Dear music, thank you for being there when no one else was.
Unknown (via wordsnquotes)
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titsay

❣ Chile in a Photography ❣
Misplaced Lens Cap
Peter Solarz
d e v o n
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

Origami Around
Lint Roller? I Barely Know Her

shark vs the universe
trying on a metaphor
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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@thalia-v-blog
Dear music, thank you for being there when no one else was.
Unknown (via wordsnquotes)
I loved you. I would have loved to keep you. But we don’t talk at all now. Life is like that. Hope you’re well.
Yrsa Daley-Ward (via wordsnquotes)
I have no other possessions of value but my soul.
Allen Ginsberg, The Book of Martyrdom and Artifice (via wordsnquotes)
“Allison’s at rest again.”
- Bones; s9ep11
It was not the feeling of completeness I so needed, but the feeling of not being empty.
Jonathan Safran Foer, Everything Is Illuminated (via wordsnquotes)
elenavgx:
“Mas é claro que eu posso ajudar, adoraria!” Abriu um sorriso simpático para a outra passando os braços pelos ombros da mesma. “Ninguém é obrigado a conhecer um palácio, minha querida. Não se preocupe, mamacita aqui te levará onde precisar!” Garantiu esperando não estar assustando a moça. “Aliás, me chamo Elena!” Disse lembrando não ter se apresentado. “E para onde quer ir?”
❝ —– Obrigada!❞ Exclamou, sorrindo em retorno para a moça. Era um pouco estranho como os outros países tinham cidadãos tão mais simpáticos que os russos. Não se importava realmente com os abraços ou a necessidade de toques físicos que os estrangeiros tinham, achava fascinante, na realidade. Balançou positivamente a cabeça, encarando a morena para memorizar seu rosto. ❝ —– Um prazer conhece-la, Elena. Eu sou Thalia.❞ Apresentou-se, indo para trás apenas para jogar a mochila nos ombros e pegar a mala. Não levara muito para os EUA, ou melhor, ela levara tudo o que tinha e isso sim acabava por não ser muito. Lia preferia ser prática. ❝ —– Para os aposentos dos funcionários. Você por acaso sabe para onde é?❞
rhaellabutnot-targaryen:
Rhaella piscou várias vezes quando sentiu alguém tocar em seu ombro e se virou para a pessoa, ela não a conhecia tinha certeza disso. Ela demorou na compreensão da fala mais pelo modo que a menina a tinha abordado. “ Claro, onde a senhorita precisa chegar?” Rhaella perguntou, aproximando-se e sorrindo para ela. “ Claro, então é normal se perder algumas vezes até se acostumar, eu sempre me perco quando não conheço um lugar também. E qual é o seu nome?” Perguntou, sorrindo para a jovem.
A moça ficou tanto tempo lhe encarando que Lia começou a ficar sem jeito, perguntando a si se seu sotaque havia sido carregado demais. A opção foi descartada imediatamente, a russa quase não possuía sotaque algum, tivera rígidos treinamentos para conseguir aprender novas línguas sem revelar seu país de origem. De qualquer maneira, soltou um suspiro aliviado quando a desconhecida sorriu para si, aproximando-se. ❝ —– No quarto dos funcionários, sabe alguma direção?❞ Questionou, tornando a olhar em volta. Super normal, mas eu realmente nunca pensei que fosse tão grande. Quero dizer, só o hall de entrada já é maior que qualquer apartamento que já tive.❞ Retrucou, mas não chateada com o fato e sim risonha, perguntando-se quão solitário deveria ser viver com poucas pessoas em um local tão imenso. Apesar de ter crescido nas ruas, Lia não optara por morar em locais menores porque era humilde ou coisa parecida, mas porque cômodos pequenos não a deixavam perceber a solidão com tanta rapidez. A morena tinha certo medo de ficar só. Afastando tal pensamento para que não perdesse o humor habitual, a Volkov tornou a sorrir para a morena em sua frente. ❝ —– Sou Thalia! E você, quem é?❞
prince-ryan:
Ryan era impaciente demais para falar ao telefone e continuar parado no mesmo local. Quando viu estava próximo da entrada do palácio. Desligou o aparelho e o voltou para o bolso, determinado a voltar para seu quarto quando sentiu uma mão tocar seu ombro e um sotaque característico invadir seus ouvidos. “Nunca esteve?” O rapaz falou um pouco surpreso pela revelação, mas apressou-se em ser útil. “Sou Ryan e a senhorita russa seria…?” Esticou a mão para ela esperando o cumprimento e estava curioso para saber quem seria ela. Não conhecia muito a Rússia além de seus parentes e certamente ela não era uma. “Onde precisa chegar? Posso lhe ajudar.” Sorriu para ela.
