Cosimo Galluzzi
Xuebing Du

#extradirty
NASA

❣ Chile in a Photography ❣

oozey mess
Keni
DEAR READER
taylor price
Jules of Nature

No title available
noise dept.

if i look back, i am lost
TVSTRANGERTHINGS
trying on a metaphor
Noah Kahan
Sade Olutola
occasionally subtle

Kiana Khansmith
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Türkiye
seen from Germany

seen from Germany
seen from United States

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United States
@themoonsong-blog1
Eu sinto saudades, meu amor. Sim, meu amor. É como eu te chamo em todas vezes que te beijo. De meu amor. Sentes o quanto te amo enquanto te beijo? Pois eu sinto vindo de você. Espero que a hora nossa chegue em breve e que não percamos a flechada certeira.
Meu amor.
Você é a Ramona Flowers da minha vida e eu enfrentaria os meus e os seus demônios para poder ficarmos bem.
Redescobrir a si mesmo é incrível. Ver irradiar a sua luz interior e perceber as tonalidades que há tanto tempo estavam desconexas é absurdamente incrível. É um trabalho diário de restabelecimento da confiança. Um trabalho árduo é evitar as lágrimas. Mas e se forem de alegria? E se...
No fim das contas eu sou Adele e percebo tudo depois.
O dia em que eu não fui à praia... 110610 O que sou? Eles dizem... Que sou amável, mas também dizem que sou cruel; dizem que sou forte, mas também ressaltam minha fraqueza; dizem que a minha total falta de interesse pelas coisas que me cercam, me faz ser interessante às pessoas que me rodeiam; ressaltam a minha aptidão a querer ser apta a ser nada; um dia me disseram que eu sou real no mundo imaginário... Eu digo... Que sou inerente a tudo que seja contraditório (quiçá consistindo no próprio continente super populoso das contradições), porém relevante à minha subsistência tanto no concreto quanto no mundo abstrato, pois estou sendo como não planejei; no momento estou feliz com a completa falta de interferência do mundo exterior sobre o meu modo de olhar a intensidade do brilho eterno castanho, de vendagem inexpressivamente sublime, no escuro que não assusta, relembrando os sinais tão bem desconhecidos à minha massa cefálica, que corresponde fazendo palpitar desajeitadamente o meu coração... Digo ainda... Que escrevo coisas estabanadamente por querer, que faço as coisas pensando incontrolavelmente em controlá-las, assim consequentemente perdendo o controle até do meu descontrole; que encaro a vida como uma criança que vai pela primeira vez à escola: com uma ansiedade indiscutível e com um medo evidente; que leio cartas virtuais e falo a mim mesma sobre coisas que nem vivi; que sou um erro maior do que os meus constantes homicídios gramaticais; que sou sensível às mudanças de temperatura; que sou sensível a um toque terno; que sou sensível a um amor de carnaval ‘polvilhado’, meio que por querer; que estou afim de aprendizados pertinentes; que hoje, mais do que nunca, acredito no bem como algo não longínquo de mim; que não sou mais sensível a um não forçado por uma situação que eu mesma provoquei, afinal, eu só poderia receber uma palavra com três letrinhas... E penso... Que um dia eu serei um pouco mais do que eles dizem, e ainda, do que eu mesma digo; acreditando teimosamente no impossível, sendo teimosamente um ser em constante metamorfose, podendo até ser ambulante; que um dia perderei esse meu medo de borboletas e voarei amistosamente junto delas, até podendo ser com aquelas pequenas coisinhas amarelas esvoaçantes, que escrevem milhares de letras miúdas incompreensíveis com suas asas vagabundas num domingo de chuva, no mês de julho, de um ano qualquer; que mesmo com receitas maliciosa e categoricamente manipuladas em uma botica de quinta, em um horário pré-determinado, eu, dissimuladamente, não cairei nas armadilhas ciganas de certos olhos oblíquos... Por agora, me reservo ao direito de me manter particular numa sexta – feira chuvosa, morrendo de rir de histórias que ainda serão vivenciadas; e de felicidade tenra de beijos e abraços que estão por vir...
Do amor que eu sinto.
A calmaria consiste em aceitar o ciclo natural da vida. A ansiedade te domina quando você cresce rodeado de podas, quando te limitam a sonhar. Eu sonho todos os dias mas tenho medo de parecer repetitiva. Não adianta conquistar o mundo e sentir como se nada tivesse feito. É preciso compartilhar tudo o que for possível, a felicidade, a euforia, a dor. Eu não sirvo apenas como mera paisagem para ser contemplada, eu preciso ser tocada, amada, reanimada. Preciso de movimento, motivação. De nada vale ser um objeto intocável, por mais bonito que seja. Preciso ser descoberta, explorada e não limitada.
