TW: Incêndio criminoso, morte, atentado de incêndio.
Yejin é uma dançarina profissional e artista de parede que nasceu em Julienne Rose. A dançarina nasceu em meio ao caos de sua família, que também eram donos de mercados da cidade, os pais brigavam demais e os irmãos sempre fugiam de casa. Num ataque de ciúmes, o pai cometeu um incêndio criminoso na casa da família Choi. Todos os integrantes da família, inclusive o pai, morreram. E Yejin, aos seus 7 anos, passou a se culpar pela morte da família. Passou a morar com os avós, que mesmo não sendo a família mais rica da família, a ajudaram muito a completar o sonho dela de se formar em dança, porém, os pesadelos da culpa sempre a cercavam, fazendo com que a garota se culpasse, isso impedia ela de trabalhar.
A arte terapia e a psicóloga em conjunto ajudaram a garota, que também passou a trabalhar com Arte na Parede, e tendo isso como trabalho secundário. A juventude continuava sendo boa, e conseguia trabalhar, morava perto da avó e conseguia curtir a vida que antes não queria ter, justamente por ter perdido a família toda num acidente, que não era um acidente. Justamente quando estava melhor que antes, foi quando quase foi queimada viva assim como seus pais. Um atentado à casa dela e das outras de uma mesma rua.
O fogo que espalhou naquele dia foi pior do que tudo que poderia ter sentido em toda sua vida, e então desejou ter morrido, desmaiou ao meio o fogaréu. Foi acordada horas depois num hospital e a reação não foi a esperada, pois não aguentava mais viver naquilo, sentia que não deveria estar ali. Que o fogo era um sinal. E desde então tem medo de qualquer fogo alto que apareça em sua frente, e tenta distrair disso com seu emprego, que é o que mais ama na vida.
O sétimo mês do ano de mil novecentos e noventa e cinco não foram fáceis para a mãe da menininha que nasceria por volta das cinco da manhã do dia vinte e seis. A senhora Lee Minah teve problemas durante toda a gestação, e a bebê já era considerada uma maldição por parte da família da mãe, isso ficou pior depois do nascimento da menina, onde Minah teve complicações e preferiu manter o bebê e ir daquela pra melhor. Isso não deixou ninguém contente, mas a família Lee poderia ser malvada se quisesse, e abandonou o pai e sua família com a bebê, esta que ganhou o nome igual o de sua mãe, bem parecido, nasceu Im Mina.
Ao serem chutados da casa onde moravam com a família Lee em Gangnam, o sr. Im passou a morar ali perto e garantia a sua nova franquia de academias, esta que começou no local onde o homem nasceu: Mugunghwa, que ficava em Ulleung-do. Mina cresceu com o pai em Seul, tendo as melhores condições, mas infelizmente estando perto da família que a desprezava demais. Mina virou a cantora da família Im, cantava em bares e eventos das academias do pai, fez cursos de maquiagem e gostava de compor e fazer covers. Porém, seu anseio era poder comandar os negócios da família, afim de ter um futuro promissor, assim como seu pai era.
Em meio aos últimos preparos de sua formação e da festa de formatura, Mina conheceu quem descobriria mais tarde ser sua prima por parte de mãe: Minah. A mulher tinha a mesma idade que ela e era a neta favorita, a inspiração, e possuía o mesmo nome da mãe de Mina, visto que ela era a irmã de sua tia. No entanto, ao estarem no mesmo local, Mina ficou encantada com a menina e a possibilidade dela ser a prima “boa” da família. Mas não foi isso. Ao ser convidada para o after de sua formação, Mina sofreu uma tentativa de sequestro pela prima, a qual se jogou do carro e lutou por sua vida, e durante a luta descobriu que a menina tentaria roubar seu lugar afim de pegar as heranças da família Im.
Com todas as medidas tomadas, o susto foi grande, e Mina era forte, se mudou pra cidade natal do pai afim de que não fosse mais atacada e assim fez, tornou-se a nova dona da academia local de sua família e ali, fugiria de quem tanto lhe machucou, mesmo tendo a restrição cabível tomada pela justiça coreana.