❝ —– Não... isso é ruim?❞ Questionou devido ao semblante alheio. Lia exibiu uma faceta tremendamente enojada assim que ele disse ‘senhorita russa’. Ficou certamente decepcionada consigo mesma por estar tão cansada que seu sotaque estivesse tão a mostra para ser facilmente reconhecido. Em dias usuais era quase impossível perceber seu local de origem visto que fora muito bem treinada para tal coisa. O momento de leve incomodo foi deixado de lado visto que o desconhecido estava sendo simpático e Lia jamais era grosseira com alguém que não merecesse. Apertou firmemente a mão alheia, sorrindo para o mesmo. ❝ —– Muito prazer, Ryan, eu sou a...❞ O sorriso se desfez no exato momento em que as peças se encaixaram em sua mente. Soltou um suspiro frustrado, dando leves batidinhas contra a própria testa. Estava realmente cansada, tão cansada que sequer notara que havia acabado de abordar um dos príncipes dos Estados Unidos. ❝ —– Eu sequer o reconheci, o horário ainda está mexendo com meus neurônios, me perdoe.❞ Encolheu os ombros. ❝ —– Bem, se você não estiver correndo por aí, você sabe, sendo um príncipe seria muito legal da sua parte me ajudar a achar meu quarto. Não tenho ideia de onde fica a ala dos funcionários. Eu nem sei reconhecer um funcionário, todo mundo aqui é tão chique.❞ O murmúrio foi mais um comentário para si do que para o norte-americano. ❝ —– Estou parecendo uma caipira dizendo essas coisas. Retrucou, soltando uma risada quando se deu contra do fato. ❝ —– De qualquer modo, um prazer conhece-lo. Sou Thalia.❞
chris-deveroux:
“ Eu posso” ele disse sinceramente virando na direção da menina. “Hum, você se acostuma com isso, se precisar conhecer o castelo ficarei feliz em ajudar, posso te mostrar todos os lugares.” ele achou engraçado o modo como ela falou baixinho como se aquilo fosse um segredo . “ Sou o Christopher, seja bem vinda ao palácio, pode me dizer em que posso ser útil…” ele estendeu a mão para ela em cumprimento.
❝ —– O sorriso no rosto da russa se iluminou com a resposta positiva. Estava tão habituada ao humor gélido e distante dos russos que qualquer cumprimento mais animado já lhe alegrava o dia. Os olhos amendoados se arregalaram levemente. ❝ —– Mentira... você fala sério? Nossa, eu te agradeceria eternamente se fizesse isso, sério. Posso até te pagar depois um... é hamburger que comem aqui, não é?❞ Questionou, estudara sobre diversas culturas, mas a longa viagem mexera com sua mente e tudo ainda estava um pouco confuso e devagar para que Lia conseguisse se habituar. ❝ —– Oi, Chistopher, prazer conhecer você. E obrigada! Olha, se vou mesmo ganhar um tour podemos apenas antes passar no meu quarto?❞ É na ala dos funcionários, mas não faço ideias de onde diabos isso fica. Sacudiu levemente a cabeça, apertando a mão alheia. ❝ —– Sou Thalia, a propósito. Mas pode chamar de Lia.❞
dimitrigregorovitch:
Ao sentir uma mão em seu ombro Dimitri se voltou para quem tinha feito o toque em seu ombro. A voz não lhe era estranha mas ao ver a pessoa que estava agora em seu campo de visão, não fazia o menor sentido. “ Thalia?”
“ Claro, do que precisa, uau eu preciso perguntar o que faz tão distante de casa?” ele ainda estava descrente que era a mulher em sua frente, já não via a mesma a oito anos, e ela parecia não ter mudado nada. “ Bem isso é um fato, pelo menos aqui você tem alguém conhecido, comigo foi pior.” ele já havia posto o habitual sorriso no rosto.
❝ —– As orbes carameladas de Thalia exibiram completa surpresa ao encarar com mais atenção a pessoa que abordara. Deixara que ele dissesse as várias frases enquanto assimilava o que ocorria e as lembranças de anos antes lhe voltassem à mente. ❝ —– Epa, epa, por que você continua falando? Vem aqui!❞ Exclamou, puxando imediatamente o velho conhecido para um abraço. Os russos não eram pessoas carinhosas, mas Lia tinha extremo afeto para os poucos que considerava verdadeiros amigos e ainda que não houvesse visto Dimitri Gregorovitch por longos anos ele ainda era considerado uma dessas pessoas. Assim que largou-o o imenso sorriso no rosto era direcionado ao amigo. ❝ —– Eu estava pensando em procura-lo quando vim para cá, mas não esperava vê-lo tão rápido. Como você está? Anda trabalhando nesse lugar gigante?❞ Questionou, batendo levemente contra o braço alheio. ❝ —– E eu vim a mando da Lily. Você se lembra dela, não lembra? Enfim, ela voltou para a Rússia e me mandou vir para trabalhar como guarda da irmã dela.❞ Disse em tom neutro, ainda não sabendo se estava ou não animada para conhecer a princesa Katerina pessoalmente. Agora que observava Dimka se perguntava como raios não o reconhecera. Claro que estava casada da viagem, mas ainda estava um pouco chocada em revê-lo. ❝ —– Ainda nem acredito. É muito bom mesmo ver você, Dimitri.❞
She’s a mess of gorgeous chaos and you can see it in her eyes.
