❝Claro que foi, você sempre valeu a pena pra mim.❞ Respondeu com sinceridade, afinal, não havia sido ele a abandonar ela pós formatura do ensino médio, muito pelo contrário. ❝Já faz muito tempo, mas tudo aquilo valeu a pena pra mim, Clio.❞ Afirmou, afinal, entendia que a outra agora estava mais emotiva do que nunca considerando a morte da irmã, da qual ela era tão apegada. ❝Mas eu não posso deixar de me questionar vezes, valeu a pena pra você?❞
What kind of person are you? / What are you proud of? / Do you like who you are right now?
❝Essas são perguntas bem difíceis e simples ao mesmo tempo, eu diria que sou uma pessoa que luta pelo que acha certo, pelo que acha justo. Claro, nem sempre eu vou estar certo sobre tudo, mas eu me vejo como uma pessoa que está sempre disposta a ouvir e evoluir, gosto de pensar que ajudo os outros com isso também.❞
❝Acho que eu posso dizer que sinto orgulho do caminho que eu escolhi percorrer, mesmo com todo o estresse e todas as dificuldades, eu não ter desistido de tentar e ter consigo comprar uma casa pra minha mãe depois de tantos anos de trabalho são definitivamente algo pra se orgulhar.❞
❝Parcialmente, eu gosto de ver tudo que eu consegui conquistar e consegui fazer bem para os outros, mas ainda acho que tenho um longo caminho a percorrer e muitos defeitos a serem remediados ao longo do caminho.❞
❝Obrigado, eu acho...?❞ Indagou um tanto perdido e sem jeito, por que era sempre dessa forma que ele acabava quando ao redor de Ava, ela sabia ser deverás insistente e ele ao longo dos últimos anos havia aprendido a ser deverás desconfiado. Não compreendia o que uma mulher tão bela quanto ela poderia ver em um homem tão simplório quanto ele, especialmente quando havia pessoas muito mais interessantes na cidade, como Gregory por exemplo. Pegou um pano para limpar a graxa das mãos, considerando que estava tentando concertar o carro antes da outra chegar. ❝Eu poderia me oferecer para ver como anda o seu carro, mas não acho que eu seja exatamente o melhor mecânico.❞
❝Não! Claro que não, só estive extremamente ocupado com o trabalho nos últimos tempos e dando uma força pro Seo Joon, sabe?❞ Tentou se explicar, coçando a nuca um pouco sem jeito, não querendo denunciar muito o outro amigo. ❝Ele ficou meio abalado desde que a ex dele voltou pra cidade e alguém tem que tentar impedir ele de encher a cara, né?❞
O trincar do maxilar se dera em reflexo à imagem recém presenciada. Claro, a essa altura Vênus não deveria levar muita fé no sexo oposto, porém, não teria imaginado que Terrence seria capaz de uma grosseria como aquela. Afinal, fora ele a convidá-la ao evento. E, agora, dirigia-se aos jardins acompanhado de outra mulher. A Burnham revirou os olhos, chegando à conclusão de que o ditado estava certo: os de aparência inofensiva eram os mais perigosos. O meio giro sobre os saltos altos acompanhou o faiscar das íris castanhas, não deixando dúvidas quanto a suas próximas ações. Vee não fazia do tipo que deixava algo barato. E foi com esse pensamento que cruzou o salão em direção a Alek, sequer pedindo permissão ao tomar-lhe os lábios em um beijo ardente. As mãos fixaram-se em sua nuca, pressionando-o contra si ao ouvir a surpresa dos demais convidados. O Collins poderia não ter se deparado com a cena em questão, mas estava certa de que ele ficaria sabendo desta no dia seguinte. ❝ I’m tired of this party. Take me to your place. ❞
Estava inteiramente confuso e um tanto embriagado, o que apenas corroborava para que sua confusão fosse ainda maior. Em sua mente não conseguia achar uma resposta completamente viável ao que havia acabado de acontecer e talvez só fosse a achar no dia seguinte, o que era bem provável. ❝Alright...❞ Murmurou de volta ainda com o olhar um pouco confuso na direção de Vênus, ainda assim levou um braço para a parte de trás do corpo alheio, enlaçando sua cintura para que se locomovessem para fora do local, deixando uma pilha de pessoas curiosas e chocadas para trás. Quando por fim chegaram ao exterior da festa, ele parou e retornou o olhar para ela em busca de alguma resposta, qualquer que fosse. ❝Você está bem? Aconteceu alguma coisa?❞
“Então, você sabe onde era o ateliê da Clarissa?” Perguntou ao rapaz que encontrou em um dos bancos da cidade. Alek sempre foi um bom amigo, mas fazia um tempo desde que se falaram da última vez ou se esbarraram pelas ruas de Storybrooke. “Meus alunos fizeram isso hoje… Sabe, como uma forma de homenageá-la.” O professor levantou a guirlanda enorme que tinha em mãos, mostrando-o as flores e as pequenas notinhas que estavam espalhadas pela decoração. “Agora, não sei se seria bom deixar no ateliê dela ou deixar com Pierre. Vai ser estranho demais aparecer com isso lá.”