Son Naeun morava com seus pais em Seoul, a caçula de 3 irmãos e a única que ainda morava sobre seu teto. A jovem havia recém se formado em educação física, sempre se interessou por esportes desde muito nova, participando de pequenos times esportivos durante a high-school, se tornando capitã do time de vôlei. Mas ela estava passando por uma fase complicada, não sabia se havia escolhido a formação certa, seus pais sempre lhe deram todo o apoio que a mesma precisava, mas ainda assim não poderia deixar de pensar se era isso oque realmente queria. Claramente possuía alguns outros "talentos" sempre fora uma boa oradora, sabia se comunicar bem, sem contar que possuía um bom vínculo com as câmeras. Son Naeun acabou se tornando modelo para custear seus estudos e lazer, não era nada tão grandioso assim, mas a jovem conseguiu alguns trabalhos.
Seu avô morava só em Mugunghwa, havia se mudado para lá a muito tempo, a fim de ter uma vida sossegada com sua esposa, essa que havia falecido, por conta disso acabou aceitando se mudar com sua mãe para a vila, seria uma fase de recomeço enquanto poderia espairecer em um novo ambiente, além de poder se aproximar mais de seu querido avô Oh Kyungsoo, homem mais velho apesar da idade avançada, gostava muito de conversar e sair pra jogar, batia ponto quase todo dia. Seu avô morava em Or Kinablue (casa 286) havia se estabelecido lá a muito tempo, antes do local crescer e se expandir, mesmo não tendo crescido ali, poderia notar isso muito bem, e bom, pra sua felicidade havia conseguido uma vaga de instrutora de yoga na academia, dessa forma poderia desenvolver seu currículo.
Naeun é uma jovem animada com energia para dar e vender, sempre foi a "palhacinha" da família, aquela que animava o ambiente. Seu brilho estava um pouco fraco, por isso se mudou para Mugunghwa, e isso parece estar fazendo bem pra garota, pois já está a uns meses por ali.
Temas de interesse: Angst, crack, fluffy, hostility, violence.
Faceclaim: Mark - NCT.
Twitter: MV98HC.
OOC: +18 ela/dela.
TW: Imagens estroboscópicas.
TW: Menção à tráfico, drogas ilícitas, drama familiar e crimes de dano.
Cube, uma balada inspirada nos anos 70, e conhecida por ser uma das estruturas de discotecagem mais bonitas de Toronto, foi criada em 2010 por Carson Hwang, com o seu melhor amigo e co-diretor à época, Adam Jones. Carson, antes de focar no ramo de entretenimento para adultos, formou-se em Produção Musical e teve seu próprio estúdio durante quatro anos e meio. Após esse período, colocou a estrutura à venda e adquiriu a atual locação da segunda maior fonte de sua renda, a nightclub, Cube. Assim como a maioria dos empresários, trabalha durante o dia como Customer Success, remotamente, profissão que toca a segunda principal fonte de renda. Já Adam, seu companheiro e atualmente sócio-investidor, é quem atua frequentemente como possuinte, sendo quem aparece majoritariamente nas reportagens, notícias e divulgações relacionadas ao negócio.
A primeira vez que Carson se aproveitou dos bons contatos do amigo foi quando uma operação conjunta fiscalizou cinco boates localizadas em Toronto, todas com suspeita de favorecimento na venda e distribuição de drogas ilícitas. Nessa época, durante o período de dois meses, Cube foi interditada pela Prefeitura local sob a afirmação de que o estabelecimento compactuava com as práticas dispostas à acusação. Junto com a confirmação de negligência à segurança dos frequentadores e uma multa de alguns milhares de dólares, Carson foi julgado em 2016, e condenado à pena de 7 anos e 8 meses de prisão. Entretanto, como um bom atuante da dissimulação e grande movimentador da economia local, conseguiu que fizessem vista grossa para suas acusações. Dois meses depois da sentença, deixou a penitenciária graças a um habeas corpus, recorrendo em liberdade. Em janeiro do ano seguinte, em 2017, a justiça de Toronto assinou a liminar que permitiria a reabertura da boate, a partir daí foi uma questão de tempo para que a Justiça inocentasse Carson dos crimes ligados à exploração e distribuição de drogas. A falsificação de documentos levou os dois principais desembargadores do Tribunal a entenderem que, embora consumidores de ilegalidades frequentassem a nightclubs, ela não se caracterizava como distribuidora. Desde então a nightclub segue eficiente no ramo do entretenimento através da recepção de DJs, afters, raves e até turnês.
