the blood will always stain my hands
and no matter how much i clean them the blood still remains under my s k i n

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sweetcateline:
– A claro, então só existe paixão se a senhora aprovar? – perguntou rindo, aquilo não fazia nenhum sentido, mas que fosse, conhecia bem a mãe – É… por sorte, eu já estou quase fazendo dezoito, então eu estou um pouco mais responsável que a senhora, não se ofenda. – disse dando de ombros, porém era uma verdade inegável que Cateline não tinha cometido as mesmas bobagens que a mãe de engravidar tão cedo. Cat podia ter esperado mais para nascer, mas isso não era algo que poderia ser mudado, então não fazia diferença – Mãe, se eu for gostar dele, não vai ser porque ele é mais velho e esta interessado em mim, eu não sou esse tipo de garota fútil. Vou gostar dele se ele merecer, ok? – falou como uma sentença – É um pensamento meio perturbador, eu não fico perguntando para as minhas amigas se eu já vi o suposto possível namorado nu. – disse revirando os olhos – Elas são bem inconvenientes. E antes que a senhora pergunte, eu nunca vi ninguém nu além de eu mesmo. – disse se adiantando – Vamos. – falou voltando para o carro quando ambas já estavam com o smoothie, sentando no banco e colocando o cinto, esperando pela mãe.
“Quase isso. Só existe você namorando se eu aprovar. Autoridade de mãe.” corrigiu a frase, assentindo e rindo junto com a filha. “Não ofendeu. Apesar disso, não considero o que eu fiz um erro. Era jovem, mas seu pai foi a única pessoa que eu amei e, obviamente, você é a melhor pessoa da minha vida.” deu um beijo no topo da cabeça da filha e sorriu. “Droga, isso soou sentimental demais, não? É isso que eu queria ouvir. Só certifique-se de que conhece a pessoa de verdade antes de se envolver, ok?” fez uma pausa para tomar mais um gole do smoothie. “Elas te perguntaram isso? Elas são sempre assim ou é só porque você arranjou um amigo novo? Para ter toda essa repercussão, imagino que ele seja bonito. Acho bom que não tenha visto mesmo. Mas, só por garantia, ainda tem aquela camisinha que eu te dei quando tivemos a conversa, não é?” perguntou entrando no carro. Tomou mais um pouco do smoothie antes de coloca-lo no porta-copos e ligar o carro.
notjoffreybaratheon:
“ — Dannazione…”_ Murmura, subitamente interessado._O nome, por algum motivo, lhe soava extremamente conhecido._ “Sinto também ter de lhe informar, mas não poderei passar o contato do antigo proprietário, pois ele está morto. É apenas o ciclo natural e, infelizmente, desta vez destes azar, Antonella.” _Arqueia ambas as sobrancelhas._ “Ah, claro. Compreendo. Todos temos assuntos inacabados com diversas pessoas e, algumas vezes, uma mínima característica que traga à tona a memória delas pode resultar em uma reação pouco agradável. A propósito, sou Joffrey.”
Antonella o encarou, incrédula. Definitivamente, seu informante morreria naquela noite. Ou, ao menos, pediria para tal. “Ótimo. Vou ter que achar outra ligação, mas pelo menos...” começou a divagar, falando sozinha até se interromper antes que falasse algo grave. “Devo ter acordado do lado errado da cama essa manhã. De qualquer forma, agradeço as informações. Se mostrou mais útil do que o homem que trabalha com elas.” revirou os olhos em menção à incompetência do empregado. “Não terá reação pouco agradável de minha parte por conta disso, não se preocupe. Até, porque, se é para ter reações desagradáveis, seria por ter sido atacada antes mesmo de saber seu nome. É um prazer conhecê-lo, senhor... Joffrey.”
notjoffreybaratheon:
“ — Lamento lhe informar que em fato o endereço que recebeu está errado. Muito errado. Tanto pelo fato de que quem possui ela em período atual, legalmente, sou eu, quanto pelo dono anterior não ter nome sequer semelhante a Solomon Utyo. Claro que compreendo o conceito de agressão, mas qualquer acusação seria anulada, dado que meu ato seria justificado como realizado em legítima defesa por conta da invasão de propriedade privada cometida por você. Mas tenho certeza que qualquer registro legal do que acaba de ocorrer ganharia uma extensão muito, muito mais longa do que de fato deveria. Estou grato por ter aceitado minhas desculpas e, obviamente, aceito as suas, cara invasora._Arqueia ambas as sobrancelhas, abrindo um sorriso entre irreverente e suave._ “Tinha que ser russo, você diz… Isso me soa a estereótipo, senhorita. Espero que não seja xenófoba…” _Brinca, entre o tom sério e debochado, buscando aliviar a tensão, contudo, sem abaixar a guarda._
“Dannazione... Isso é o que dá em confiar tarefas simples para pessoas incompetentes.” Ella revirou os olhos, tirando o celular do bolso para escrever rapidamente uma mensagem para o informante que sofreria pelo erro mais tarde. “Peço perdão por isso. Passe o contato do antigo proprietário, talvez ele tenha alguma relação. Não seria anulada caso sua acusação de invasão de propriedade fosse invalidada por um mandato judicial. Mas vamos evitar todo o trâmite legal porque, por experiência própria, é muito exaustivo e não seria benéfico a nenhum de nós. Meu nome é Antonella, não precisa me chamar de cara invasora. Não quis soar xenofóbica, apenas tenho assuntos eternamente inacabados com algumas pessoas de sua nacionalidade, mas não são exatamente problemas ainda.”
