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@talkalotts
I’m never the same person: Lucinda Cecile Talkalot, moodboard ( 3 / - )
your house will be like your family.
Bad Reputation | @Lucinda Talkalot & Henri Lafont
Naquele momento Henri não conseguia se sentir mais estúpido por realmente ter pensado que o tempo iria curar seu incompreensível sentimento com relação à sua prima e amada Nina Lafont. Desde que haviam ido do paraíso ao inferno por conta do noivado relâmpago da jovem com uma das pessoas que Henri menos desejava ter como parte da família, o rapaz se encontrava estagnado em uma melancolia que há tempos não vivia, exatamente por conta do calor e aconchego que toda a ideia de estar apaixonado e ser correspondido lhe trazia.
Notas nunca foram um problema para o rapaz, mas a assiduidade nas aulas deixava a desejar muito por boa parte de seus professores. Aqueles que admiravam sua quietude e respostas sempre racionais e espetaculares agora se viam confusos diante da necessidade de lhe aplicar uma detenção devido às faltas agora tão frequentes.
O primeiro educador que chamou sua atenção fora Minerva McGonagall, mestre de Transfigurações e que resolveu conversar com o rapaz, ainda que não fosse a verdadeira responsável pelas atividades e detenções dos alunos da Ravenclaw. Passou um complexo trabalho extra para que não precisasse reportar sobre suas faltas e Henri agradeceu, mesmo que suas vontades estivessem tão desarranjadas a ponto de que, em sua mente, lhe passassem alguns pensamentos insanos sobre jogar tudo para o ar e ir embora de Hogwarts naquele momento.
A vontade de ir embora sempre foi muito verdadeira e antiga, mas a ideia de deixar Nina solitária no castelo e com a esporádica companhia de Dylan Mulciber o enojavam de tal forma que se deixasse levar pela mais misteriosa e inocente esperança. Era como se, apesar do sentimento supostamente indefinido e de raiva, prosseguisse com seu semblante indiferente pelos corredores e pátios somente para ficar de olho na prima que parecia verdadeiramente amar odiar.
De volta ao cotidiano simples que levava, parou para analisar alguns livros de Transfiguração na Biblioteca e se pegou realmente confortável em uma das mesas mais distantes de Madame Pince, que discutia com uma jovem de tranças loiras sobre as manchas que havia deixado em um livro sobre Mecânica Trouxa. Henri já estava meticulosamente organizado com seus livros e pergaminhos, mas se pegava mais concentrado na leitura que escrevendo de fato alguma coisa. Talvez seja por isso que demorou um pouco para notar a presença de outra pessoa ali naquela área desabitada, esta com olhos tão claros e delicados que se permitiu admirar.
Aquela era Lucinda Talkalot, que havia conhecido apenas de vista havia alguns dias atrás e quando a Professora McGonagall terminou de incentivá-lo sobre sua assiduidade, pedindo para que chamasse o próximo aluno em seu escritório. Ele temia que Lucinda tivesse ouvido alguma coisa sobre ele e sua prima, mas já se dava conta de que sua preocupação era insensata. Desta forma, quando ergueu os olhos e a observou de olho em livros de Transfiguração perguntou com um ar tranquilo: - Ela te passou um trabalho mirabolante também?
Injustiça, Minerva poderia ser injusta. Lucinda nunca se curvaria para dizer que ela era a culpada, mas naquele momento achar que a culpada era a professora parecia muito intrigantes do que culpar a si mesma. Escapar das aulas não era um costume muito comum para Lucinda, mesmo não concordando em alguns pontos, ela tentava comparecer em todas, mas ela não estava com paciência para ouvir a mulher defendendo aquele tipo de gente. Eles não mereciam toda a atenção e ter uma aula com a mulher sempre protegendo-os não era algo que ela ansiava. Então, fingiu estar doente durante a aula. O único problema foi Minerva a encontrar aos risos com Aella no corredor ao fim da aula. Ela não estava errada, Minerva que era a injusta da história.