Em meio a toda agitação dos investimentos noturnos do pai, Carter Hwang se encaixa como a figura excêntrica e extrovertida da família composta pelo pai e amigo da família. Simpático, autêntico e petulante, foi criado sem limites para o dinheiro e ambições. Nascido em 02 de agosto de 1998, numa família de músicos e artistas, Carter começou a demonstrar interesse pela arte bem cedo. Aos 12 anos, após a abertura da boate do pai, começou a estudar o movimento e história de alguns DJs mais velhos e reconhecidos internacionalmente. Na época do high school chegou a ser membro de uma banda R&B de garagem, e, meses depois, como ocupação suplente, começou a aprender mais sobre dança e seus fundamentos. Fez apresentações em bares e festivais pequenos, mas foi remixando com um notebook e processador de efeitos que encontrou sua verdadeira vocação. Aos 21, devido à maturidade de sua idade, começou a trabalhar como DJ principal no estabelecimento do pai. Carter chamou atenção um ano depois quando também comandava um programa de rádio numa estação local, onde além de expor sua opinião crítica sobre diferentes gêneros musicais, compartilhava seu gosto pela discotecagem e história da música e dança.
Voltando um pouco aos anos, em 2016, aos 18 anos, deu um tempo dos palcos para participar de uma formação em Vancouver, onde anos depois recebeu o diploma da formação em Música. O real motivo da mudança se deu pelo fato de ser duramente atacado pelas acusações feitas ao negócio comandado por Adam e ao próprio Carson. Com um alto senso protetivo, o pai de Carter sempre buscou afastar o filho das polêmicas de pequeno e grande porte envolvendo seu nome, até que, enquanto focava na fase acadêmica, se enfiasse nas próprias. As más companhias, unido ao drama de estar longe do pai, levaram Carter a ser persuadido por pequenos crimes hediondos. Tais quais: crimes de dano como pichação, embriaguez ao volante e consumo exagerado de maconha que, apesar de legalizada perante a economia canadense, tem seus limites. Foi somente após a soltura do pai e validação de sua falsa inocência que pode retornar a Toronto. De volta à cidade e recepcionado com uma dura represália do genitor, acabou deixando os maus hábitos para trás. Ou como especulam, apenas amenizou seus consumos. Ser presente na administração e cuidar da música da conhecida Cube manteve a cabeça do jovem entretida, o instigou a melhorar seus comportamentos. A calmaria processual tão ambicionada pelos Hwang e pelo Jones, finalmente havia chegado. No entanto, um novo rumor começou a circular pelo meio noturno no sétimo mês de 2022. Rumor esse que, pela segunda vez, voltou a atenção das autoridades e sites de fofoca para Carson, Adam e, inesperadamente, Carter.
Entra em cena então um novo destino, conhecido como Mugunghwa. E, ao contrário de correr para outro canto do Canadá, Carter teria que se adaptar à vivência de novos costumes e uma nova realidade. Não foi ensinado pelo pai a seguir os costumes tradicionalistas coreanos, como viveu a vida toda em solo norte-americano nunca chegou a nutrir ligações com tais. Não foi o incentivo por conhecer a cultura dos avós e do pai que o levou à ilha, mas sim uma curiosa e antiga mansão herdada. A casa pertenceu aos avós de Carter, e após seu falecimento ficou como herança para Carson, filho único, que não demonstrou interesse pela propriedade até que o nome do filho estivesse com risco de ser manchado pela reputação questionável de seus atos. Rapidamente apresentou a mansão como uma atrativa possibilidade de esfriar a cabeça e não se envolver com os dramas jurídicos que voltaram a assombrar a família, poderia arrumar um emprego de temporada, desenvolver uma independência maior e tentar algo novo. Não que fosse do interesse do jovem, mas com certa insistência aceitou. A carreira poderia esperar alguns meses, pensou. Assim como a movimentação da cidade e a vida noturna. Mudou-se com seus equipamentos necessários, seu companheiro de viagem e a esperança de não ver novamente o pai na prisão.
Nacionalidade/Etnia: Sul coreana-francesa/coreana.
Temas de interesse: Todos.
Faceclaim: Nayeon - Twice.
Twitter: MV97LF.
OOC: +18 ela/dela.
TW: Nenhum.
TW: Morte, suicídio, psicose.
Flora vem do significado “perfeita” e “florida”. Deusa da primavera na mitologia romana, nome de uma santa “Santa Flora” e na botânica e ecologia é o conjunto de táxons de plantas. Mas pra família Lee, Flora é só a primeira filha de três irmãs. A filha que não seguiu os passos que os avós queriam.
Em 1997 foi o nascimento de Lee Bitna, mudada pra Lee Flora Bitna pelo mãe na hora do registro. Lee Doyun era um empresário nascido na vila de Mugunghwa que viajou boa parte do mundo, foi em uma das viagens à França que conheceu a francesa-espanhola Eva Allaire e em menos de dois anos já estavam casados e com uma filha a caminho.
