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@taisdolohov
#couple goals
❥ ❛ 𝐁𝐑𝐀𝐕𝐄𝐇𝐄𝐀𝐑𝐓 ↝ ℳ𝒶𝓇𝓎 ℳ𝒶𝒸𝒹.
❛❛ Whoever is in charge of everything up there, I would like to thank you for this incredible family that gave me. They make me hope that yes, there are good things in the midst of all this confusion that we call life. ❜❜ — This is what Mary said in her last religious prayer. December 25, 1972.
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the ask is open
(( o p e n ))
ㅤ❥ Um suspiro cansado escapou pelos lábios da MacDonald, que nutria um apreço sem igual pela jornalista, e se sentiu verdadeiramente chateada por ouvir mais uma reclamação acerca da inconveniência comum da amiga. — Tenho certeza que ela não quis te deixar desconfortável. Rita é só… Ahm… Muito sagaz, de vez em quando. — Argumentou, na tentativa de defender a amiga. A expressão de Mary, no entanto, fora de envergonhada para confusa, o estranhamento visível em seu semblante. — “Crush”? O que é isso? — As pessoas andavam inventando cada coisa, Mary estava até desatualizada das gírias do momento. — Avançar? Wait a minute, eu e o Remmy somos amigos, Tata, sua boba! Que história é essa?
Apesar das palavras de Mary, Taís tinha certeza do teor de veneno de Rita. Sagaz, sem duvidas era uma forma de defender a mulher que insistia por quais quer meios ate atingir seus fins.
“Crush, e quando você sente uma atração. Eu vi vocês conversando mais cedo, vi a forma que olha para ele. Remus é um fofo, mas é um tanto... Aluado?” Apesar do trocadilho, era a verdade, Remus por vezes parecia ter o seu próprio mundo.”
“Eu aprendi essa com uma menina do segundo ano, que estava perdida. Dá pra acreditar? Esses jovens inventam cada coisa.”
(( o p e n ))
“Ou ou ou, o que está acontecendo aqui?” Marlene escutou a voz da pequena Dolohov atráves do corredor e foi correndo ver o que estava acontecendo, para encontrar um aluno do sétimo ano da Sonserina quase a comendo com os olhos. Marlene revirou os olhos. “Move, ou eu tiro pontos.” A morena balançou as mãos dando um pequeno tchauzinho para o rapaz. “Tudo bem?”
A expressão de Taís era vitoriosa, o rapaz inconveniente de vestes verdes que insistia em lhe perturbar a dias, finalmente parecia ter lhe dado trégua. “Ai Lene, Está tudo bem sim, mas se você demorasse mais um pouco eu iria cometer um crime contra aquele idiota.”
(( o p e n ))
ㅤ❥ Mary não parecia muito convencida. Seu temperamento talvez a estivesse impedindo de se compadecer com a situação, mas acabou suspirando. A última coisa que queria era render algum desentendimento. — Tudo bem. Não queria soar inconveniente, também. Sei que esse assunto não é o melhor para se tratar tão indelicadamente, então peço desculpas
“A Rita tem me perseguido, Mary. Ela está tentando me enlouquecer, crente que tenho algum tipo de segredo obscuro, logo eu? Sabe é ridículo.” A grifina riu, ajeitando o cabelo e fazendo uma careta. Claro, que os Dolohov tinham tantos segredos que era difícil para Taís os guardar.
“Mas, não quero falar disso. Falemos de Remus. Soube que você está com um crush no menino. Não o devore, sabe que mesmo com mil indiretas, ele ainda vai demorar pra avançar.”
(( o p e n ))
❝ Poderia te dizer o significado da palavra até em francês, mas seria perda de tempo e tempo é algo que eu não tenho para perder. ❞ Os olhos claros faíscaram a medida que ela sorriu, batucando as unhas sobre o tampo de madeira da mesa da biblioteca. A expressão permaneceu inocente quando ela perguntou. ❝ Além disso, parece que você está tentando disfarçar para não responder a minha pergunta. É verdade ou não? ❞
“Parabéns por ser bilíngue, Rita. Quer aplausos por isso?” Taís odiava fofocas, e por sua sorte, não era a sua vida que estava sendo bisbilhotada e sim do professor Lozzano. Claro que as pessoas tinham certa dificuldade para levar o menino a serio, ainda mais sendo filho do diretor. “Sim, eu o vi com a professora de porções, não é nada de mais.”