Os olhos claros de Lucinda suavizaram, mas mesmo a melhor cara de piedade, não foi necessária que evitar a fúria da professora. A sonserina era uma boa estudante, por sempre estudar para provas e até mesmo quando tinha tempo livre antes dos treinos, mas Minerva viu aquilo como um afronto a figura de autoridade da mulher, então lá estava Lucinda guiando a si mesma com um olhar triste para a biblioteca.
Sem dúvidas o lugar que ela menos gostava era a biblioteca, não se podiam fazer coisas divertidas naquele lugar. Somente o silêncio e isso levava Lucinda a loucura, mas o que ela poderia fazer? Havia cutucado a fera com vara curta, teria de sofrer as consequências. Agora esse trabalho valia uma grande parte de sua nota e tudo que ela poderia fazer era um trabalho mais do que impecável para poder entregar para a mulher e não se meter em muitos problemas depois disso. Madame Pince estava pronta para lhe mostrar uma lista de livros de Transfiguração. Um trabalho sobre animagia, matéria do quinto ano. Ela só poderia estar pedindo por aquele castigo, mas era melhor do que detenção. Seus pais já estavam ficando farto do comportamento da garota.
A única coisa boa era que os olhos afiados de Lucinda logo perceberam que ela não estava sozinha ali. Fazer o dever de casa sempre foi mais do que necessário para uma garota, e bom, seus olhos agora com cuidado observavam o La Font. Se a fama dele e de sua família fosse tão boa quanto a beleza do garoto, Lucinda tinha os olhos no prêmio. Fingir que não havia notado a presença do mesmo e começar a ler seu livro havia sido uma estratégica era sempre melhor ser notada do que ser desesperada, ela tinha seus jeitos. Levou um pouco de tempo, pois ele estava realmente interessado em seu livro, mas ninguém poderia resistir por muito tempo.
Deu uma risada baixa e elegante e se aproximou para poder sussurrar já que a Madame Pince não tolerava conversas que atrapalhassem a concentração. - Você não faz a miníma ideia. - Ela afastou dando uma risada e mordeu de leve seus lábios. Como se fosse apenas um mal hábito, mas era totalmente proposital como todos os movimentos da garota. Respirou fundo. - Se meteu em problemas para ter que fazer isso? - Começar uma conversa e estabelecer contato era fundamental se ela quisesse alguma coisa com o garoto. Ela havia escutado recentemente algo sobre os La Font, mas não era algo sobre ele. Sim, sobre a prima. Não era melhor mencionar, o assunto deveria ser somente eles ali.
Enquanto esperava uma resposta fez um pouco de desdém voltando a sua falsa atenção ao livro em suas mãos, mas logo cortando a leitura para fazer contato com os olhos do garoto. Talvez Minerva não tivesse sido tão injusta assim, e tinha feito algo até bom para Lucinda. Ela precisava de uma distração. Uma boa distração para aguentar aquele semestre. Todo o peso de Quadribol, de que o tempo estava acabando e as responsabilidades estavam caindo em seu colo. Ela não gostava de responsabilidades ela gostava de se divertir. Diversão e responsabilidades não andavam juntas, e Lucinda temia por um futuro que não conseguisse associar as duas coisas.
[Flashback] Painted red to fit right in | Jon & Lucinda.
Não soube exatamente como, ou em que momento, mas o fato era que, em algum dia do primeiro mês do sétimo ano em Hogwarts, Jon Stretton havia decidido que seria auror. Horas e horas a fio por sua, e unicamente sua, responsabilidade. Até mesmo sentia falta dos anos que em cada precioso minuto era ocupado por aulas e mais aulas, deveres, clubes e reuniões. Jon não sabia se considerava todo o tempo em excesso dedicados a nada algo bom, por não precisar focar seus neurônios em disciplinas consideradas insignificantes; ou ruim, levando em conta que em seu tempo ocioso dormia mais que o convencional. Teria dormido, aliás, se a única aula do dia não tivesse sido a primeira da manhã, obrigando o gryffindor a acordar antes mesmo que o sol apagado do início do inverno pudesse clarear o dormitório do sétimo ano masculino. Dava àquela aula de Defesa Contra as Artes das Trevas o crédito por sua disposição naquela tarde em especial. Se não fosse por ela, provavelmente não teria adiantado todos os trabalhos da próxima semana, muito menos feito sua corrida usual na margem do Lago Negro.
