I'm Bella Baxter
sobre mim e o meu blog
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from South Korea
seen from United States

seen from Kazakhstan
seen from Spain
seen from China
seen from Malaysia

seen from Singapore
seen from China
seen from United States

seen from Italy
seen from Kazakhstan

seen from Australia

seen from Germany
seen from China
seen from China
seen from United States
seen from Germany
I'm Bella Baxter
sobre mim e o meu blog
Dragon - Jung Jaehyun
n/a: eu nem gosto do jae mais hard, mas enfim, já tinha começado com ele e é isso. eu ñ revisei, se houver erros my bad.
Boa leitura!
•
Ele tinha as pernas espaçadas, a mão deslizou pela própia coxa, como uma provocação. Você suspira, seguindo o percurso que a palma faz até parar perto do joelho. Sobe o olhar para o torso de Jaehyun, por fim, o rosto.
Ele também te analisa. Presta atenção em como você esfrega as pernas e tem a postura um pouquinho tímida na frente dele.
– Eu posso sentar no seu colo?
Ele tomba a cabeça pro lado, sorri, porque você parecia tão adorávelmente linda. As covinhas apontam nas bochechas do Jung.
– Quer sentar no meu colo? – Você assente. – Vem, doçura.
A forma como a cada vez que ele falava com você e deixava escapar o "doçura" no final de cada frase te fazia sorrir bobinha e regojizada.
Vai, rapidamente, senta-se sobre o quadril largo, encaixa-se adequadamente na pélvis masculina. Suas mãos espalmam o peito, é quente e a respiração de Jaehyun está relaxada. As mãos dele pousam sobre sua cintura, exercendo uma pressão aprazível.
Encara os olhos gateados, desliza uma das mãos sobre a bochecha dele. Jaehyun ostenta aquele sorriso quase melódico demais, as covinhas sobressaem-se. Dedilha os lábios macios, inclina o rosto, planta um selinho e ele te puxa para um beijo.
Suspira com a língua umida deslizando pelos seus lábios, como mordisca-os suavemente.
O toque finda e você gosta de como ele permanece analisando seu rosto, gosta desses momentos que antecedem algo mais intenso. Não existe tantas palavras, os toques normalmente falam muito por si, os olhares são igualmente íntimos ao extremo.
A tatuagem chama sua atenção, você toca com ponta dos dedos o dragão gravado na pele leitosa. A pulsação da jugular aponta nos dígitos, o coração batendo rítmicamente.
Aproxima a boca do pescoço largo. É quente e o perfume te deixa tonta por um momento. Suspira o almíscar gostoso, era algo refrescante, como hortelã. Sua boca saliva, aproxima e toca devagar, superficialmente. Beija. Arrasta os lábios por onde e como consegue.
A excitação gradativamente cresce, seu corpo esquenta de maneira que você se sente entorpecida e mais ousada. Chupa devagar a pele, prende suavemente entre os dentes, faz com que Jaehyun reaja, aperte a sua cintura mais firmemente.
– Tá brincando com fogo, doçura... – Ele avisa, engole o excesso de saliva. – Se você soubesse o quanto eu quero você agora. – Uma das mãos desce, sobrepõe sua nádega a larga um aperto ali. – Abrir essa sua bucetinha, só parar quando você tiver escorrendo com minha porra. Se soubesse as coisas que eu quero fazer com você, não brincaria desse jeito.
Jaehyun movimenta o quadril um pouco, simulando uma estocada. Ele quer que você tenha percepção do membro duro, roçando no seu centro. Você ronrona desejosa.
O estômago revira, excitado. Você derrete com as palavras.
– Faz Jae, eu quero...
– Você sabe qual é a palavra de segurança, não é? – Indaga e sorri quando escuta você recitar "cereja". – Muito bem, doçura. O papai vai cuidar de você.
Ele a ajuda a se despir e repete o mesmo processo. O clima no quarto parece volátil, quente, tocando sua pele e irradiando a temperatura.
Você deitada-se sobre os lençóis de seda, seus tornozelos são presos assim como seus pulsos por uma espécie de corda ligada as extremidades do móvel. Fica como uma estrela, exposta ao máximo.