(( o p e n ))
❥ — Está subestimando a minha inteligência? — A MacDonald questionou, se sentindo ofendida. — Primeiro: eu não acusei você de nada, apenas fiz uma pergunta. Só está me parecendo mais suspeita com todo esse recuo.
Não fazia parte do feitio de Taís subestimar as pessoas, e muito menos se desfazer delas, mas ainda assim parecia ter ofendido a menina MacDonald. A verdade e que Taís não estava conseguindo mas conter seu próprio segredo. Ela ainda tinha 16, e felizmente havia conseguido finalmente se transformar em um pequeno esquilo.
“Não quis te insultar Mary, apenas tem sido tempos complexos, me entende? As pessoas parecem já não entender tudo o que dizem, ou sequer tem empatia.” tentou ela enrolar, sem sorrir muito ou justificar. Mary era uma boa pessoa, mas a Dolohov não tinha certeza se poderia confiar nela.
(( o p e n ))
“Eufemismo? Você ao menos sabe o significado dessa palavra para usar nessa acusação?”
"Só porque eu pareço helpless não significa que eu precise da sua ajuda, sabe? Isso é bem rude de assumir. Mas… Aproveitando que estamos aqui todos unidos na boa paz do senhor Merlin, o que seria um wendigo?“
Taís estava deveras perturbada com a última vez que havia visto o rapaz. Eram ambos da mesma casa e ano. E podiam estar ali partilhando do mesmo segredo.
"Eu te vi. Se transformando." Começou ela, ignorando completamente o que o mesmo havia dito. Fosse ou não falta de educação, ela estava mais preocupada em tirar a história a limpo.
“ Ah, aquilo? É a Charlie, minha moto. Ela acabou de explodir. Provavelmente tem alguém tentando me matar de novo. Muita gente me odeia, dá pra acreditar? ”
"Logo você, um docinho de pessoa." O olhar de Taís para o rapaz Avery era quase de julgamento, mas se dissolveu em um riso. Avery ainda era seu amigo, ou pelo menos ela achava isso. "E o que vai fazer, uhm?"
taisdolohov:
Em um movimento corriqueiro, Taís deixou o ar que estava em seus pulmões saírem. Certo, ela era literalmente mais baixa que a maioria mas odiava que a chamassem assim. A revirou os olhos e em um tom de brincadeira se dirigiu ao seu irmão mais velho. “Não me culpe por você ter sido esticado que nem um poste. ”
Alunos decentes, certo. Já era um pouquinho de mais ela ser uma Dolohov na grifinoria, mas ouvir aquele tipo de comentário do seu irmão era complicado. Taís amava Antonin com todas as suas forças, e sabia que ele fazia o possível para não ofender os outros em sua frente.
“Nino, e só uma desculpa esfarrapada para beber e se gabar, você sabe disso.”
O sorriso de Antonin permaneceu presente diante da reação da irmãzinha, ele a amava mais do que tudo, juntamente com a Olivia então, sempre que precisava ele estava ali para irritá-la e protegê-la. - Ou foi você quem resolveu não crescer nada. - provocou dando um beijo nos cabelos da mais nova. - E quem não gosta de beber e se gabar? Menos você, é claro, você não tem que beber.
A menor se deu apenas o trabalho de revirar os olhos e ignorar os comentários de Nino sobre a sua estatura. Em seu coração, ela se sentia grata que por mais que fossem diferentes, Antonin sempre estaria ali para a mesma.
"Oras, agora vai me proibir?" Taís pouco se importava com bebidas alcoólicas. Já havia experimentado grande maioria das bruxas, e por mais que nenhuma fosse extremante agradável em seu sabor, gostava da sensação que elas traziam. Felicidade e leveza. "Você foi convidado? Eu fui e não sei o que faço agora."