❝Claro, sei onde fica sim, posso ir contigo até lá.❞ E não tinha como não saber considerando que conhecia a irmã de Clarissa desde sempre, talvez agora fosse ser um bom momento para reatar ao menos um amizade com a loira considerando tudo que havia acontecido. Observou a guirlanda se atentando para ler algumas das notas ali deixadas. ❝É bom ver que os jovens ainda tem essa compaixão e esforço, Clarissa teria adorado.❞ Era triste ter de dizer aquela sentença se referindo ao passado. Porém, não havia muito que poderia ser feito agora além de capturar o assassino, é claro, mas esse era um trabalho para a polícia. ❝Acho que deixar no ateliê dela seria melhor, a irmã dela poderia receber, acho que Clio ficaria muito feliz com isso.❞
“Já pensou? Acho que eu seria aquelas mães que ficam em pé atrapalhando as outras só pra poder filmar o palco melhor.” E ela geralmente odiava aquele tipo de plateia porque sempre arrumavam confusão por gritarem e acenarem para chamar a atenção dos filhos que estão no palco só pra eles posarem para as fotos. Elas sempre atrapalhavam mais do que sequer imaginavam, e Felicity já até discutiu com uma delas uma vez. “Pior que não tem um nome…” Ela fez uma careta pra si mesma, mas acabou rindo com o comentário de Alek. “Sabe, eu estava pensando que se fosse menina eu daria o nome de Telmah, porque é Hamlet ao contrário.” Soltou uma risada anasalada enquanto andava, achando graça. “Acho que ele escolheu ser menino só pra se livrar disso, então estou pensando em nomes comuns… Alek é um nome bonito até! Então talvez algo parecido pode entrar pra minha lista… Alex? Albert? Alejandro?”
❝Eu duvido, você sabe respeitar o resto da plateia, mas não nego que seria hilário ver você brigando com as outras mães pra conseguir tirar uma foto.❞ Confidenciou com uma curta risada, a cena em sua mente era realmente engraçada, especialmente por que já havia visto outras fazerem isso diversas vezes. ❝Olha, Telmah ainda é um ótimo nome, talvez você possa dar a sua próxima filha se um dia resolver ter mais de um.❞ Sugeriu ainda que não tivesse total certeza sobre os desejos familiares de Felicity, ele havia abandonado todos aqueles planos de futuro e uma família feliz no momento que Katherine terminou tudo com ele muitos anos atrás e quando finalmente achou que poderia começar a fazer planos outra vez, havia sido deixado de lado de novo. Aquela sempre parecia ser a sina do loiro, fadado ao fracasso nos relacionamentos. ❝Eu gosto de Alejandro, é diferente... Se você o chamar de Albert acho que tudo que vou conseguir pensar é em Eistein.❞
❝Você acha que o bebê vai querer seguir o ramo artístico também?❞ Questionou enquanto carregava as sacolas de compras pra ela, havia a encontrado por acaso na rua e não pensou duas vezes antes de oferecer ajuda. Lembrava-se bem da primeira vez havia visto Felicity nos palcos do teatro, desde então sempre fazia o possível para comparecer as suas peças e com isso acabaram se aproximando mais. ❝Não duvido que queira caso herde seus talentos! Já decidiu algum nome? Eu poderia até sugerir alguma coisa, mas sabemos que vou acabar sugerindo apenas nomes de personagens das peças de teatro.❞
˙ ˖ ✧ “Acha mesmo que se ela só tivesse fingindo eu estaria reagindo assim?” Questionou em meio a um suspiro profundo, fechando os olhos por alguns segundos enquanto massageava a testa. Já estava tendo problemas de mais só de ver Elphaba novamente e, agora, também tinha que garantir que ela continuasse viva para sequer pensar como lidar com ela. “Eu segui em frente no momento que achei que ela estava morta.” Uma mentira, mas ele não precisava saber do processo que foi para Oz a esquecer. “O que torna ainda mais difícil ter que saber que ela está viva agora, andando por aí, sendo feliz… Depois de tudo que aconteceu e ficou sem resposta alguma.” Encarou o homem por alguns segundos arqueado uma sobrancelha. “Pode beber mais aí.” Suspirou, enchendo mais uma vez o copo dele e o seu após esvaziar mais uma vez ele.