A restrição dos movimentos a deixa ainda mais excitada, o estômago revira. A posição deixa suas pernas espaçadas de forma que você não pode fechá-las.
O homem se põe de joelhos entre elas, segura um chicote de couro, a ponta possuía um formato reto. A extensão desliza pelo meio dos seus seios até seu ventre, deixando um rastro gelado e ansioso por onde passa. Sobrepõe o monte de Vênus até a vulva. Suja o tecido na umidade, esfrega o couro sobre seu clitóris, devagar, como se possuísse controle de todo tempo mundo. Então, ele bate sobre o nervo, um primeiro atrito que faz uma lamúria sair dos seus lábios.
– Será que você consegue gozar só com isso? – Devaneia, retóricamente. Sua mente titubeia com a ideia. Ele empurra a ponta do tecido sobre o montinho, numa leve carícia, antes de bater outra vez. Você sobressalta-se, ofega. – Bater até você chorar gozando pra mim?
E você sabe que ele vai tirar prova daquela suposição. O açoite ganha altura e choca-se com sua pele de maneira firme, de forma que o som do encontro reverbera aos seus ouvidos. Enche o lado sádico de Jaehyun.
Ele transita numa justa medida, bate, acaricia e fica dessa maneira como bem quer.
Você não consegue pensar quanto tempo durou, mas a cada palmada seu corpo sobressaltava-se e aquela onde dolorosa e aprazível era enviada por sua espinha.
A região entre suas pernas queima, entorpecida pelas palmadas. Você sente a carne latejar, não só de desejo, quando o tecido atinge pela última vez sobre o seu clitóris. Você goza intesamente. Os ouvidos parecem abafados e todo a carne do seu corpo oscila sensível. Um gritinho escapa por sua garganta, lânguido e arrastado.
– Papai... Jae... – Você murmura, chorosa, seu rosto está molhado pelas lágrimas. Cada músculo das suas pernas dói, seu clitóris pulsa dolorosamente. A sensação formigante ainda persiste no meio das suas pernas, como a ressaca dos movimentos do chicote.
– É assim que eu queria você... – Ele diz, os olhos sádicos estão sobre seu rosto vermelho. – Não sabe como você tá linda assim, chorando pro seu papai. – Ele agarra seu queixo, roça a boca na sua. A sua respiração descompassada se junta com a dele. – Diz pro seu papai o que você quer agora, doçura.
– Eu quero você, Jae... – Exibe um beicinho. – Quero dentro de mim...
Ele esfrega o nariz sobre sua bochecha e ri irônico. Sopra a provocação: "Eu sei que você quer... Tá com a buceta toda vermelha, mas não tá satisfeita enquanto não tem um pau fodendo você, não é?
Então, seus pulsos e tornozelos são soltos, agora você pode movimentar a física como quer. Sente a apatia pelo orgasmo recente, piscando os olhos devagar.
Jaehyun te sobrepõe outra vez. Serpenteia a língua por um dos seios, envolve o mamilo durinho, faminto. Repete a ação com outro. A boca impiedosa maltrata o busto, mordendo chupando a pele da clavícula e pescoço.
Roça entre suas pernas antecendo o deslize conciso para dentro de você. A boca forma um 'o', extasiada com a grossura dentro da sensibilidade.
A cabeça pende para trás quando ele joga o quadril de levinho, a lentidão anormal é angustiante.
Porém, ele traz de volta a aspereza.
Os movimentos de Jaehyun são firmes. Ele empurra o quadril no seu saindo inteiramente e voltando agressivo. Aperta os dedos sobre o osso da bacia de forma que a marca permanecerá por dias ali. O cabelo sedoso cai sobre a testa suada, a mandíbula travada, sério.
A queimação prazerosa que irradia entre suas pernas é agoniante.
E quanto mais perto do ápice mais obstinado o Jung se torna. Ele enterra a cabeça no seu pescoço e rosna grave ao finalizar dentro de você. Mantém os movimentos até que você estremeça sob ele, esticando-se toda. O líquido espesso flui tão bem, te deixa cheia. Você geme, pressiona as mãos nas omoplatas masculinas. Seu corpo estremece violentamente e durante os segundos que seguem você não sente nada além do entorpecimento.
