HOT SAUCE COMMITTE PART TWO
Os meus queridos Beastie Boys, esses ”meninos” traquinas do Hip Hop decidiram lançar um novo albúm e disponibilizar a sua audição na internet. É só carregar no título e plimm!!!
Uns fofos estes meninos ;)
Obrigada Boys!!
NASA

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HOT SAUCE COMMITTE PART TWO
Os meus queridos Beastie Boys, esses ”meninos” traquinas do Hip Hop decidiram lançar um novo albúm e disponibilizar a sua audição na internet. É só carregar no título e plimm!!!
Uns fofos estes meninos ;)
Obrigada Boys!!
Fashion Awareness
Não é só pelas peças fantásticas e pelos preços super acessíveis que eu amo a H&M!
Gosto ainda mais do posicionamento e das iniciativas da marca e hoje, dia 26 de Abril, chegamos pela 4º vez, uma das minhas favoritas: a Fashion Against AIDS, uma linha especial onde 25% dos lucros das vendas revertem para jovens iniciativas de luta contra o HIV, a nível mundial.
Mas desta vez, fico ainda mais feliz ao perceber que esta não é uma linha qualquer, em que se compra uma simples t-shirt com slogans sonantes, que se usa uma vez e chega para aliviar a nossa consciência e ficarmos satisfeitos com o nosso pequeno acto filantrópico.
Esta colecção não é de todo feita de peças banais. Toda ela é tendência: desde a paleta que vai dos neutros da estação até aos pasteis de verão, suaves e coloridos ao mesmo tempo, passando pelos cortes de fit largo, modernos, um tanto ao quanto minimalista. É uma colecção em as peças passam a fazer parte de qualquer whis-list de qualquer fashion lover. Onde as peças chegam para ficar e com isto, a mensagem perdura!!
A campanha conta com o presença de várias figures conhecidas, entre elas os actores Penn Badgley e Selma Blair, bandas como os Scissor Sisters, Djs como os Misshapes, e cantores como Akon ou Keri Hilson.
Já tenho umas peças na minha lista!!
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent that survives. It is the one that is the most adaptable to change.”
Charles Darwin
À Mesa Com Darwin
É bom quando a inteligência e a capacidade de raciocínio se aliam à estética e resultam na possibilidade de tornar tudo mais belo , confortável e proveitoso. Este processo evolutivo acompanha o ser humano desde sempre e espelha-se em todo o nosso quotidiano.
Falando em ser humano e evolução, somos obrigados a pensar em Charles Darwin, e na sua teoria tão conhecida e que tanto chocou na sua era.
E foi inspirada neste pensador, que a Fundação Champalimaud, em parceria com o departamento de arquitectura da Lanidor - já conhecida dentro do ramo pelos seu restaurantes LA Caffe - projectou o Darwin’s Café, um restaurante maravilhoso, onde a inteligência do design funcional e estética da decoração requintada e moderna resultam numa fusão perfeita.
Neste espaço apelativo encontramos iguarias de cozinha de fusão internacional da autoria do chef António Runa, ex chef do La Caffé da Avenida.
A ementa é variada e os produtos da melhor qualidade, assim como a carta de vinhos. Os preços talvez não sejam para todos os bolsos, mas também não são nada de assombroso, são acessíveis e adequados ao serviço proporcionado. Por isso a visita é mais do que obrigatória.
Penso que não há coisa melhor na vida do que apreciar uma boa refeição com uma boa companhia, num espaço elegante... gosto de coisas bonitas e não me importo de me presentear com elas uma vez ou outra... por isso Darwin, seja bem vindo!!
HORÁRIOS:
ALMOÇO: 12H30 - 15H30 LANCHE: 16H00 - 19H00 JANTAR: 19H30 - 23H30. Às segundas e terças encerram às 16h00.
CONTACTO:
21 356 81 60
MORADA:
Av. De Brasília, Ala B, 1400-038 Lisboa.