Flora nasceu em Mugunghwa a pedido dos avós paternos e foi aceito pela mãe, mais tarde, aos 16 anos se mudou pra Seul e foi lá que se aventurou no mundo digital, o que os pais apoiavam, mas os avós não. Mais tarde no mesmo ano foi quem encontrou a mãe morta, no quarto. Foi suicídio. Após quadros de psicose, e alucinações, acreditava viver um filme de terror moderno. A garota quem encontrou o corpo, e a quilo abalou as estruturas de qualquer adolescente. No caso de Flora, buscando tipos de confortos que fugiam da realidade as vezes, os jogos. Além de precisar de terapia.
Flora, ou Flo, ou Flobs como era conhecida, começou um canal no YouTube aos 18 anos ao que se formava em Design. Especificado em games. Mas não seguiu esse emprego, pois seu canal no YouTube e na Twitch (plataforma de ao-vivos) cresciam cada vez mais e tornava-se relativamente famosa nesse meio: Games, maquiagem e moda. Era a gamer girl da família e se diferenciava do resto que se formavam em medicina ou direito.
Pra balancear os ganhos, fez um curso de qualificação em Yoga e Massagem, chegou a ensinar isso em seus vídeos e passou a ter como seu segundo emprego. Aos 24 anos descobriu que precisaria retornar à Mugunghwa, seus pais iriam junto, depois da estranha morte dos avós na cidade, a qual deixaram de herança algumas mansões e lojas, eram ricos e até influentes.
Não era do agrado de Flora ir até lá, mas viu sentido em ir pra um lugar mais calmo onde sua mãe passou anos, e até que ela fez muitos amigos. Fora poder permanecer em seus dois empregos, o que era perfeito, enquanto os pais e ela cuidavam da papelada e investigavam a estranha morte dos avós não tão queridos dela assim.
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Cube, uma balada inspirada nos anos 70, e conhecida por ser uma das estruturas de discotecagem mais bonitas de Toronto, foi criada em 2010 por Carson Hwang, com o seu melhor amigo e co-diretor à época, Adam Jones. Carson, antes de focar no ramo de entretenimento para adultos, formou-se em Produção Musical e teve seu próprio estúdio durante quatro anos e meio. Após esse período, colocou a estrutura à venda e adquiriu a atual locação da segunda maior fonte de sua renda, a nightclub, Cube. Assim como a maioria dos empresários, trabalha durante o dia como Customer Success, remotamente, profissão que toca a segunda principal fonte de renda. Já Adam, seu companheiro e atualmente sócio-investidor, é quem atua frequentemente como possuinte, sendo quem aparece majoritariamente nas reportagens, notícias e divulgações relacionadas ao negócio.
A primeira vez que Carson se aproveitou dos bons contatos do amigo foi quando uma operação conjunta fiscalizou cinco boates localizadas em Toronto, todas com suspeita de favorecimento na venda e distribuição de drogas ilícitas. Nessa época, durante o período de dois meses, Cube foi interditada pela Prefeitura local sob a afirmação de que o estabelecimento compactuava com as práticas dispostas à acusação. Junto com a confirmação de negligência à segurança dos frequentadores e uma multa de alguns milhares de dólares, Carson foi julgado em 2016, e condenado à pena de 7 anos e 8 meses de prisão. Entretanto, como um bom atuante da dissimulação e grande movimentador da economia local, conseguiu que fizessem vista grossa para suas acusações. Dois meses depois da sentença, deixou a penitenciária graças a um habeas corpus, recorrendo em liberdade. Em janeiro do ano seguinte, em 2017, a justiça de Toronto assinou a liminar que permitiria a reabertura da boate, a partir daí foi uma questão de tempo para que a Justiça inocentasse Carson dos crimes ligados à exploração e distribuição de drogas. A falsificação de documentos levou os dois principais desembargadores do Tribunal a entenderem que, embora consumidores de ilegalidades frequentassem a nightclubs, ela não se caracterizava como distribuidora. Desde então a nightclub segue eficiente no ramo do entretenimento através da recepção de DJs, afters, raves e até turnês.