Marchesi 1824 - Jung Jaehyun
n/a: essa é a continuação - pequena :p - de honeymoon!
Boa leitura!
•
Depois de tê-lo convecido a ir turistar pelas ruas da Itália, você não pôde resistir àquele banho proposto.
O cheiro aprazível de pêssego preenchia seu olfato, a espuma com uma coloração singular coral cobria seus busto e a água morna envolvia sua pele e músculos como um relaxante. Suspira baixinho, voltando a atenção aos olhos de Jaehyun presos nos seus.
Sentado do lado oposto da cerâmica, ele tem o cabelo acinzentado molhado que cai pela testa alva, o torso fora da água cintila à meia luz das velas aromáticas e te faz se perguntar como ele poderia ficar ainda mais bonito daquela forma. Às vezes achava que todo aquele amor estava comendo seus neurônios porque sempre se tornava uma boba encantada com o Jeong. Era inacreditável.
Engole o excesso de saliva e volta a como ele a chamou antes de saírem do hotel. Não era a primeira vez, mas sempre aquecia por dentro quando dito por ele.
– Sabe, eu gosto quando me chama de senhora Jeong. – Você confessa, desvia o olhar para a espuma de sabão, um pouco retraída, brinca com a textura molhada e macia.
Jaehyun sorri docemente com as covinhas. Observa seu rosto atencioso, a voz aveludada pronúncia baixo e arrastado: – Minha senhora Jeong.
Você deita mais o corpo sobre a água, uma parte do queixo submerge. Olha provocativa para ele, os cantos de lábios repuxam num sorriso satisfeito. Seu pé esgueira-se pelo peito do Jung, ele agarra-o entre os dedos, massageia.
– Vem aqui... – Chama, rouco.
A excitação em ambos é quase palpável demais. Nem a água a uma temperatura mais amena consegue aplacar a febre vertiginosa que sobe pelo seu corpo e deságua entre suas pernas. E você vai, hipnotizada pelo olhar de Jaehyun.
Encaixa-se sobre o quadril, bem em cima do membro bem acordado. Jaehyun segura sua cintura e suas mãos pousam sobre o peitoral esguio, sobem ao pescoço vultoso. É difícil prender o sonzinho manhoso e satisfeito que desgarra da sua garganta quando toca a pele igualmente febril, porém mais firme. Não evita inclinar-se para prender os lábios dele com os seus, beija-o preguiçosamente.
Jaehyun, então, desce um pouquinho, morde suavemente seu pescoço, sobe os lábios úmidos por sua mandíbula, alcança os lábios outra vez envolvendo-a num ósculo mais intenso e urgente. Suspira baixinho quando ele mordisca seu lábio inferior.
Beijar Jaehyun era sempre tão bom, seja os que eram rápidos e bagunçados ou os de momentos como esse que conseguiam te deixar ainda mais sem fôlego e derretida. A boca do Jeong tem ainda os resquícios do vinho, do gosto agradável e caro de chocolate da Marchesi 1824 e do Jazz de algumas horas antes.
A sensação vertiginosa soma-se à fome latente entre suas pernas. Seu quadril instintivamente movimenta-se desejoso. O clitóris roça sobre o pau abaixo de você. Desgruda a boca da dele, ofegante.
– Amor... Jae...
– Quer dentro de você, hm? – Indaga compassivo, ganha um assentir.
Ele te ajuda a erguer o quadril, alinha-se na sua entrada, dilata a fenda na grossura, os centímetros ganham espaço vagarosamente. A ponta do membro alcança fundo, a buceta pulsa sensível envolta, cheia até a borda. Aperta os olhos firmemente e acredita que poderia chegar ao ápice apenas com aquilo. Não evita rebolar suavemente, quase babando.
– Tava toda brava com seu jaezinho mais cedo, hm?? – Ele diz zombeteiro. Uma das mãos sobe até o cabelo da sua nuca, puxam devagar. – Cadê sua marra agora, senhora Jeong?
Você até poderia rebater arisca, mas o mar de prazer que aponta te deixa com o raciocínio lento. Está concentrada no deslizar firme dentro de você, que acaricia as paredes sensíveis e te torna ainda mais molhada que a água que está submersa. Ergue os quadris, pra cima e pra baixo. Desliza sobre o pau como se fosse dependesse daquilo para respirar corretamente.
