retaliation on the traitor: Alecto&Emma
Era mais um dia de inverno naquele terrível ano de 1975 em que Alecto estava aos nervos, principalmente por Amycus ter se metido em uma confusão tão surreal no dia anterior que estava internado na enfermaria por ter quebrado uma perna e algumas costelas. E toda essa frustração se somava à raiva de ver tudo de errado que acontecia em volta. Mestiços, nascidos trouxas... Onde aquilo iria parar? Se não houvesse uma limpeza daquele tipo de gente, em algum momento da história da magia não haveriam mais sangues puro e isso fazia a pele da bruxa se arrepiar, era pior do que uma história de terror, não gostava nem de pensar nisso. Mas diferente de uma história de terror que dá medo, essa dava uma fúria surreal na loira. Pior do que isso eram bruxos de sangue puro que não viam problema, que socializavam com o pior tipo de gente que existia naquela escola. E um ótimo exemplo era Emma Vanity. Ela era do quarto ano e pertencia à Sonserina, além de ser uma sangue puro, não tinha como aquilo não ser pessoal, ela com certeza agia daquela forma para atingir a Carrow. Toda aquela informação era de deixar os olhos fervendo, não podia permitir aquele tipo de coisa passar, e tinha que manter bem claro para qualquer um que quisesse saber que Alecto Carrow não estava ali para brincadeiras.
Naquele fatídico dia, com uma forte neblina, haveria um jogo de quadribol entre a Sonserina e a Corvinal. Não é que seria uma ótima oportunidade para se vingar? Riu enquanto caminhava para fora do castelo, pensando nas inúmeras coisas que podia fazer para que a traidora percebesse o que estava fazendo. E nada mais justo do que a sorte estar ao seu lado; Enquanto se aproximava do campo de quadribol, avistou sua vítima já pronta para o jogo, então tratou de apertar o passo e se aproximar dela. - Faça um bom jogo, Vanity. Contamos com você. - Falou bem baixo, perto da audição da garota, ainda estando atrás dela, apenas para lhe dar um pequeno susto de início, afinal, queria que ela soubesse de quem estava vindo um presente tão inesperado.