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YOU ARE THE REASON
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Claire Keane

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"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Sade Olutola
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@tatiipaula
Meu gatilho de saudade sempre será qualquer coisa relacionada a você.
Eryck.
E como….😓
Eu não tenho muito a oferecer. Eu tenho meu colo, meu tempo, minha presença. Eu posso te chamar num domingo à tarde pra caminhar, pra sentar e apreciar o pôr do sol; eu posso te ligar quando as coisas estiverem difíceis, posso ser um bom ouvinte, podemos cantar suas músicas favoritas; aquelas que te fazem dançar sem nenhum pudor. É isso o que eu tenho, e eu espero muito que seja suficiente.
— agirlinthemoon
“É terapia… Ligar o som alto, deitar na cama e começar a pensar em tudo aquilo que não deu certo. E sorrir por tudo aquilo que ainda vai dar.”
— João Pedro Bueno, Sabedorias
quando uma pessoa te quer na vida dela, ela te coloca lá, e vc não precisa competir com ninguém pra ter esse espaço
“Se você conseguir me amar de olhos fechados, se você conseguir me amar de dentro pra fora, então você entendeu, é isso que eu busco em alguém. É fácil amar o “bonito”, mas seria você capaz de lidar com os monstros que habitam dentro de mim? Porque aos olhos não treinados, eu sou apenas uma garota convencional, mas aos olhos que enxergam além da superfície, aos olhos que enxergam mais do que a ponta do iceberg, é possível notar a imensidão do oceano, continuo tentando decifrar os enigmas e a pessoa que quer caminhar ao meu lado, precisa ser uma ótima observadora, precisa pescar o sinais, não será fácil, não é do meu fetil facilitar as coisas. Eu sou a pessoa que tenta simular situações, eu sou a pessoa que quero estar pronta para a adversidade, eu sou a pessoa que não tem resposta concreta, porque pra mim “é tudo relativo” e se você não estiver se sentindo pronto para embarcar nessa busca pelo autoconhecimento, eu peço gentilmente, que solte a minha mão, eu não posso ancorar junto a você, eu sou uma exploradora.”
— abismoadois
o olhar também toca.
“Sabe algo que permanece mesmo quando uma relação termina? Manias. Muitos poderiam ter pensado em saudade ou lembranças. Mas não, é manias. Eu percebi isso com o meu primeiro amor. Uma garota de cabelos negros ondulados, boca bem desenhada e baixinha. Nos conhecemos na sala de aula. Notei que ela fazia um laço na letra “E” quando copiava a lição, e eu achava aquilo bonitinho. Comecei a treinar para fazer igual. E consegui. Notei, também, que ela gostava de cartinhas. Então comecei a mandar as minhas. Aprendi a colocar o que sinto em palavras. E a amar em silêncio. Até que um dia ela foi embora. Eu fiquei triste, mas continuei com a mania de fazer um laço na letra “E” e a escrever cartas, mesmo que elas nunca tenham sido enviadas. Um tempo depois, eu conheci uma outra garota metida a “sabe tudo”. E sabe o que era pior? Ela sabia mesmo. Ela era tão inteligente que não teve nenhuma dificuldade em me dominar. Pois é, eu, um problemático decidido a deixar esse negócio de relacionamentos pra lá, juntar dinheiro, comprar um Chevette 1.0 e cair na estrada sem rumo algum. Estava lá, contando moedinhas e pensando se ela gostaria de receber um buquê de rosas ou tulipas. Ela estudava todas as tardes na biblioteca, então eu comecei a ir estudar também. Li mais livros do que achei que seria possível. Ela gostava de ler romances nas horas vagas. E adivinha? Eu comecei a ler também. Exatamente os mesmos livros. Aí ela me perguntava se eu gostei do desfecho da história, eu dizia que achei incrível, mas na verdade não tinha entendido nada. Mas ela ficava feliz e tinha um sorriso lindo. Foi então que ela passou em um vestibular de uma faculdade de alto nível e teve que se mudar para um lugar próximo ao inferno. Se duvidar, o inferno é mais perto. Mas sem problemas, porque umas noites de choro no escuro do meu quarto não afeta ninguém e uma hora termina. Mas deixa manchas no travesseiro pra sempre. Só que eu continuei com a mania de ler e estudar cada vez mais. Fiz coleção de romances e deixei de sair muitas vezes para estudar. Ela foi embora, porém eu passei no vestibular de uma das melhores faculdades da cidade. E foi na faculdade que eu conheci uma branquinha de cabelos longos e lisos, com um corpo tão escultural que parava carros, aviões