{ Eita, tretagem na dash. Deixa eu ver isso q }
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{ Eita, tretagem na dash. Deixa eu ver isso q }
Então você está falando com seu amigo, e alguém te interrompe
If you asked me how I'm doing, I would say I'm doing just fine. I would lie and say that you're not on my mind. - Pov
Luke estava deitado em sua cama, observando o teto do quarto, com as mãos cruzadas sobre seu peito. Tentava manter a mente vazia de pensamentos, mas aquilo parecia uma coisa quase que impossível, considerando o que lhe acontecera nas últimas semanas, que lhe renderiam um turbilhão de coisas para pensar, o que era horrível. Tudo o que mais queria era esquecer aqueles dias. Enquanto isso não acontecia, talvez fosse mais seguro não conversar muito com outras pessoas, já que seu estado parecia estar sendo notado por elas, que provavelmente questionariam o por quê de estar assim, e notariam caso inventasse algum outro motivo, por não ser um bom mentiroso. De forma alguma diria a verdadeira razão de não estar se sentindo bem, seria idiotice sua o fazê-lo. Esquecer tudo. Era isso que tinha de fazer. Nada mais que isso.
Respirou fundo, passando os dedos pelos cabelos, suas tentativas frustadas de dormir um pouco começavam a o irritar. Levantou-se bruscamente da cama, precisava sair e tomar ar fresco. Para onde iria não importava, só queria sair dali. Pegou o violão, o colocando nas costas, descendo rapidamente as escadas, fechando a porta logo depois - mas não de chave, já que seus companheiros de cabana provavelmente não estavam com a chave de lá - . Começou a caminhar sem rumo pelo camp, com as mãos nos bolsos e o instrumento balançando levemente em suas costas, e por sorte não cruzou com ninguém no percurso que fizera.
Passado algum tempo, o garoto decidira parar em algum lugar, pois já estava se cansando de andar tanto, e o local mais próximo que havia para ficar era o hall da piscina. Foi em direção até lá, sentando-se num dos bancos que haviam, e puxando seu violão para a frente. Soltou um longo suspiro, aquele lugar o trazia lembranças de Diamond. Os dois foram lá no verão passado, uma das primeiras conversas deles, para falar a verdade. Era impressionante que naquela época ele nem imaginasse o que aconteceria mais tarde. Não imaginaria que meses atrás seu mundo tornaria-se outro. Não imaginaria que iria para Nova York, distanciar-se de tudo e todos. Também não imaginaria que a cidade nova lhe traria boas surpresas. Que haveria amigos do camp por lá. Que encontraria Dia por acaso naquela imensa cidade, entre milhares de pessoas. Que o acaso faria com que ganhasse uma nova melhor amiga. E principalmente, que iria gostar dela.
Dedilhou as cordas do violão, a garota não saía do seu pensamento. Se soubesse que iria gostar de Diamond, e que as coisas seriam do jeito que foram, talvez tivesse sido melhor o acaso ter sido mais cauteloso e não tê-lo feito encontrá-la na loja de donuts. Ele gostava dela, já admitira para si mesmo, mas agora desejava que o sentimento sumisse completamente de sua cabeça. Gostava do sorriso da garota, de ouvir sua risada, ou simplesmente de estar com ela. Era bobo de sua parte admitir tudo isso, quando esta o apenas via como amigo, e gostava de outro garoto. Era dolorido, também. A última conversa que tivera com ela acabara com toda a esperança que tinha, pelo que suas amigas haviam lhe contado, ela gostava dele. Dissera isso para todos, não dissera? É, mas mentira, e ouvir aquilo vindo da boca dela, foi como se tivesse sido pisoteado.
"Você foi a primeira pessoa que veio a minha cabeça. Eu não queria que soubessem de quem eu gosto, então falei que era você." Sentira-se completamente estúpido. Mais ainda por ter tido esperanças, por ter sido tolo a esse ponto. Ele era só o amigo. E era isso que sempre seria. Luke não tinha nada de especial, nem nada que fizesse alguém sentir-se assim ao lado dele. Respirou fundo, dedilhando as cordas do violão mais uma vez. Não tinha coragem de falar com Diamond mais uma vez, não depois do que ela dissera. Aquilo o afetara, e muito, coisa que detestava concordar. Se ela perguntasse algo sobre aquilo, ou como ele estava, no entanto, diria que estava tudo bem, não confessaria o que sentia, faria com que a garota sentisse pena dele. O mais inteligente a se fazer naquela situação em que apenas quem saia mal era ele, era esquecer. Levantou-se de onde estava sentando, colocando o violão sobre um dos ombros, voltando para a sua cabana com um único pensamento, uma única palavra na cabeça. Esquecer.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
~~CORRENDO EM CIRCULOS COM ESSE CLIPE
Hey beliebers, vms ''conversar''? Olha, eu vi essa pergunta no facebook e fiquei curiosa em saber a opinião de vocês. Se um dia, o Justin pedisse VOCÊ em casamento, só que com UMA condição: Você nunca mais veria sua família. Aceitaria, ou não?
Não me deixem no vacúo, prfvor ;3
Amargo é o mundo sem você