Charles Bukowski
(via
wordsnquotes
)
❝stranger tides❞ thalia&katerina
@russianheiress
❝ —– Senhorita Rozensky.❞ Chamou, parando alguns metros de distância da princesa. ❝ —– Sou Thalia Volkov, fui enviada pela sua irmã para ser sua nova guarda pessoal. Um prazer conhecê-la.❞ Apresentou-se com um aceno de cabeça e um sutil sorriso para a princesa russa. Lily havia lhe alertado para não portar-se de modo tão extrovertido com Katerina, pois era mais provável que a princesa confiasse mais nela caso se provasse mais séria e focada no trabalho.
❝when I see you again❞ lia&lowie
@xbest-you-ever-had
❝ —– Lowie!?❞ O questionamento de Lia se fez presente enquanto se aproximava do moreno, que reconhecera no exato momento em que pousara os olhos sobre. A russa tinha sua câmera pendurada no pescoço, o bloco de anotações bem firmado no bolso esquerdo traseiro e um lápis prendendo os cabelos negros num coque frouxo no topo da cabeça. Decidira usar as horas livres para caminhar pelo palácio e decorar os locais, também para fotografar os mesmos. Desde menor, quando conseguira comprar a primeira câmera, Lia ganhara fascínio por registrar momentos ou escrever sobre os mesmos. Perdera tanta gente na vida que acabou aprendendo a aproveitar os mínimos bons momentos que tinha. As orbes amendoadas encaravam Lowie com imensa atenção. Já haviam anos que não se viam, não teria tanta facilicade para reconhecer o rosto alheio caso não houvesse sido treinada a vida toda para ter boa memória. ❝ —– Quem é vivo sempre aparece, não é mesmo? O que anda fazendo por aqui?❞ Retrucou, arqueando uma das sobrancelhas com um riso de canto.
j-finnhunter:
Era fim de tarde e Finn estava atrasado para chegar a cozinha e ajudar a começar a preparar o jantar, mas o que ele poderia fazer, ficara finalizando seu projeto final da faculdade. E mesmo que não gostasse de chegar atrasado, pois não queria passar a impressão de que era irresponsável, ele realmente precisava terminar aquilo. Seguia pelo hall de entrada, colocando a camisa de flanela, completamente alvoroçado quando ouviu alguém falar. Olhou em volta para ter certeza de que era consigo quando notou que era. —— Ajuda? - Ela olhou em volta novamente, como se implorasse por outra pessoa brotar do chão. Mas pelo visto não. Jojo teria que entender afinal de contas. —— Claro. No que posso ajudar? - Ele ouviu a morena novamente, e então arqueou as sobrancelhas. —— Nunca? Ual. - Provavelmente ele também nunca teria entrado em um se não tivesse crescido em um. —— Okay, huum…Qual seu nome? E onde está tentando chegar?
Assim que o mais alto olhou em volta Lia soltou um suspiro frustrado. Mal chegara no local e já estava atrapalhando a vida alheia. ❝ —– Você tá ocupado, não? Desculpa.❞ Exibiu uma careta em seu semblante, encolhendo os ombros. ❝ —– Eu queria muito achar meu quarto, mas acho que vou precisar de um mapa se quiser ir a qualquer lugar aqui.❞ Todas as vezes que as orbes passeavam pelo local ao redor Lia via algo diferente, o que só servia para lhe deixar ainda mais nervosa. Esperava que sua memória lhe servisse de algo para conseguir memorizar os locais rapidamente e não deixar a princesa russa irritada consigo. Arregalou levemente os olhos amendoados com a pergunta alheia. Será que todos já haviam adentrado um castelo menos ela? Que ótimo! ❝ —– Nunca... você já foi em muitos?❞ Questionou. Logo mais erguendo uma das mãos para o americano. ❝ —– Thalia. Mas pode me chamar de Lia. E olha só, se você estiver ocupado não precisa perder seu tempo comigo, sério. Eu consigo me virar.❞ Assentiu em prontidão, ainda que implorasse por dentro que ele não a deixasse perambular por aquele labirinto sozinha.
adouresnowly:
-Claro… Mas você é?
❝ —– Lia! Eu sou a Lia, muito prazer.❞ Disse com um sorriso um pouco nervoso, estendendo a mão para a loira. ❝ —– Estou aqui como guarda pessoal da princesa Katerina Rozensky.❞
lcrenzc:
-Também estoy perdido, podemos tentar nos achar por aqui juntos - ele brincou, forçando o máximo de seu inglês ruim.
A mente de Thalia de imediato reconheceu a nova língua em questão. ❝ —– Sério? É um alívio não ser a única perdida por aqui.❞ Retrucou, soltando um riso nasal. No momento seguinte tratou de erguer uma das mãos para frente, sorrindo ao desconhecido. ❝ —– Soy Thalia, muy placer em conocerlo!❞ Lia tinha uma particularidade em si, tinha um talento natural para aprender novas línguas e raras eram as vezes que o sotaque russo vinha à tona quando abordava um idioma estrangeiro.