e navios. Mas que tinha também, um jeito fácil de me fazer se sentir especial e único. Ela costumava ir na academia todos os dias. Segunda a Domingo. Aí eu comecei a ir também. Às vezes era apenas para ficar um pouco mais perto dela, mas acabei me acostumando com a ideia. Um dia a gente teve uma briga muito feia. Ela disse “Blá Blá”. Eu entendi “Mi Mi”. Enfim, cada um por si. Mas eu continuei com a mania de ir para a academia, cada vez mais. O magrelo ficou forte. Tomei grandes doses de auto-estima e viciei. Então eu disse: Chega. Acabou. Não quero mais isso de casar, filhos, família e todas essas coisas de filmes e livros. A partir de agora sou eu, com um pouco de eu, e mais eu. E sabe, era pra ter dado certo. Droga, era pra ter sido só eu. Só que, me apareceu “Ela”. Foi no começo da primavera. Não me lembro muito bem o dia, nem a hora. Mas me lembro de nunca, em toda a minha vida, ter me impressionado tanto com um sorriso que em conjunto de uma gargalhada gostosa, fazia todo o meu corpo estremecer. Eu sabia que não devia me aproximar. Afinal, eu já tinha decidido a minha vida. O rumo. A ordem. A escolha. Era bem simples, eu podia dizer que tinha um jantar em família e estava atrasado, não perguntar o telefone e nunca mais aparecer por lá. Eu realmente tinha um jantar para ir. Então, estufei o peito de ar, e disse, naquele momento, o momento: “Você não gostaria de me acompanhar no jantar?”. Depois de perceber a besteira que eu tinha feito, fiquei torcendo “Não aceita, não aceita, não aceita”. E ela aceitou. A minha razão e orgulho estavam partidos, mas o meu coração estava mais completo e inteiro do que jamais pensei um dia estar. Não sei dizer quantas vezes pensei na besteira que eu tinha feito. E sabe de uma coisa? Foi a besteira mais certa que já fiz. Escrevo isso e levanto a cabeça vagamente para olhar no sofá, e ela, essa mesma garota daquele começo de primavera, está lá, sentada, conversando com a minha mãe sobre novelas e roupas. As duas mulheres da minha vida conversando sobre duas coisas que não entendo. Ela ama as cartas que eu escrevo e deixo do lado da cama dela, gosta do laço que eu faço na letra “E”, acha bonitinho os romances que leio e adora o meu físico. Se ela vai deixar manias em mim? Ainda é incerto. Posso dizer que eu não queria esse negócio de casar e compartilhar as minhas coisas com outra pessoa. O tipico egoísta. Mas faz mais ou menos uma semana que eu a pedi em casamento. Eu não queria isso de ter filhos, ser pai e toda essa carga de responsabilidades. Mas faz uns três meses que ela me disse estar grávida de um filho meu. Hoje, no quinto mês de gestação, eu possuo o sorriso mais sincero e verdadeiro do mundo, uma futura esposa que adora o som da minha voz e a mania de calcular jeitos de comprar uma casa maior. E ah, antes que eu me esqueça, ontem a minha noiva me ligou e disse, em meio a berros e gritos: “Meu amor, é uma menina!””
— Allax Garcia.
Definitivamente eu sou uma pessoa noturna.
como você me amaria mesmo eu sendo totalmente quebrada? nem eu me amo. como eu poderia te pedir pra ficar se eu sempre quero ir embora de mim? como eu vou pedir que você lide com meu caos se nem eu consigo lidar? por isso solto tua mão para caminhar entre jardins floridos, já que minhas rosas murcharam e só sobraram os espinhos te deixo livre por entender que tu merece o melhor, e o melhor não sou eu.
voarias
“Feche algumas portas. Não por orgulho ou arrogância, mas porque já não levam a lugar nenhum.”
— Paulo Coelho.
Essa semana tenho me sentido tão incompreendida, parece que não existe mais empatia no mundo, que ninguém mais se importa com a dor do outro. E o pior de tudo, procurar refúgio em lugares que nunca foram seus de verdade, desabafos em corações que nunca foram leais a você. Dificil se sentir insignificante né? dificil ser incompreendido né, bom bem vindo ao meu mundo pois é assim comigo todos os dias.
Vida adulta
Minha mente não é mais a mesma, e isso já faz um tempo....realmente crescer não é tão legal assim, são tantos problemas que parecem não ter solução, pessoas que amamos nos ferindo sem se importar em como iremos ficar após sangrar devido suas palavras. Haaaa sarcástica vida adulta, eu não te venero na verdade eu gostaria que você não existisse, gostaria que as coisas não mudassem tanto. Tenho dificuldades em lidar com mudanças tão drásticas assim e que na maioria das vezes são ruins.
No final é apenas você, por você mesmo