Todas funcionavam como perfeitas distrações para o rapaz, que a fundo se preocupava bem mais com o rumo que a vida de seus familiares fora do castelo tomava, do que com aquilo que Jon determinava como o número um de suas prioridades: o estudo. Sentia-se quase incapaz de voltar ao ritmo normal. Não lembrava-se da última vez que recebera uma coruja vindo de casa. Certo, ele sabia que era bastardo e não muito bem-vindo por parte de sua mãe, mas ainda assim tinha seus irmãos. Ou achava que tinha. Por razões como essas, nem mesmo os horários livres eram inteiramente dedicados aos estudos como haveria de ser, o que explicava a presença do garoto pelos corredores primários após a caminhada no lago. Aquela pressa característica de Stretton não estava tão destacante naquela tarde em questão, que se dirigia à torre oeste com a atenção redobrada aos rostos desconhecidos – ou não – que lhe cruzava a visão.
Aproximando-se das escadas giratórias ao fim do corredor, teve de enrugar as feições com uma cena tanto quanto impressionante. Uma garota, aparentemente do terceiro ou quarto ano – fato entregue pela estatura baixa da menina – estava sendo impedida de entrar na sala de aula por uma outra garota que Jon conhecia de vista, Lucinda Talkalot. Olhou para os dois lados do corredor, na esperança de encontrar algum monitor que pudesse intervir na situação, mas, como não viu ninguém, seu instinto justiceiro foi obrigado a agir, ainda mais depois que ouviu algo parecido com “mudbloods não podem ter aula” saindo da boca da mais velha. Cerrou os punhos ao lado do corpo e, em passos largos, alcançou as duas, pondo-se entre elas. “Vou fingir que não ouvi o que acabei de ouvir e te dar 5 segundos de tomar a decisão certa, que é sair daqui e deixá-la assistir a aula.” Ameaçou a slytherin, exibindo muita calma na voz e verdadeiramente esperando que ela tomasse a decisão correta. Entrar em uma briga não estava nos planos para hoje.
Existiam poucas coisas que poderiam incomodar Lucinda em sua rotina matutina. Sem dúvidas não estar no fim de semana e acordar cedo para as aulas era o que mais a incomodava. Poder dormir era como um ótimo suco de abobora. Se contentar em não ter aquele privilégio era ruim, mas eles estavam em um castelo em que todos acreditavam que "o bem vence o mal no final". Ela não tinha palavras para explicar o quanto achava infantis, sem contar estúpidas as escolhas do diretor. Em uma possibilidade de tirá-lo do cargo, a garota não veria a si mesma mais feliz. Sem contar com a chance de poder pedir ao novo diretor para mudar os horários das aulas, eles tinham o dia inteiro de quase todos os meses no castelo. Aulas no período da tarde não seria algo insano. Não ter todos os seus desejos realizados? Isso também incomodava Lucinda, Hogwarts seria um lugar muito mais fácil se ela pudesse comandar. Ajeitar seu uniforme e fazer toda a social até o café da manhã era algo que ela deveria continuar fazendo se quisesse ter alguma boa oportunidade dali para frente. Poderia ser muito mais esperta do que muitos alunos do sétimo ano, e se ela tivesse uma chance miníma de poder provar isso, ela assim o faria.