❝Você não é a pessoa mais fácil de ler, Joon.❞ Concluiu dando de ombros, sentia que poderia esperar das coisas mais variadas vindas do professor. ❝Olha, eu não vou me meter se você não estiver confortável de falar sobre, você pode mentir pra mim se quiser, mas não mente pra si mesmo não, cara.❞ Aconselhou, afinal a pior coisa seria que o coreano seguisse mentindo para si mesmo como uma forma de escapismo ao invés de lidar com a situação. Apenas revirou os olhos e aceitou beber mais um pouco, sempre acabava bebendo mais do que devia quando na presença do Han, culpava os hábitos alcóolatras do amigo por isso. ❝Espero que não esteja tentando me embebedar hein?!❞
– Entenda, Alek, tudo que eu tinha era aquela limonada, entende? O dia todo tinha dado errado. E você sabe o que eles fizeram? – Liesel perguntou, chegando ao fim da sua história enquanto esperava pelo seu café no Granny’s; provavelmente se atrasaria para o trabalho, mas enquanto pensava nos pestinhas, não conseguia se convencer a se apressar. – Um deles entrou diante de mim, parou como se ele quisesse um abraço e jogou uma mãozada de areia dentro do meu copo… Eu nem sei onde ele poderia ter arranjado areia!
starter fechado com @thcalcksandcr
❝Ah, vamos lá! Deve ter tido algum bom momento, vai!❞ Tentou ser otimista, ao menos um pouquinho com a história da amiga, adorava ouvir as histórias da Liesel. ❝Céus! Areia? Nossa, não tinha mais nem um pouco de limonada?❞ Questionou ainda na expectativa de que houvesse algum ponto bom, se bem que se não houvesse, ele sempre poderia criar um. ❝Ao menos você não bebeu areia, eu espero...❞ Ele riu ❝Devo comprar uma limonada pra você dá próxima vez que a ver? Ou prefere uma torta de limão? Eu estou louco por uma torta nos últimos tempos.❞
───’ Athena puxou um pequeno livro fino da estante, e entregou para Aleksander. - “Aqui, use este.” - comentou com um meio sorriso, tinha pequenos cadernos espalhados por toda loja, vez ou outra sentia que eles simplesmente apareciam ali, como naquele momento, então, não via problema em dividi-los com alguns amigos. A morena fechou os olhos pelo instante em que ele murmurou a melodia, quase como quem esperasse que a mesma despertasse algo dentro de si, o que para sua frustração não ocorreu. - “É com certeza aulas de música ajudariam.” - brincou abrindo os olhos e piscando algumas vezes, como que para se certificar de que estava realmente acordada, visto que tivera muitos sonhos lúcidos nos últimos dias. - “Bem, sonhar com uma caixa de música, antiga, normalmente significa que você precisa escolher um lado em algum desafio ou argumento.” - recitou as palavras que lembrava ter lido em um livro de interpretação de sonhos uma vez, era estranho, mas tudo o que Athena lia, ela lembrava. - “Está em cima do muro em alguma situação?” -
❝Obrigado! Adoro como você parece sempre estar preparada pra essas coisas...❞ Ou talvez fosse meramente coincidência, mas gostava como as coisas pareciam se encaixar na volta de Athena, era como se fizessem mais sentido. Pegou o caderno nas mãos, pretendendo o inaugurar na próxima manhã que acordasse, faria questão de deixar seus sonhos anotados de agora em diante. ❝Se souber de alguém que esteja oferecendo, talvez eu aceite.❞ Prosseguiu na brincadeira em uma tentativa de esquecer o próprio embaraço, Observou ela atentamente enquanto absorvia suas palavras, indagando o que poderia aquele aviso significar... Porém, era bem mais amplo do que ele esperava. ❝Interessante, eu acho que tem um pouco de sentido... Mas não consigo definir muito bem qual a situação em especifico. Mas e você? Tem tido algum sonho interessante?❞