sweetcateline:
– É claro que eu diria mãe, mas isso não aconteceu e eu não acho que vai acontecer tão cedo. Tenho só dezessete anos, tá? E nem sai do ensino médio ainda. E pretendo fazer faculdade. Namoro pode atrapalhar tudo. – falou, com um tom maduro – E o que tem isso? Eu não vejo nada demais em ter amigos mais velhos, embora as minhas amigas tenham me enchido de perguntas com você quando viram ele. – comentou de forma inocente, entrando na sorveteria com a mãe e deixando ela fazer o pedido – Mãe, a senhora é maníaca as vezes, sabia disso? Eu tenho medo da senhora as vezes. Eu não vou precisar usar um garfo contra Joff, ele é mesmo um cara lega, tá? Não se preocupe tanto. – falou tentando fazer ela relaxar um pouco, enquanto pegava seu smoothie já pronto e tomava um grande gole.
“Não diga isso. Se existe uma coisa para a qual não existe idade é a paixão, Cate. A menos que eu não goste do cara ou da garota. Nesse caso, você tem razão, você é nova demais.” assentiu rapidamente e suspirou em seguida. “Me acalma saber que você é mais madura do que eu era na sua idade. Sabe, eu conheci seu pai com quinze e você nasceu quando eu tinha dezoito.” comentou nostálgica, sorrindo para a filha. “O problema é se ele quiser ser mais do que seu amigo. É fácil se impressionar com um cara mais velho que está interessado em você, mas acho que você não cairia em algo assim. Adolescentes e mães sempre pensarão isso, Cate, não importa que sejam só amigos.” explicou rindo baixo e aguardou os smoothies ficarem prontos. “Não vou maníaca, apenas é uma alternativa já que você não aceita andar com uma arma, por menor que seja. Todos parecem caras legais até não serem mais.” comentou leviamente, pagando pelos smoothies e tomando um gole do seu. “Vamos para casa?”
barrynotallen:
“Sua casa seria mais lógico mesmo… Obrigado. ”
“Não precisa agradecer, Barnaby. Eu lhe espero na segunda feira, então?”
notjoffreybaratheon:
“ — Eu moro aqui. Acho que compreende o conceito de propriedade privada e tudo o que estee envolve.” _Diz, soltando-a e afastando-se alguns passos, observando-a atentamente com olhos entornados._ “E me desculpe pela reação exagerada, citando suas próprias palavras. Suponho que seja pelo fato de que na Rússia não estamos acostumados a ter pessoas entrando a modo de surpresa em nossas casas.”
“Você mora aqui? Hm... Não. Está é a casa de Solomon Utyo, não é? Porque se me passaram o endereço errado, alguém perderá a cabeça hoje. Sim, compreendo o conceito. Assim como imagino que você compreende o conceito de lesão física e do quanto pode se ferrar por atacar uma delegada. Está desculpado. Tinha que ser russo, óbvio. Peço desculpas por isso.”
novo-hell-isback:
“Me desculpe. Eu não deveria ter feito isso com você. Não sei o que anda acontecendo comigo ultimamente, é como se eu estivesse perdida… O Emanuel… Que não seria algo tão ruim. Eu vou fazer.”
“Não deveria mesmo. Está cedo demais para culpar os hormônios da gravidez, Helleanor. Emanuel quem? Isso, faça. É melhor ter certeza antes de surtar. Mas, já que está desconfiando, tente se acostumar com a ideia. Uma criança mudará toda a rotina da sua vida, principalmente se não tiver a ajuda do pai dela.”
onedoseofalcohol-douglas:
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notjoffreybaratheon:
“ — O que diabos está fazendo aqui?” _Questiona em tom gélido, antes sequer de identificar o desconhecido que havia suposto ser um invasor._
“Isso é o que eu chamaria de uma reação exagerada. Tire as mãos de mim e se acalme. Não há necessidade para violência. Para falar a verdade... Eu quem pergunto. O que você está fazendo aqui?”
novo-hell-isback:
“Certo. Era uma pequena suspeita, acabei descobrindo sem querer. Não é como se eu fosse espalhar pra alguém. Você sabe três mil coisas a mais sobre mim, eu nem tentaria espalhar algo assim. De qualquer forma.”