Dizer que as aulas eram entediantes era um elogio, ela fazia suas anotações e tentava prestar atenção, mas não poderia deixar de evitar desenhar arabescos ao redor das folhas. Um sorriso travesso passar por seus lábios ao imaginar-se fora dali e até poderia ter simulado alguma dor, mas queria deixar sua tacada para uma árvore ainda mais desnecessária como Historia da Magia ou Herbologia. História da Magia era para aqueles mudbloods que nunca tiveram aula ou conhecimento de uma cultura que não merecia pertencer aqueles imundos. Isso era uma das razões para que Lucinda era totalmente contra mudbloods em Hogwarts, eles sujam o sangue, sem contar de que eles nunca deveriam ter interesse na cultura, eram idiotas que ocorreram de ter magia. Eles nem tiveram de merecer, o que é a pior coisa que ela poderia ouvir. Se eles tinham o patético mundo deles, deveriam ficar por lá e deixar somente os com sangue limpo usufruir daqueles privilégios.
Esticou sua perna ao anunciada que a aula estava ao fim, e percebeu que ainda tinha um tempo para a próxima aula. O caminho mais longo parecia melhor para ela poder andar um pouco antes de ter que ficar sentada escutando o professor. Estava passando pela aula de feitiços do quarto ano quando notou uma garota perdida por ali, ela deveria estar no segundo ano. A sua casa não era de interesse para ela, pois sabia que não era a mesma que a sua. Só que o jeito que ela usava as roupas e até mesmo sua postura indicava que ela não era uma integrante de seu mundo. "Essa aula não é para mudbloods, tente algo mais a praia de vocês como... voltar para casa." Lucinda poderia ser pequena, mas a garota era menor e ainda parecia que poderia chorar. Como eles eram fracos. Quando um garoto que deveria ser do sétimo ano interferiu, Lucinda segurou a a vontade de rir. - Você e mais quantos irão me impedir? Eu sou livre para fazer o que eu quiser, mudblood são a escória do meu sangue. Tenho direito de intervir, caso eu queiro. Quero ver o que irá fazer para me impedir, não vou a lugar nenhum. Nem essa garotinha, claro, se ela quiser voltar chorando para casa ninguém vai impedir. - Lucinda não possuía medo de palavras, e ela conseguia se manter rígida e mesmo que fosse mais baixa que o rapaz ela encarava-o o mesmo nos olhos. Não deixaria medo passar por sua voz, ela tinha um ponto ali e não mudaria tão rápido de opinião.
Garotas que você vê como exemplo.
Precisa ser garotas, não mulheres? Pois existe um grande respeito pela Carrow e pelas Black, que não são mais Black, mas sempre tiverem um peso em seu sobrenome assim como espero que Talkalot tenha algum dia.
sua opinião sobre: Marlene Mckinnon
She’s good, but I’m better.
Describe a person who has hurt you before.
She was short, blonde and has those big blue yes and she said “wake up or we gonna be late for the class”
are you a keeper?
I’m not any keeper of this school. I’m the best damn keeper of here.
Queria ser um tigre, mas tigre não posso ser, por que tigre só come braço, mas eu quero comer você.
Sabe ser um tigre é perigoso demais, e pode até sair do controle. Se for bonitinho, não ter o sangue sujo e tiver bebida podemos nos divertir bastante.
Sua opinião sobre: Mina Yaxley
Ela parece divertida, não sei. Não falo muito com ela, mas já tivemos que ter vários jantares em família, então ela é legal.
Gatinha, vem miar no meu quarto.
Poderia poupar tempo e dizer o quarto, existem milhares de dormitórios e portas por aqui.
Garotos mais bonitos da sua casa
A good girl don’t kiss and tell. Se escolher alguns, os outros podem ficar com ciumes.
Uma tentação e uma fraqueza
Forbidden spells and drinks.
Sua opinião sobre: Aella Travers
She’s fine. Ela não ronca sem contar que o dever dela é impecável. Um pouco ingenua no meu ponto de vista, mas se eu tiver que arrastar alguém para se divertir, não pensaria duas vezes.