I like how it's a known thing that coheed always plays welcome home as an encore song and now everyone's making memes about what the encore will be at the GA1 neverender
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Turno de Iniciação | Parte 2
Welcome home... Again!
Três… Dois… Um! E a jovem Sullivan pulou do trem, aterrissando com um baque na cobertura do prédio, apenas ralando de leve os braços pelo atrito de seu corpo com as pedrinhas dali. Assim que se pôs de pé, saiu em disparada, garantindo para si um lugar bom, onde ela conseguisse ver bem e ouvir o que o instrutor dizia. Quando ele mencionou que teriam de pular naquele poço aparentemente sem fim, muitos empalideceram, inclusive ela. Não exatamente por medo, mas digamos apenas que suas expectativas fossem de que o início ali fosse diferente. Como uma nascida na Audácia, ela conhecia cada canto do local, mas nunca em sua vida vira essa parte da iniciação, sequer cogitara tal existência. Quando questionados sobre quem iria primeiro, ela viu uma garota de cabelos escuros já se por à frente e pular. Ela conhecia a tal, não eram exatamente amigas, mas já havia conversado. Lola era como a chamavam, se Margot não se enganava. Em seguida, um dos garotos foi, pulando com uma indiferença admirável para um Careta. Em seguida, mais uma garota, a qual deixou Marg levemente irritada por ter se posto em sua frente quando ela iria. Sabia que aquilo podia lhe dar alguns pontos de vantagem, então não poderia se dar ao luxo de demorar. Abrindo caminho entre várias pessoas, ela acenou com a cabeça para o instrutor e, sem delongas, se jogou. Conteve um grito que queria escapar por seus lábios, fechando os olhos e apenas esperando o fim daquilo.
Mais cedo do que pensava, atingiu o fim da queda, se enroscando na rede de cordas grossas. Deixou um suspiro escapar por seus lábios ao que ela ria baixo, ainda incrédula de seu ato. Ela tinha feito, tinha conseguido! Contudo, sua comemoração pessoal foi interrompida por um balançar da rede, que a fez olhar na direção em que Hunter a chamava. Ele era um de seus amigos próximos, portanto, ela sorriu e estendeu a mão para ele, aceitando a ajuda para sair dali. Com um sorriso, ele perguntou — Muito bem, senhorita. Já sabe qual será seu nome daqui pra frente? — disse ele, erguendo uma sobrancelha de maneira amigável. Sem hesitar, ela respondeu com o apelido que há muito haviam lhe dado — Nightmare. — Logo em seguida, ele anunciou que ela era a quarta a descer, atiçando o orgulho que ela tinha de si mesma. De cabeça erguida, ela se juntou aos outros que já haviam descido, conversando baixo enquanto esperavam os demais chegarem. Após serem apresentados às regras e aos locais - que ao menos ela já conhecia -, foram liberados no refeitório, onde ela sentou-se entre os velhos amigos, ou ao menos, aos que sobraram de sua turma.