Os seios redondinhos captam a atenção de Jaehyun que não perde tempo em mordiscar o biquinho de um deles, envolver com a língua faminta. Depois reveza atenção com o outro. Suas mãos emaranham-se no cabelo sedoso, os quadris trabalham com mais intensidade, lascivos ao extremo.
O prazer irradia pelos seus músculos da sua coxa, e o nó no seu estômago parece mais apertado. Espreme os dedos nos fios dele, choramingando manhosa quando goza. Jaehyun vem logo após, joga o quadril pra cima com firmeza, a água fica revolta pela agressividade. Até que te enche da gala quente gemendo rouco.
Encosta o rosto sobre o ombro forte, ambos arfantes e saciados, e você não pode deixar de brincar: – Tá vendo? Eu sou uma mulher de palavra.
•
Lolita - Lee Donghyuck
• Inspirado em Lolita by Lana Del Rey
" Existia em você um prazer egocêntrico quando aqueles garotos da faculdade a chamavam por todos aqueles apelidos doces, ou corriam atrás e faziam tudo que você pedisse num estalar dedos. Entretanto, existia uma exceção:
Donghyuck, o capitão do time de basquete. Ele sempre a olhava com aquele olhar superior e irônico, corria a língua pela boca antes de usar palavras afiadas e rudes com você. Além de que ele nunca cedia a você.
Até aquele dia.
Foi levada, agressivamente, para o canto escuro de um beco, durante uma festa da fraternidade.
– Haechanie... – Cantarola com a voz meiga. – Eu já te disse. – Estala a língua. – Você não entendeu? Eu não sou como as outras.
Ele corre a língua pelo interior da bochecha. Confirma com a cabeça, aproxima-se colando os corpos.
– É, não é. – Diz entredentes, contra seus lábios. Os olhos queimam irritados encarando os seus. Os dedos envolvem seu pescoço. – Você é uma boneca, hm? Um bebê? Não é assim que aquele otário do Mark te chama? – Ele ri, irônico. – Mas sabe de uma coisa? Eu sei lidar com você.
Aperta mais os dedos na sua garganta, seus olhos marejam e, diferente das atitudes, ele sussurra doce "Vai ser meu bebê hoje também, não é?"
E você não resiste em ser o bebê que Donghyuck vai tratar do jeito carinhoso dele.
E, durante aquela experiência, você podia jurar que nenhum daqueles outros garotos a derretiam como Donghyuck."
. ゚Olá! Você pode me chamar de Jéssica!
✶ Lista de Leitura: 1, 2
✶ Spirit: 👻
✶ Conta pessoal: xpapillonx
✶ Doação de Plots
.
🍓 Regras sobre pedidos:
— Primeiro de tudo: Os pedidos podem demorar um pouco, esteja ciente!
— Para quais grupos eu escrevo? NCT; EXO (excessão do Jongdae porque tenho respeito a um homem casado) e BLACKPINK;
— Escrevo com qualquer coisa, a excessão de cenários ou fetiches que envolvam qualquer tipo de violência extrema como a presença de facas, armas e afins; e, também, nada muito estranho como, sei lá, golden shower. Posso tentar algo com wax play (alguém pede algo com isso, ou eu vou morrer), no entanto.
— Não escreverei sobre headcannons, apenas imagines/cenários.
— Podem me mandar pedidos sobre nomin (como namoradinhos) :)
— Essas são as regras, por enquanto, se houver algo a mais eu digo!
— Os pedidos vão estar abertos até sábado à noite.
.
Amoooor, como vc se sente sabendo que daddys home?
sinto muuuitas saudadess suas 😽😽😽💋💋💋
ME SINTO ADORÁVEL, HOJE TEM!!! (o tempo passou muito rápido tbm)
Amigaaaa ainda hoje eu tava relembrando nossas conversas do clube do livro 😭 a gente precisa fazer algo!!!
vc ainda vai fazer review do álbum do jaehyun? A sua é mais acurada e eu estou com esperanças
kkkkkk sim, claro, só vou esperar essa poeira baixar pq acho que no momento ninguém tem clima