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@the-last-sailor
Sempre gostei de ajudar os outros.
Na maioria das vezes atĂŠ me colocava em um lugar inferior de prioridade do que as pessoas que eu ajudava, sacrificando meu bem estar e atĂŠ minha saĂşde, principalmente pelo fato de nĂŁo me abrir com ninguĂŠm, apenas absorvia.
Com os anos de terapia pude amenizar isso e hoje ĂŠ algo tĂŁo raro que sei datar as Ăşltimas vezes que aconteceram.
Obviamente que isso ĂŠ melhor emocionalmente, mas as vezes sinto falta de me sentir necessĂĄrio, me sentir Ăştil assim, âpreciso contar pra ele / ele vai me ouvirâ, de fazerem questĂŁo de no final do dia eu receber uma ligação pra falar banalidades.
Fato ĂŠ que ao ter aprendido a estabelecer limites me isolei mais do que eu jĂĄ costumava ser. Meu ciclo se reduziu mais ainda, e as vezes me sinto pedindo esmolas pra ser visto pelos outros.
NĂŁo quero voltar a ser lembrado sĂł quando posso ser Ăştil pros outros, mas esse lugar tambĂŠm nĂŁo me ĂŠ confortĂĄvel e eu nĂŁo sei se consigo me reinventar novamente.
O pior Ê o barulho que minha cabeça faz constantemente pra abafar o silêncio que me cerca.
Raros sĂŁo os momentos que me sinto lembrado pelos outros e que me sinto âuma prioridadeâ (o que ĂŠ irĂ´nico pq quando minha tia se m*t*u minha ex falou isso pra mim).
Mas enfim, talvez esse seja meu karma: me sentir assim pouco tempo depois de ter decidido nĂŁo ter o mesmo desfecho da minha tia.
O passado me tortura, mas tambÊm me distrai do medo do futuro, e o presente⌠raramente gosto ou vejo motivos pra permanecer nele.
Eu estava aqui pensando que quem tem um Tumblr nunca consegue sair daqui de verdade. Nem que seja pra olhar de vez em quando, acabamos ficando por aqui. Ă um tipo de elo com o que hĂĄ de mais Ăntimo sobre nĂłs.
Masaaki Miyzawa, Once Upon a White Night, 1981
N o t h i n g m o r e
Nemo me impune lacessit