Sunlight and Freedom
Dias mais compridos e solarengos, flores a despontar e a substituir o cinzento por um espectro delicado de cores, longos passeios pelo campo, muitos amigos, conversas animadas, novas paixões e o melhor de tudo: a liberdade de podermos fazer praticamente tudo o que nos apetecer. É a Primavera… que chega, para tornar os nossos dias mais felizes e românticos.
Tudo isto e muito mas, é-nos transmitido pelas fotografias da nova campanha de Primavera-Verão 2011 da marca espanhola Pull & Bear, fotografada pelo espanhol Txema Yeste.
Ao ver estas imagens, apaixonamo-nos pela suavidade das cores num cenário idílico, onde as personagens, jovens e bonitas, parecem viver alheias ao burburinho e confusão citadina, cada vez mais pesada para os nossos corpos e espíritos, e da qual cada vez mais precisamos de uma fuga.
Estas imagens têm esse efeito de escape à realidade, fazem-nos sonhar com esses dias de liberdade, onde se pode pegar na bicicleta e dar um passeio, sentir os raios de sol na pele, deitar à beira da água e apreciar o silêncio da natureza, adormecer enquanto se lê um livro, ficar horas a conversar à sombra de uma árvore, fazer um piquenique...
Tudo isto, vestindo os maravilhosos e igualmente delicados vestidinhos brancos de algodão, as saias às flores ou top’s esvoaçantes de renda que se podem encontrar na Pull & Bear!
"The body is an instrument which only gives off music when it is used as a body. Always an orchestra, and just as music traverses walls, so sensuality traverses the body and reaches up to ecstasy."
Anaïs Nin
Unconventional Lacoste
I Love It
75 anos passados da fundação da marca, ela continua a evoluir a partir dos ideais do seu fundador, René Lacoste. ainda representativa de um estado de espírito e um modo de vida visionário, arrojado e elegante, mas descontraído e prático que resume o conceito de sportswear.
Agora surge com um novo conceito de comunicação, materializado num estilo inimitável, traduzido numa nova assinatura e conceito de comunicação: UNCONVENTIONAL CHIC.
Surgem quarto anúncios que ilustram simbolicamente este conceito e apresentam o clássico pólo L.12.2, como o acessório chave para um estilo cool que rompe com os conceitos dogmáticos da moda e do estilo convencional.
O icónico pólo torna-se o emblema de uma nova atitude, onde a elegância e o conforto andam de mãos dadas e não se preocupam com estereótipos, rejeitam o luxo rígido e exigem simplicidade, elegância e durabilidade, acima de outros valores frívolos que mais do que nunca se tornam fora de moda e desprovidos de sentido nos dias que correm.
Por estas razões identifico-me a 100%, com este novo conceito da Lacoste e admito que me tornei, ainda mais, fã desta marca já histórica, mas sempre actual e moderna.
Porque o chic é possível em todas as ocasiões, sempre que a qualidade e o bom gosto existam.
Uma curiosidade da marca que me enche de orgulho, é o facto de, desde 1 de Setembro de 2010, o Português Felipe Oliveira Baptista foi nomeado director Criativo da Marca.
Confesso que estou curiosíssima para ver a primeira colecção da autoria do designer, que corresponderá à estação Primavera/Verão 2012 e será oficialmente
apresentada na semana de moda de Nova Iorque, a realizar em Setembro de 2011.
É Zara Senhor!
Não são rosas... é mesmo Zara o meu pecado, Senhor!!
Não há fashion addict que se preze, que não ame a existência da Zara e que não entre lá como um fanático numa catedral... Eu vou lá regularmente, mesmo quando sei que não vou poder comprar nada, porque os tempos são de crise, os bolsos encontram-se vazios de tempos a tempos e o culto já teve fases mais baratas...
Mas mesmo não satisfazendo o meu consumismo, o prazer de lá entrar é sempre grande. É sempre bom ver coisas bonitas e constatar que a qualidade e a oferta está cada vez melhor, as tendências foram copiadas à risca, e as peças dos meus desfiles favoritos têm lá uma sósia a preço, ainda, muito mais acessíveis que as originais.
