Pedido: “Pode fazer um com o Zayn que ela seja uma empresária foda conhecida na cidade inteira por ser meio grossa e mesquinha, e que ele seja o mecânico dela. Aí toda vez que eles se veem rola aquela tensão sexual e ela não quer admitir, então ele pega ela de jeito um dia e rola um hot. Aí ele convence ela a sair com ele, mesmo ela fingindo que não liga pra ele, mas o Z consegue fazer ela derreter no final e pede ela em namoro”
Esse imagine tem conteúdo sexual, se você não se sente confortável para ler esse tipo de coisa, sinta-se á vontade para procurar qualquer outro, tenho certeza de que encontrará algum imagine maravilhoso para você aqui <3
edit: O tumblr me odeiaaa, teve um bug e como postei pelo celular não percebi, acabei tendo que reescrever tudo ;-; mas, boa leitura ^^
Suspirei enquanto caminhava pela oficina suja. Procurei meu carro entre os vários lá e depois de alguns segundos o enxerguei. Caminhei até lá e observei as pernas que estavam embaixo do meu veículo.
— Olá? — Chamei alto, fazendo o homem que havia ali se empurrar para fora.
— Posso ajudar? — Perguntou se levantando e limpando as mãos sujas de graxa em um pano imundo. Ele era bonito, tinha cabelos escuros assim como os olhos, um sorriso bonito, mas estava extremamente sujo.
— Sou a dona do carro. — Informei.
— Ah sim. Ele está com algumas coisas soltas, a senhora podia ter sofrido um acidente serio nessa coisa.
— Estranho, ele passou por uma inspeção no mês passado. —Suspirei. —Enfim, eu preciso dele até o fim do dia.
— Impossível. —Disse colocando as mãos nos bolsos do macacão podre. —Isso vai levar pelo menos uma semana, talvez mais.
— Isso só pode ser uma brincadeira! Não posso ficar sem carro por mais de uma semana. — Falei aumentando meu tom de voz.
—Bom, senhora. Eu não vou arriscar entregar o carro sem estar totalmente concertado, sua vida ficaria em risco e o meu emprego também!
— Acredite, seu emprego está em risco. — Avisei e saí andando. Fui até o dono da oficina e reclamei da demora do serviço, mas ele me disse a mesma coisa que o mecânico. Bufei e saí de lá. Peguei um uber e voltei para a empresa. Passei direto pela secretária sem responder seu boa tarde e entrei em minha sala, controlando a vontade de gritar com alguém.
Nos dias que se seguiram eu fui na oficina sempre, e toda vez recebi a mesma resposta: ainda não estava pronto. Acabei alugando um carro. Mas toda vez que ia a oficina acabava discutindo com o mecânico.
Descobri que seu nome era Zayn. O maldito era extremamente bonito, mas um grande babaca. Admiti com contrariedade para mim mesma que a tensão sexual entre nós dois era gigante. Se ele não fosse tão idiota talvez algo a mais pudesse acontecer
Terminei de passar o batom vermelho e colocar os brincos. Algumas amigas da faculdade me convenceram a ir uma festa com elas, e eu já estava me arrependendo de ter aceito.
Dirigi até a a boate e entrei sendo guiada por um dos seguranças. O lugar estava escuro e a música extremamente alta. Fui para o camarote que havíamos reservado e dei de cara com ele totalmente lotado.
— Por que está tão cheio, aqui? — Perguntei para uma das meninas assim que as enxerguei sentadas na mesa.
— Convidamos algumas pessoas lá de baixo. — Uma delas respondeu alto. — Festa é melhor com gente. — Rolei os olhos e me sentei junto delas.
Bebi um pouco e quando já estava me sentindo alegrinha enxerguei o mecânico no fundo do camarote, com um copo na mão e conversando com uns caras enquanto ria.
— Só pode ser brincadeira. — Resmunguei e uma das meninas perguntou o que aconteceu. — Vocês convidaram meu mecânico babaca. — Coloquei a mão no rosto e rezei para que ele não me visse. Bebi mais um pouco e depois de algum tempo o vi se aproximando da mesa.
— Olha só se não é a senhorita do carro. — Ele disse parando a minha frente e me dirigindo um sorriso de lado. Merda, porque tão gostoso?
— O que faz aqui, mecânico? — Perguntou em tom mais alto, para que ele ouvisse.
— Não. Eu não bebo. Vim me divertir. — Sorriu novamente.— Você não quer fazer as pazes?
— Não mesmo. — Falei levantando rápido e cambaleando, ele me segurou.