ressurgir.
de forma descarada e aberta estive presa ao sedentarismo, presa à inércia da escrita. felizmente, existem momentos de minha vida que necessitam de transcrição minuciosa, mesmo que eu tenha uma ótima memória, certos detalhes fogem com o passar dos anos e definitivamente não quero deixar escapar mais nada. acredito fielmente na escrita sobre o sentir. talvez pela grande dificuldade que tive durante a vida em dizer o que habita nas entranhas de minha alma. sim, apesar do que digo e apresento, eu tenho alma. tenho fé. esperança. atualmente são itens de decoração, para alguns; utopia, para outros; meios de marketing pessoal e formas de ganhar likes. a fé que habita em mim vai além da necessidade de auxilio espiritual, de acreditar em várias ou em apenas uma entidade que rege as leis do mundo. a fé que me possui, que me dá forças diárias, é aquele que tenho em mim e em você, quem quer que seja você; a fé de crer na possibilidade de expansão e que tudo, absolutamente tudo, é real. sentimentos são reais. acredito no que sinto. e acredito em você. durante algum tempo imaginei que seria extremamente impertinente te explicar sobre as coisas que sei e pedir que você também me dissesse sobre tudo o que impera nos teus pensamentos. eu sou extremamente curiosa e deveras insegura, me perdoa por ser uma mistura ineficaz e por vezes não dar tudo de mim quando é possível. estive perdendo a fé no que sou, nas coisas que posso fazer, eu não acreditava que podia fazer qualquer ser nesse mundo feliz. mas ontem, quando tocou "what's up?"* eu mal pude me conter, devido à extrema importância que essa canção tem para mim. nem nos meus mais loucos devaneios poderia ter imaginado aquele momento: a contemplação embaçada de você com o melhor som para os meus ouvidos. eu vacilei e pude enfim sorrir de forma abobalhada. e foi por você. eu realmente entendo muito pouco dessa vida, talvez seja por isso que sofro tanto, mas, do fundo do meu coração, eu entendo você. pacientemente aprendo sobre você sempre que possível. querer estar com você sem parecer enfadonha mas ficar nervosa demais por ter sentido a tua falta por tanto tempo longe é algo bem típico. não posso te pedir desculpas por isso, mas vou tentar de novo. eu espero que você entenda, assim como eu. ou pelo menos tente. e eu peço que não haja mais intervalos seculares entre as despedidas. esse pedido eu faço diretamente ao universo. como peço todos os dias algum sinal de vida teu. pois não consigo interpretar as tuas oscilações propositais. talvez devamos parar de buscar desvios e encarar de frente o que temos. usufruir de forma plena e incansável da nossa vasta conexão. nossos átomos necessitam-se. e sendo um pouco mais impertinente, ainda sou tua. sempre fui. e sobre as nossas minucias, eu só pediria que o tempo parasse todas as vezes em que elas ocorrem. engano. ele sempre para. solicite mais de mim. textualmente. verbalmente. da forma que você quiser. sugestão: leia ouvindo "anyone else but you" The Moldy Peaches
você só observa um objeto se sai luz dele e ela chega até os seus olhos
qualquer coisa que escreva torna-se inútil se eu não tiver forças para agir.
eu estou grandiosamente apaixonada e isso me assusta seriamente.
assusta-me pelo fato de estar ansiosa demais, acelerando tudo.
e não conseguindo interpretar sinais;
estou abobada e relapsa.
pode parecer um grande rodeio qualquer coisa relacionada aos sentimentos,
mas a vida não é isso? sentir, vivenciar, experimentar?
de que mais servimos?
nossa vida anda tão racionalizada que o simples fato de alguém se despir de todas
as máscaras e romper cercas, limitando o seu máximo contato com toda a
nossa humanidade, nos faz complicar.
eu estou assustada por estar assustada com o que eu sinto por ela.
no momento, acredito com todas as minhas forças no que sinto.
talvez seja por isso que ainda mantenho-me de pé, por ainda ter algo em acreditar, além de mim mesma,
isso é incrivelmente esplendido.
eu estou fazendo meu máximo, é dificil silenciar por tanto e produzir coisas longas;
mas vai melhorar, tudo vai melhorar, nós vamos ficar bem.