Em meio a toda agitação dos investimentos noturnos do pai, Carter Hwang se encaixa como a figura excêntrica e extrovertida da família composta pelo pai e amigo da família. Simpático, autêntico e petulante, foi criado sem limites para o dinheiro e ambições. Nascido em 02 de agosto de 1998, numa família de músicos e artistas, Carter começou a demonstrar interesse pela arte bem cedo. Aos 12 anos, após a abertura da boate do pai, começou a estudar o movimento e história de alguns DJs mais velhos e reconhecidos internacionalmente. Na época do high school chegou a ser membro de uma banda R&B de garagem, e, meses depois, como ocupação suplente, começou a aprender mais sobre dança e seus fundamentos. Fez apresentações em bares e festivais pequenos, mas foi remixando com um notebook e processador de efeitos que encontrou sua verdadeira vocação. Aos 21, devido à maturidade de sua idade, começou a trabalhar como DJ principal no estabelecimento do pai. Carter chamou atenção um ano depois quando também comandava um programa de rádio numa estação local, onde além de expor sua opinião crítica sobre diferentes gêneros musicais, compartilhava seu gosto pela discotecagem e história da música e dança.
Voltando um pouco aos anos, em 2016, aos 18 anos, deu um tempo dos palcos para participar de uma formação em Vancouver, onde anos depois recebeu o diploma da formação em Música. O real motivo da mudança se deu pelo fato de ser duramente atacado pelas acusações feitas ao negócio comandado por Adam e ao próprio Carson. Com um alto senso protetivo, o pai de Carter sempre buscou afastar o filho das polêmicas de pequeno e grande porte envolvendo seu nome, até que, enquanto focava na fase acadêmica, se enfiasse nas próprias. As más companhias, unido ao drama de estar longe do pai, levaram Carter a ser persuadido por pequenos crimes hediondos. Tais quais: crimes de dano como pichação, embriaguez ao volante e consumo exagerado de maconha que, apesar de legalizada perante a economia canadense, tem seus limites. Foi somente após a soltura do pai e validação de sua falsa inocência que pode retornar a Toronto. De volta à cidade e recepcionado com uma dura represália do genitor, acabou deixando os maus hábitos para trás. Ou como especulam, apenas amenizou seus consumos. Ser presente na administração e cuidar da música da conhecida Cube manteve a cabeça do jovem entretida, o instigou a melhorar seus comportamentos. A calmaria processual tão ambicionada pelos Hwang e pelo Jones, finalmente havia chegado. No entanto, um novo rumor começou a circular pelo meio noturno no sétimo mês de 2022. Rumor esse que, pela segunda vez, voltou a atenção das autoridades e sites de fofoca para Carson, Adam e, inesperadamente, Carter.
Entra em cena então um novo destino, conhecido como Mugunghwa. E, ao contrário de correr para outro canto do Canadá, Carter teria que se adaptar à vivência de novos costumes e uma nova realidade. Não foi ensinado pelo pai a seguir os costumes tradicionalistas coreanos, como viveu a vida toda em solo norte-americano nunca chegou a nutrir ligações com tais. Não foi o incentivo por conhecer a cultura dos avós e do pai que o levou à ilha, mas sim uma curiosa e antiga mansão herdada. A casa pertenceu aos avós de Carter, e após seu falecimento ficou como herança para Carson, filho único, que não demonstrou interesse pela propriedade até que o nome do filho estivesse com risco de ser manchado pela reputação questionável de seus atos. Rapidamente apresentou a mansão como uma atrativa possibilidade de esfriar a cabeça e não se envolver com os dramas jurídicos que voltaram a assombrar a família, poderia arrumar um emprego de temporada, desenvolver uma independência maior e tentar algo novo. Não que fosse do interesse do jovem, mas com certa insistência aceitou. A carreira poderia esperar alguns meses, pensou. Assim como a movimentação da cidade e a vida noturna. Mudou-se com seus equipamentos necessários, seu companheiro de viagem e a esperança de não ver novamente o pai na prisão.
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14 de fevereiro, Oklahoma, dia e local em que Andrew nasceu, um menino forte e cheio de saúde. Diferente de muitas crianças, o americano não recebeu o colo de sua mãe, e muito menos de seu pai, que deixou toda sua atenção nos últimos suspiros da mulher. E Andrew estava lá, em segundo plano.
Sua mãe morreu no parto, e desde muito pequeno o garoto se perguntava de havia sido sua culpa, ou pior ainda, se seu pai acreditava que a culpa caia sobre ele. Conforme crescia, tentava fortemente ter a atenção de seu pai, homem duro, ocupado com seu trabalho integral e extremamente conservador, cristão.