— Ei, vai com calma. — Ele disse e eu tentei me soltar. — Só estou tentando não te deixar cair. — Avisou.
— Eu estou bem. — Suspirei. — Vou para casa. — Disse me soltando.
— Dirigindo. — Respondi como se fosse óbvio.
— Não. — Falei cruzando os braços.
— Prefere quebrar a lei e arriscar bater um carro alugado? — Perguntou com uma sobrancelha erguida.
— Como sabe que é alugado? Está me espionando?
— Eu sou o mecânico do seu carro, e ele ainda está na oficina. Então, ou você alugou ou comprou outro. — Deu de ombros. — Eu apenas deduzi. — Rolei os olhos. — Só levo você até a sua casa, chamo um uber e vou embora. — Disse e eu cedi.
Entrei no carro sentindo meu corpo estremecer. Zayn sentou no banco do motorista e pediu que eu digitasse meu endereço no GPS. Não demorou muito para que ele estacionasse em frente á garagem da minha casa, tentei sair com um pouco de dificuldade, mas ele me segurou antes que eu caísse no chão.
— Você precisa mesmo me agarrar toda vez? Não sou de vidro. — Resmunguei e ele riu.
— Na próxima eu deixo você bater esse belo rostinho no cimento então. — Disse e deu de ombros.
— Não terá uma próxima vez. — Falei convencida. — Chame o seu uber e suma daqui, por favor.
— Uau, que educada. Não agradece por eu ter te trazido em casa mas pede que eu suma com um "por favor". — Rolei os olhos pra ele pela milésima vez naquela noite e observei enquanto ele digitava algo na tela do celular, depois de alguns segundos guardou o aparelho no bolso. — Não tem nenhum uber aqui na volta, vou voltar a pé. — Avisou se virando de costas.
— Na oficina. — Virou para mim novamente.
— Isso é do outro lado da cidade, como vai até lá a pé essa hora? Chame um taxi.
— Um taxi sairia muito mais caro do que eu gastei a noite inteira, não posso gastar tanto, e, eu não bebi então estou em condições de caminhar até em casa.
— São três da manhã! — Falei indignada.
— Está preocupada? — Ele perguntou e eu senti minhas bochechas aquecerem.
— É obvio que não. Se acontecer alguma coisa com você, tão cedo não verei o meu carro. — Bufei. — Fique aqui. — Disse e ele fez uma expressão de surpresa, na verdade nem eu acreditava no que tinha acabado de propor, maldita bebida. — Não vou falar duas vezes, decida antes que eu mude de ideia.
— Tu... tudo bem. — Ele gaguejou, e me seguiu até a porta da casa. Abri a grande porta branca e retirei meus saltos no hall de entrada, ele retirou seus tênis também.
— Eu vou tomar um banho, você pode fazer o mesmo se quiser, têm 6 banheiros nessa casa. Você pode pegar algumas roupas no terceiro quarto á esquerda do segundo andar, são do meu irmão. — Falei andando e subindo as escadas, ele ia em silêncio atrás de mim. Assim que chegou na porta do quarto que indiquei, Zayn tirou a camisa, deixando a mostra o peito bem definido e muito tatuado, varios desenhos diferentes.
Por alguns segundos um flash de imagem apareceu em minha mente, Zayn, nu na minha cama e eu ao seu lado, passando meus dedos por suas tatuagens...
Deus, o que estou pensando.
Ele ainda me olhava quando eu saí apressada para o meu quarto, bati a porta atrás de mim e respirei fundo ao entrar na suíte. Meu deus, o que tinha naquela bebida?
Me dirigi ao banheiro e coloquei a banheira para encher, enquanto enchia, retirei minha maquiagem. Meu corpo agradeceu quando entrei na água morna e cheia de espuma. Fechei meus olhos e me encostei, me permitindo relaxar. Meu transe foi quebrado por um pedido de desculpas. Que cacete ele está fazendo no meu banheiro?
— Que porra você está fazendo aqui?! — Gritei furiosa.
— Eu bati na porta, mas você não me respondeu. Achei que pudesse ter passado mal. — Não consegui prestar muita atenção no que ele dizia, aquela imagem de Zayn com os cabelos úmidos e a toalha enrolada na cintura tiraram o meu fôlego.
— É, eu posso ver. — Disse em tom malicioso, me fazendo perceber que toda a espuma da banheira tinha se dissipado. E eu estava totalmente nua na sua frente. Me levantei em um salto e me enrolei de forma desajeitada em um roupão, fazendo-o rir. — Você já não parece mais bêbada.