Ouviu a voz dele, acordando do sono, e o sorriso dela cresceu. Alexandra estava mesmo se tornando aquela pessoa? Como podia ficar tão boba com sua presença? Como podia ficar tão leve com seu carinho, com seus toques? Não tinha a menor ideia. Desde o divórcio, ela acreditava fortemente que jamais se apaixonaria de novo. Mas ali estava ela. Apesar de não saber falar a língua com tanta fluidez, entendia bem o que ele dizia. Adorava seu sotaque, e gostava de realçar o seu próprio quando estava com ele. Deixou seu corpo se envolver no dele, sorrindo mais largo com o beijo na testa e em seguida com o dos lábios. Suspirou. “Claro que estou rindo de você, mon amour, você fica adorável acordando assim” ela disse baixinho “Mas estou rindo de mim também. Por ficar boba te olhando desse jeito” os olhos brilhavam. Era quase como se todos os seus bloqueios para com relacionamentos tivessem desaparecido. “Dormi muito bem. Me mexi muito? Tive sonhos estranhos” ela fez um muxoxo, irritada com os pesadelos que andavam lhe acompanhando. “Não vai ainda, não vai sair dessa cama não” ela envolveu a cintura dele com sua perna, apertando-o contra si, e pousou os dedos em suas costas “Fica comigo mais um pouco” disse baixinho, beijando seu rosto e seus lábios em seguida. Fazia tempo que não agia manhosa dessa forma “Tá com fome? O que está com vontade de comer? A gente pode fazer uns ovos, ou panquecas sem farinha, hmm”
Era inevitável que sorrisse a todo momento quando na presença da mulher, era como se quando com ela algo se ligasse dentro dele como várias luzes pisca pisca no natal, tudo era mais leve e alegre quando em torno de Alexandra. E ele sempre fora um tolo apaixonado, se rendia demais pelas próprias emoções e talvez com isso ele devesse se fechar para sofrer menos, mas não conseguia, especialmente, não com ela. ❝Tu as l'air adorable aussi, ma chérie.❞ Soltou depois de algum tempo em contemplação, se esforçando para lembrar das palavras no idioma que lutará para aprender apenas para a agradar, ainda que sua pronuncia não chegasse nem perto da dela. ❝Se for assim, então somos dois bobos, por que estou te olhando da mesma forma.❞ Concluiu em um pequeno sorriso, respirando fundo enquanto a olhava quase como se quisesse guardar aquele momento para sempre, como se quisesse que ele nunca chegasse ao fim. ❝Não sei dizer, eu dormi como uma pedra... Sonhos estranhos é? Tipo um homem aranha lutando contra um homem lagarto no meio do Central Park?❞ Sugeriu em tom de humor, para apaziguar as coisas caso os sonhos da mulher não tivessem sido dos melhores. Deixou uma sonora gargalhada escapar com o pedido dela, achando que ela não poderia ficar mais adorável que naquele momento. E bem, ele era fraco demais para negar qualquer coisa a ela na situação atual. ❝Como eu poderia negar um pedido seu? As suas ordens, ma reine.❞ Comentou desistindo de se levantar e apenas a abraçando mais, talvez poderia se deixar demorar mais alguns minutos na cama com ela, não faria nenhum mal. Sorriu com o beijo que recebeu, dando outro selinho nela logo após o fim da fala da morena. ❝Estou um pouco sim, você não? Pensei em fazer uns omeletes com torradas ou algo do tipo, ainda não progredi muito nos meus estudos Gourmet.❞
✽ Se havia algo que Maya desconhecia, eram limites. Ela ainda não sabia como o dono do pub a mantinha empregada, especialmente após abordá-lo no casamento do prefeito estando bêbada como estava. Mas isso era uma outra história. O clima enlutado no Silver Arrrow estava lhe partindo o coração. Era realmente uma tristeza que Clarion tivesse morrido em plena lua de mel, que coisa mais trágica, não era? Ao menos o movimento do lugar não havia diminuído: os clientes buscavam algum consolo na bebida, além de encontrarem outras pessoas com as quais podiam compartilhar seus sentimentos e teorias sobre as causas da morte da mulher, havia sido natural ou uma assassinato? A família do prefeito corria perigo? Tudo estava uma confusão, mas Lacroix não iria perder a oportunidade de pedir uma gorjeta ao cliente fiel do silver, @thcalcksandcr Posicionando-se atrás dele, pressionou os ombros em uma massagem improvisada. — “Vai querer outra rodada? Você parece estar precisando, assim como eu estou precisando de uns trocados para comprar um novo computador, sabe?”