Começou sendo o aluno mais esforçado da classe! Em seguida, o causador de problemas da turma, e ambas as configurações receberam a mesma atenção, nenhuma. E procurando por seu lugar, Andrew se achou nos esportes, era algo que realmente gostava, e seu pai também, torcedor assíduo dos Sooners.
E foi assim que Andrew passou seu ensino médio, ovacionado até a cabeça por todos, tirando seu progenitor, e isso causou uma típica personalidade de jogador, era agressivo em campo, e fora dele também. E enquanto andava pela linha, seu pai realmente não o olhava, mas ao começar a faculdade com uma bolsa esportiva, a necessidade por atenção se voltou a uma raiva, que já exista, mas que Andy ainda não conhecia.
O primeiro porre, as primeiras drogas usadas, os primeiros garotos com quem havia começado a foder, isso sim irritava seu pai, brigar eram instauradas, ele era visto, e não demorou pra se entediar e perguntar: "Talvez devesse ficar no escuro."
Ao se formar em educação física e voltar pra casa percebeu que seu pai era... Insuportável, ainda mais que a si mesmo, suas malas estavam feitas, deixadas na sarjeta. Tentou argumentar, afinal, não tinha pra onde vir, mas apenas recebeu uma mensagem no celular, um vídeo de si mesmo, com alguns garotos e... Bom, uma mensagem o mandando pra bem longe.
Achou seu passaporte e usou uma carta bem enigmática, ligou a seus avós maternos, parentes distantes, moradores de uma pequena locação na Coréia do sul. Eles ofereceram a antiga casa de sua mãe a o auxílio necessário até que o homem pudesse se manter sozinho, oferta que ele aceitou. E assim foi feito.
Se mudou, e ainda assim, continuava sozinho, os avós já tinham ouvido muito mal sobre ele de seu pai, e resolveram que não haveria um enlace afetivo ali, estavam fazendo um favor e deixavam isso claro. Suas esperanças estavam depositadas em Mugunghwa e em seus habitantes, esperança de amizades, adrenalina e no fundo, estabilidade.
Vou te contar duas coisas sobre o fracasso:
1. É educador aprender com os seus erros.🙏
2. É muito (MUITO) fácil arruinar a sua vida.🙄
Eu era o cara mais gostoso do pedaço. Quando eu falo que tinha de tudo, era tudo mesmo! Carreira consolidada, prêmios enchendo estantes, marcas brigando para fecharem contrato comigo, fãs que matariam para chegar perto de mim. G.O.S.T.O.S.O.
Não foi fácil chegar lá, no entanto. Passei por muita coisa e recebi muitos não até chegar no ponto de só ouvir “sim”. E quer saber? Isso pode sim subir a cabeça de alguém. Eu fui de um ninguém à uma estrela, de passar dificuldades para ter absolutamente tudo. É pedir demais um pouco de diversão quando se chega no topo? Aparentemente sim.
Você usa uma droga inofensiva aqui, dorme com uns caras por alí, chega atrasado algumas vezes no set de filmagem e do nada você é o vilão! Minha equipe, repleta de pessoas incompetentes, não conseguiram conter os rumores (e daí que eram muitos?) e a opinião pública se virou contra mim. Foi aí que começou a desproporcional caça à bruxa. E a bruxa em questão era eu!
Fotos vazaram (uma carreirinha nunca matou ninguém), vídeos viralizaram (eu não gritei com aquele funcionário, ele gritou antes) e alguns parceiros (o que tem de bonitos tem de ordinários) aproveitaram o dinheiro oferecido para contar tudo. Em resumo, um mundo de injustiças caiu sobre mim e eu perdi tudo e todos. A sala de reuniões que estava sempre cheia de pessoas que me idolatravam… Não tinha mais ninguém. Só restou Yuna, minha fiel assistente.
Como golpe de misericórdia, ela me aconselhou a sumir dos holofotes por um bom tempo para limpar a minha insalubre imagem. Imagina? Privar o mundo desse rosto lindo por tanto tempo? Não aceitei de primeira, mas cada manchete nova era mais negativa que a última (eu joguei o sorvete naquele menino porque ele pisou no meu pé!).
Talvez fosse sábio preservar a minha pessoa do público, eles não estavam prontos para me absorver por completo. Um retiro espiritual para me privar do mundo sádico! É isso! (cara, eu sou muito esperto). Achei esse vilarejozinho chamado Mugunghwa. Quem sabe viver com pessoas comuns e básicas não é exatamente o que eu preciso?