— E não estou. — Bufei. Fazendo-o abrir um sorriso malicioso.
— Isso quer dizer que eu posso fazer algo que sinto vontade desde que você entrou na oficina a primeira vez.
— E o que seria? — Ele se aproximou de mim, um sorriso sacana nos lábios. Ele chegou muito perto, ficando á apenas alguns centímetros de mim. Ele se curvou, colocando a boca perto do meu ouvido e sussurrou.
— Te foder, até que você grite o meu nome. — Meu corpo foi atingido por uma corrente elétrica, me senti encharcada naquele mesmo segundo. Não consegui controlar meus impulsos, e o puxei para mim, colando nossas bocas.
O beijo era frenético, animalesco. Zayn pressionou seu corpo contra o meu, me fazendo sentir seu volume rígido sob a toalha. Ele me agarrou no colo e se dirigiu até o meu quarto, me jogou na cama com violência e abriu o roupão mal amarrado. Eu estava ali, completamente nua e ansiando por aquele homem cada vez mais.
Zayn me virou na cama, me fazendo ficar de quatro. Virei um pouco minha cabeça, conseguindo a visão dele retirando a toalha e se tocando enquanto me olhava naquela posição. Ele levou uma das mãos até minha intimidade, as dedos frios me fazendo arfar.
— Tão pronta pra mim, s/n. — Mordeu o lábio e subiu na cama. Se ajeitou atrás de mim e introduziu a cabeça do seu membro em minha intimidade. Ficou alguns segundos fazendo aquilo, me torturando prazerosamente apenas com a cabeça do seu pau. — Me fala o que você quer. — Disse com a voz rouca, me enlouquecendo ainda mais.
— Eu quero você. Inteiro dentro de mim. — Assim que terminei de proferir as palavras, ele entrou com força, soltando um gemido alto assim como eu. Seus movimentos eram ritmados, fundos. Os som dos nossos gemidos se misturava ao barulho das estocadas de Zayn.
Ele saiu de mim e me virou para ele, abriu minhas pernas e colocou meus braços acima da minha cabeça, segurando meus dois pulsos com uma das mãos.
— Quero olhar nos seus olhas quando te fazer gozar. — Disse voltando a estocar com força. Gritei cada vez mais alto a medida que o orgasmo se aproximava, e o apertei com as pernas contra mim quando aconteceu. Zayn estocou mais algumas vezes e eu senti seu liquido quente jorrar em cima da minha barriga.
Ficamos alguns minutos nos olhando, até nossa respiração normalizar. Depois disso, Zayn se levantou e me puxou pelo braço, me levando até o banheiro. Ele abriu o ralo da banheira e quando estava quase vazia me puxou para dentro dela.
Liguei o chuveiro e deixei a água quente bater nos nossos corpos. Ele me puxou para mais perto e colou nossos lábios, um beijo muito diferente do primeiro, intenso porém suave.
— Sabe, eu não atingi meu objetivo. — Ele falou baixo enquanto eu passada a esponja com sabonete pelo corpo.
— Como assim?! — Falei surpresa.
— O objetivo era te foder até você gritar o meu nome, mas você não gritou. — Disse em meu ouvido, e depositou um beijo em meu ombro. — Então, vou ter que fazer de novo e de novo. — Beijou meu pescoço, me fazendo arfar. E então levou uma das mãos até minha intimidade. Ele já estava duro, pronto para outra. E eu também.
— Então não pretendo gritar seu nome. — Respondi e lhe dei um sorriso sacana.
— Prefere que eu te foda aqui, ou na cama? — Mordeu o lábio inferior.
— Aqui, agora. — Zayn me levantou, me colocando em seu colo e me preenchendo com seu membro.
Depois do momento no banheiro, decidimos comer alguma coisa. Como era madrugada, não havia nada aberto, então eu cozinhei para ele a única coisa que sabia, macarrão com molho de tomate. Zayn não se surpreendeu que aquilo fosse a única coisa que eu soubesse, mas comeu e elogiou muito.
— Hum... como as coisas vão ficar agora? — Perguntei sem desviar meus olhos do prato.
— O que quer dizer com isso?
— Você sabe... essa semana meu carro fica pronto, e, só vamos nos ver se acontecer algo com ele de novo. — Dei de ombros.
— Ou podemos começar a sair. — O olhei, meu coração deu um pulo.
— Tipo... namorar? — Me arrependi assim que falei aquilo.
— É... você quer namorar seu mecânico? — Ele disse soltando um risinho.
— Quero, mas não fique muito convencido. — Falei quando ele se aproximou de mim e selou nossos lábios.