Estava quase sempre pelo Silver Arrow por conta de suas amizades, de certa forma havia criado certo laço com o local e seus funcionários. Desta vez fora sozinho, pretendia apenas beber um pouco para se livrar do estresse atual ou até mesmo para conversar com algum conhecido, afinal, a maioria se conhecia naquela cidade. Se já não estivesse acostumado com Maya, teria levado um susto quando senti as mãos massagearem os ombros de forma improvisada, naquele momento considerou se deveria visitar um massagista. ❝Já fez massoterapia? Se não, deveria tentar...❞ Sugeriu ainda que apenas de brincadeira, se virando para ver o rosto da Lacroix. ❝Eu não estava planejando beber muito, mas acho que mais uma rodada não faria mal...❞ Cogitou enquanto coçava a nuca com a mão esquerda, franziu o cenho no entanto quando assimilou o que era dito a seguir por ela, ficando um pouco confuso. ❝Espera aí, você não estava juntando dinheiro para algum tipo de curso? Já conseguiu pagar ele?❞
OOC: Devo chat e devo interações, mas nem isso me impede de criar mais 3 chars, por que o autocontrole não temos! Então, enquanto eu vou responder meus chats perdidos, deixarei aqui um resuminho dos três novos chars e algumas ideias de starters call.
Baronesa do chá/Yasmyn Victoria dos Santos Menezes —25 anos
Ela era a baronesa do chá, as terras dela era onde tinha o famoso poço de melado da história da marmota no primeiro livro da Alice, o que se tirava tudo que começava com a letra M. Atualmente em Storybrooke, ela está acordada e segue com uma enorme obsessão pela letra M (Isso pode incluir pessoas!) Justamente por isso virou professora de Mambo (E por que falhou em medicina), na história da maldição ela cresceu no Brasil e depois veio para Storybrooke com os avós, então ela fala português (Vivam os memes hue hue br) Pra saber um pouco mais detalhado só clicar aqui.
Y 1: You’re not gonna suggest sex, are you?(Amy)
Y 2: You lied to the police?(Finn)
Y 3: All these marks - i look like a crime scene . (Oz)
Y 4: There won’t be anything left of you when I’m done. (Jasper, Gregory, Crimsom)
Lyria/Regina Poppy Whisper — 23 anos
Em Storybrooke ela é estagiária de moda na Glamour, ainda que sonhe em ser escritora, não acha que tem talento pra isso. Ela é super ligada em moda e festas, então se precisar de ajuda pra uma mudança de guarda roupa ou organizar algum evento, ela cuida de tudinho. Ela prefere que chamem ela de Ginny ou Poppy por que acha Regina muito sério e ela prefere manter as coisas leves. Ela passou a infância no Japão, então fala japonês é viciada em animes e jogos(Pai dela é desenvolvedor de jogos na maldição). Se quiser mais detalhes só clicar aqui.
R 1: What are your plans for the day , & how cancel-able are they ? (Aiyana)
R 2: Wanna help me choose something to wear ? (Andressa, Kai)
R 3: I promise i shall never give up and that i’ll die yelling and laughing.
R 4: And you didn’t tell me because…? (Riley)
Homem de Lata/Nicholas Conrad Wood — 24 anos
O Nicholas sofre de síndrome do coração partido(sim, é uma doença mesmo) desde o acidente que sofreu aos 21, onde o irmão gêmeo e a noiva do irmão dele(Cujo menino era apaixonado) morreram e só ele saiu vivo. Desde então, os pais mandaram ele pra viver em Storybrooke pra ficar longe de estresse, então ele basicamente foge de toda e qualquer confusão. Ele é em calmo e tímido, então, é um pouco mais difícil de conhecer ele por ser distante, mas ele é bem gentil e empático com os outros ainda que tenha costume de agir meio frio. Aqui tem um pouco mais sobre ele.
N 1: How many fingers am i holding up?(Todd)
N 2: Did you hurt yourself? (Oz,Taylor)
N 3: I’m not ignoring you, i just don’t know what to say to you. (Allie)
N 4: I’m fine, it’s nothing. really. (Tabitha)
Já fazia alguns bons minutos que estava bebendo na companhia de Seo Joon, não era o suficiente para que estivesse completamente embriagado, porém, era o suficiente para que já estivesse mais alegre que seu costume, com a risada fácil diante de alguma coisa engraçada que o amigo dizia. Foi uma enorme surpresa para si quando sentiu mãos femininas em seus ombros o girando e em sequência os lábios macios de Vênus se chocando aos dele. Pela surpresa demorou a reagir, levando os braços até a cintura alheia e a puxando para mais perto conforme o beijo se tornava mais intenso. Não fazia ideia do que havia levado a ação alheia, mas optou por não tentar entender ali e simplesmente desfrutar do momento, ignorando os sons feitos pelas pessoas a sua volta no fundo.