“Não tenho tanta certeza se é dele. Eu tava bêbada e provavelmente drogada. Fiz um teste de farmácia, eles podem dar muito errado.”
“Espalhar não é o maior dos problemas. O ponto é que não gosto disso. Se quiser saber algo, me pergunte. E lembre-se disso, eu sei bastante sobre você também. De quem pode ser o bebê, além dele? Você precisa fazer um exame de sangue, os testes de farmácia não são confiáveis. Já o teste de DNA, só quando a criança nascer.”
sweetcateline:
– Ah mãe! – resmungou querendo se afundar no banco do carona. A pergunta da mãe fez ela corar ainda mais. A mulher não sabia que ela corava fácil não? – Eu não gosto dele mãe! Digo, eu gosto, mas como meu amigo. – corrigiu-se suspirando e fitando a janela sem olhar para a mãe sem se recompor enquanto acompanhava a música no rádio em tom baixo. – Vinte e seis anos. – deu de ombros – Mas as vezes ele parece mais novo que eu. Quando eu falei sobre Thor ele disse que tinha esperanças de ser mesmo o deus nórdico, foi engraçado. – deu de ombros voltando a olhar pra mãe – Mesmo isso? Quer que eu peça tudo isso pra ele? – questionou com as sobrancelhas arqueadas – Mais um pouco vai querer interrogar ele na sua sala de criminosos. – murmurou negando com a cabeça – Claro. Um garfo na mão dele. – assentiu e esperou a mãe estacionar, abrindo a porta do carro para descer.
“Tudo bem, tudo bem. Eu paro.” disse em tom de desistência, rindo baixo pela reação da filha e a olhou pelo canto dos olhos rapidamente. “Você me diria se estivesse apaixonada, não diria?” perguntou em tom mais calmo e voltando sua atenção para a rua. “Ele é quase dez anos mais velho que você, Cate. Tome cuidado e... Oi? Tudo bem, ele tem uma mentalidade bem inesperada mas não mudo meu conselho. Cuidado. É claro que eu quero, vocês vão ficar sozinhos dessa vez, não sei mais quantas outras. Preciso ver ao menos se ele é realmente quem diz quem é e se ele não tem ficha criminal. Isso não seria uma má ideia, mas quero te poupar dessa vergonha por enquanto.” assentiu rapidamente enquanto estacionava o carro. “É sério, Cate. Garfos podem ser excelentes armas de emergência.” disse mas acabou rindo por conta do quão estranho a frase soara. Entrou na sorveteria, parando em frente ao caixa. “Um smoothie de morango com banana e um de manga com laranja, por favor.”
barrynotallen:
“É difícil saber quando. Ele decide… Talvez não seja uma boa ideia. Eu não vu sempre, as vezes só peço comida mesmo.”
“Ele não tem horários regulares? Olha, se isso for problema, posso te ensinar na minha casa mesmo. Eu não me importo. Ah, sim, faz um pouco mais de sentido então. Tanto faz. Seus dias de viver de delivery estão acabando.”
novo-hell-isback:
“Eu não suporto ele. E eu sei de muita coisa, é meu trabalho saber… Você dorme com ele. Já é um motivo bem intenso pra mim.”
“Não suporta e transou com ele... Faz sentido, claro. Vamos combinar uma coisa. Você esporadicamente trabalha para mim, então não me investigue. Não gosto de pessoas se metendo na minha vida.”
“Nisso discordamos, não faz muita diferença para mim. Vai contar para ele ou não?”
fuckyoubatsy:
“É legal, parece algo meio punk. O café deles é bom.”
“Um café meio punk? Original. Espero que sim, porque você quem vai pagar mesmo.”
barrynotallen:
“Ok, eu posso fazer isso. Eu realmente posso fazer isso. Eu estou sempre livre… É só meu pai não estar em casa que não vai ter problema. Obrigado por isso, Antonella.”
“Eu gosto de lá, ninguém me conhece por lá. Quer dizer, dos clientes.”
“Claro que pode. O resto vem com a prática mesmo. Eu não posso dizer o mesmo, então o melhor seria em uma das minhas tardes de folga. Não precisa agradecer, Barnaby. Quando seu pai não está em casa? Pode ser, hm, segunda que vem? É perto da sua casa e os clientes não te conhecem? Isso é estranho.”
godsavetiosam:
“O movimento. Assim vai se machucar.”
“Você é personal trainer agora? Tudo bem... O que estou fazendo errado e como faço certo?” disse saindo do aparelho e olhando para ele.