferior, e segundo, eu acho meio impossível você conseguir .
Não fiquei com isso na cabeça por muito tempo, por que fui vendo e seguindo outros artistas, e foi mais ou menos assim: “Nossa como ele desenha as mãos de um jeito legal”, “como este desenha as pernas de um jeito diferente!” e por aí vai.
Mas você me pergunta “Bruno você achou o seu traço?” e minha resposta é: eu acredito que não e acho que estou ainda um pouco longe disso, mas cada praticada já é um passo amais não é mesmo?
Mas agora deixa de enrolação e vamos no que interessa, quem são as pessoas que mais me inspiro atualmente.
Acho que é meio obvio né, mas o Vitor Martins foi quem mais me influenciou no meu traço, pelo menos no começo foi, os olhos redondos, os formatos dos narizes e as bochechinhas rosadas são 100% de origem VM.
Outra pessoa, que fui conhecer o trabalho de verdade no final de 2016, é a Frannerd, o que mais roubei dela para fazer os meus Frankensteins foram as cores.
As primeiras copics que comprei foram de cores mais vivas e não deu muito certo, não, estavam ficando horríveis a pintura nos desenhos, aí quando eu ia desistir dos marcadores e ir para a aquarela eu conheci ela. Amo demais a paleta de cores desta mulher, e graças a ela dei mais uma chance para as copics e não me arrependi. Ah e outra coisa que peguei dela são aquelas arvores de bolinhas (não são essas aí de cima que estou me referindo), que vocês já devem ter visto em algum desenho meu, e também os pontinhos que coloco espalhados pelo desenho.
São só duas pessoas até agora que mais pego inspiração, mas desejo que cada vez mais eu pegue mais partes de outros desenhistas para cade vez mais meus Frankensteins ficarem mais originais. Pegar e original são palavras que não se combinam muito, mas acredito eu, que neste assunto combina sim.
Canais: Vitor Martins, Fran Meneses.
Tumblr: vitor martins, frannerd.
Então é só isso por hoje galera. Não esqueça de me sguir nas redes sociais, principalmente no insta, deixar um coração aí em baixo, seguir o blog e compartilhar o post. Até a próxima!
(as ilustrações ao decorrer do post são do Vitor Martins)
Felipe é um garoto solitário que sofre bullying por ser gordo. Tudo o que ele mais quer é aproveitar a calmaria da sua casa durante as férias de julho, mas isso se torna impossível quando descobre que o Caio do 57, sua paixão secreta desde a infância, vai passar as férias com ele e a mãe.
Imagem de capa: Reprodução Amazon
#quinzedias #vitormartins
Raimskie Read: Here the Whole Time by Vitor Martins (@vitormrtns) . It’s official! This book is my fastest read this year! . I cannot begin to tell you all how much I am in awe and love with this book. . [FULL BOOK REVIEW on @raimskiereads and on my #BookTube with the same name.] . 🇨🇦🍁 🤗 📕📙📒📗📘 🤗 🍁🇨🇦 . #RaimskieReads #HereTheWholeTime #VitorMartins #Felipé #Caio #FelipeCaioi #Felcaio https://www.instagram.com/p/CUbCL_mPlB5/?utm_medium=tumblr
Vocês já chegaram em um ponto da vida literária de descobrir que certo gênero literário já não funcionam mais? Recentemente passei por essa situação com Um Milhão de Finais Felizes. Foi com ele que descobri que romances YA contemporâneos (sejam eles hétero ou lgbtq+) não possuem mais o mesmo apelo de antes comigo 😔 ⠀ Se eu tivesse lido esse livro uns dois, três anos atrás, com certeza a experiência teria sido completamente diferente e mais positiva. Porém, ao longo da leitura, eu percebi que o meu eu de hoje não consegue mais se conectar com as situações e dúvidas que personagens desse gênero vivem... ⠀ Eu fico um tanto triste com essa situação pois romances YA foram de grande importância na minha formação com leitora e me passaram vários ensinamentos. Mas nem tudo está perdido e eu tenho esperança que futuramente apareça um livro que me desperte novamente para o gênero... ⠀ Agora eu quero saber de vocês? Já passaram por essa situação antes? • • #editoraalt #vitormartins ##ummilhãodefinaisfelizes #lgbt #nacional #youngadult (at São Luís, Brazil) https://www.instagram.com/p/CB77OpXDy1r/?igshid=qwchaz1nzdql
#Repost @ivanlinsoficial • • • • • • minhas reverências e meu afeto. Gostaria de lhe agradecer o lindo vídeo com a minha canção (com a maravilhosa letra de Vitor Martins), Bandeira do Divino, composta em 1979, face a ditadura militar vigente. Até parece que o tempo não passou. Nosso Divino Senhor, definitivamente, não é o que professam estes donos do poder. O deles é sádico, intolerante, violento, homofóbico, racista, misógino, falso, incendiário. O deles não pertence a uma religião. E sim, à uma seita. Religião é para tornar o homem mais digno, mais generoso, mais pacífico, mais gentil, mais solidário, mais humano, mais honesto, mais honrado. Ou seja, existe para melhorar o homem. O deles não merece o nome de "Deus". É uma ofensa. Um desrespeito. O nosso Deus perdoa. O deles não. Eles não aprenderam nada com as lições maravilhosas de Jesus Cristo. Mas falam em nome dele em vão. Mas não devemos ter raiva ou ódio deles. Isso cega, emburrece, imbeciliza a gente. Nos tira o equilíbrio de alma e espírito. Nos afasta do Senhor, que tanto nos ama e nos quer bem. E era isso que gostaria de dizer-lhe, com toda a admiração que passei a ter por você. Muito obrigado. E cuide-se bem. 🙏 Com todo apreço e estima, Ivan Lins . @padrejulio.lancellotti 💛🌿 . #ivanlins #vitormartins #bandeiradodivino #mpb #ditadura #pejuliolancellotti #ditadutanuncamais (em Conceição de Macabu) https://www.instagram.com/p/CBJjBaFgsZgV5ynG_h2qytRLBSOoFfkw2m_d1k0/?igshid=193m2hjizh3q2
"Mesmo passando por tanta coisa na vida, você ainda guarda um milhão de finais felizes aí dentro." Essa frase simples consegue passar todas as emoções que o livro Um Milhão de Finais Felizes se propõe ao nos introduzir no universo do Jonas, cuja a mãe é extremamente religiosa e o pai é uma pessoa difícil. Nosso protagonista tem um emprego em uma cafeteria NADA convencional, sua vida muda quando ele conhece Arthur e juntos eles vão desbravar o mar das emoções e descobrir o significado de amor. Pense em um livro sensível, tocante e alegre. Vitor consegue traçar uma linha reta sem erros com os personagens, ele desconstrói o conceito de família e apresentar uma visão de muitos jovens que tem medo de se assumir. Uma leitura necessária nos dias atuais. #lgbt #nacional #jonas #UMDFF #vitormartins #brasil #leia #Livros #literatura https://www.instagram.com/p/B4j4qs7jk7U/?igshid=1f829jj3vm0cd