Tríptico 1, Alienação
O chão que pesa como um ferro em brasa tóxicoAs mãos que arranham esta mesa gasta, públicaO dia apaga qualquer esperança nula e sórdidaO sol que faz pingar o meu suor é críticoO tempo encolhe a nossa parca messe mínimaO mundo segue sem sequer notar-me, lógicoO preço aumenta e a fome cresce, trágicoO céu de fumo cobre os rostos gastos, cósmicoO grito corta mas ninguém responde, únicoPatrão que…














