Pó de lua nos teus pulmões,
Estrelas nos teus olhos
És filha do cosmos
Imperatriz dos céus
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@thenotoriousbohemian
Pó de lua nos teus pulmões,
Estrelas nos teus olhos
És filha do cosmos
Imperatriz dos céus
A tua presença faria anjos questionarem a sua perfeição
Algures no tempo passei de herói que se sacrificaria pelo mundo
A vilão que sacrificaria o mundo por ti
Destruiste-me da forma mais bela possível
So me resta memórias amarelas numa moldura azul
Qualquer pintura, poema, flor... vem acompanhada com um sabor forte a sangue na minha boca
E esse sangue não sai de lá
Se beber memórias faço verde, mas esse verde lembra-me tu
Lembra-me promessas feitas em campos de flores, lembra-me beijos dados deitados na relva
Lembra-me uma orquídea que se partiu entre nós, ficando espalmada entre 2 corpos nus, com as estrelas a brilhar no céu e o som do rio a correr desenfreado, a camuflar gemidos e pedidos loucos.
Vou continuar a beber amarelo, mesmo sabendo que o azul se mistura sempre.
Pois jamais esquecerei aquela noite estrelada, e se beber o suficiente... talvez fique feliz?
Porque um dia eu tive o mundo na minha mão
E deixei porque me pediram pra mudar
Agora apenas me resta solidão
Pois mudei, e a mudança fez o mundo se afastar
É o meu aniversário de 7 anos no Tumblr 🥳
O tempo passa, a depressão não
I just wanted to feel loved by you
Feel the warmth of your sweet embrace
Guess no one wanted that for me too
So I never ended up with a chance
I left all my tears roll down and fall
So my sadness would dry
I think it never worked at all
Cause after years, I still cry
Será demais pedir por amor agora
Pedir conforto e simpatia
Pois o mundo mandou o meu espírito fora
E deixou-me com memórias de alegria
Essas memórias estão gastas e distantes
Como fotos velhas numa caixa empoeirada
Choro dias, paro por instantes
Paro porque? Já não existe nada
Ao fundo do meu quarto vejo as sombras da rua
E o candeeiro ilumina o passeio
Onde um dia a minha alma era tua
Agora tudo me parece feio
A flor que te ofereci já deve ter morrido
Papéis com poemas há muito queimado
De ti deveria ter corrido
Pra não acabar despedaçado
Escreveria livros lindos sobre a mais bela princesa
E contos de amor sobre afrodite
Existem imensas formas de beleza
Mas a que mais me inspira vem de ti, eu vi-te
Como uma estátua detalhadamente criada, do mármore mais claro existente
La estavas tu, naquele momento
Vivendo, feliz e sorridente
Entre as curvas dos becos mal iluminados
Busco cura para a doença que me aflige
São métodos um tanto desesperados
Para algo que de mim tanto exige
Ai vida, ai dor
Ai tormentos, ai passado
Ai merda, ai amor
Ai momentos, fui perdoado?
Leva-me de arrasto
Faz-me chorar tudo
Prega-me a um mastro
E diz ao mundo todo
Que se alguma vez senti algo
Foi a tristeza dum fidalgo que queria ser dono do mundo
Sonhei demasiado alto
A te querer a vida toda, quando so merecia um segundo
Eu vivo a noite pois perdi as minhas cores assim que te foste embora, eu vivo a noite pois sinto a tua sombra nos meus passos... E o vento lembra-me palavras saídas da tua boca. Eu vivo a noite, pois de dia, existe barulho demais pra me lembrar de ti
Se Michelangelo te visse, a capela Sistina seria uma homenagem aos olhos em que me perco, a sua vida um memorial a tua pele e a sua morte, nada mais que um lembrete que nem o tempo consegue apagar o que a natureza tem de mais belo
Segura-me
E eu me transformarei numa maravilha nas tuas mãos, no calor, aquele calor que a noite faz a mais bela flor crescer
Segura-me, como uma noz dentro do teu punho, uma racha entre dois mundos.
O silêncio entre nós dois é uma pérola
E os teus olhos seguram-me
E tu seguras-me
E eu... Me transformo
Em algo bom
Tão bom quando o calor, que me deste, enquanto me seguras
E quando ninguém te acorda de manhã, e ninguém espera por ti a noite, o que chamas a isso? Liberdade ou solidão?
Gostaria de estar com alguém com quem posso falar, rir e ser a versão que ninguém vê.
Mas todos esperam que eu seja da forma que sou, e eu tanto menti a mim mesmo que a versão que sou na minha cabeça não sai de lá. Andar sério enquanto quero rir, seguir em frente quando quero parar pra olhar pro mundo, acenar com a cabeça dar um leve sorriso, quando quero dizer que estou a ter um momento que nunca vou esquecer... É complicado.
A memória dela é como um fantasma que me assombra com a sua beleza, aparecendo nos momentos mais solitários da minha vida, mostrando-me que por vezes... Os ponteiros do relógio não avançam
E se eu te dissesse que existe felicidade pra fora de venderes o teu eu para todos os que podem dar 10 euros por mês será que aceitarias?
Ou continuarias a dizer que todo o homem que não quer uma mulher que ganha a vida expressando-se da forma mais íntima e animalesca que o ser humano tem é um cobarde, e que não precisas de ninguém pra ser feliz?
O relógio continua, os ponteiros andam e nós ficamos feios. Quando chegar a altura em que só terás o teu cérebro pra demonstrar... Será que alguém pagará em tempo pra ver?