““Falarás tudo o que tiveres de falar, sem machucar, sem ferir. Sem atingir nem ocultar. Sem ignorar nem interromper”. Alguém escreveu que as palavras nos traem e que nós as traímos. É a vida, de tempos em tempos, contida. O meu nome vai se desintegrando, diluindo enquanto erro sobre tudo o que vejo, tudo o que sinto, tudo o que narro. Eu sou inocente. Mas o pêndulo que me leva e traz para o delicado insight do mundo jamais descansou. São as luzes que piscam toda a noite. E os soluços que retornam um a um.”
— Sereia de Vidro -( Via Datilogra-far)


