Agora que os saldos terminaram e novas peças apareceram para idolatrar.... fiz aqui uma pequena selecção das peças que me vão fazer cometer vários pecados orçamentais!
Bom... mas a vida é feita destes e de outros pequenos prazeres!
10 New Fashion Addictions
* Cor-de-rosa.... sou fã, sempre fui, mas acho que é um cor perigosa. Pouco a uso, principalmente no que toca a roupa. É uma cor para detalhes e onde gosto mais de a usar é nas unhas!! Aí: uso e abuso... em todas as suas variantes... pastel, nude, velho e o meu favorito, choque!! Felizmente, vai ser uma das cores fortes da próxima estação, yuuuuuupiiiiii...
Este da Chanel, já não é novo mas é óptimo... caro, mas dura, e dura e dura e dura.. o que faz valer a pena o investimento!
* Pulseiras, sempre... muitas, de vários estilos. Desde o étnico ao rock, passando pela jóia delicada e feminina.. gosto de todas! Mas só num pulso.. e em número q.b., para manter a sobriedade e elegância e não cair em exageros pirosos.
Porque o que é demais enjoa.. sempre!
* Riscas e barras pretas e brancas ou navy blue.. adoro! Em t-shirts, camisolas ou blusas, largas em malha de algodão. Não percebo bem porquê, mas dão um certo ar descontraído e boémio, francês dos anos 60.
Ficam bem com jeans, com blazers, ou até mesmo combinadas com padrões florais ou de bolas... esta última sugestão é um pouco mais arriscada e não é para todos os corpos e olhos. Mas como eu gosto de arriscar...
* Desde os anos 90... que as minhas calças de ganga velhas se transformam em calções desfiados... Reminiscências da era grunge, talvez... mas continuo a adorar esta peça de roupa inventada, com um ar meio trashy e vagabundo que adoro combinar com blusas de seda, t-shirts com estampados rock’n’roll, ou cardigans de malha femininos.. tudo depende da mood!
* Um dia abri o meu armário e assustei-me.. parecia o guarda-roupa de uma viúva!! Tudo preto, branco e talvez, devido a um acesso de loucura: uma ou outra peça cinzenta, azul escura, castanha.... Que animação!
Decidi combater esta monocromia com alguns padrões e muitos, variadíssimos, acessórios coloridos e até um pouco excêntricos. Sapatos, cintos, carteiras, clutchs, lenços, echarpes, luvas, chapéus... são agora um arco-íris de possibilidades para reinventar um guarda roupa que sem querer estava a perder a personalidade!
* As meias de lã pelo joelho fazem-me lembrar a minha infância... e o engraçado é que na altura odiava-as!! Agora acho o supra-sumo do sexy. Porque são coquette e naife .. dão um ar de lolita quando combinadas com uma saia, um vestido ou uns calções e a melhor parte é serem confortáveis e quentinhas! Em cores sóbrias como o preto, o cinza, castanho, azul-escuro ou bordeaux, por exemplo, podem ser um complemento perfeito para dar um certo allure a um look mais monótono.
* Sapatos.. gosto de todas as formas e feitios. Mas ultimamente ando numa de botas com atacadores, com um ar meio todo-o-terreno, com tachas, apliques em metal, fechadas ou peep-toe, em pele e com saltos de cunha com borracha.. para poder andar à vontade pela calçada portuguesa, sem comprometer o estilo e o conforto dos meus, tão queridos, pezinhos!
* Casacos de pêlo, coletes de pêlo, botas com pormenores em pêlo, carteiras com pêlo.... pêlos por todo o lado.. dos fofinhos, quentinhos e bonitos, mas fake... sempre fake.. por razões, obvias, de ordem moral, cívica, ecológica, humanística, etc etc etc, (assunto que não pretendo discutir agora!).
* Sou fã dos pormenores. Acho que é neles que se esconde a verdadeira essência de tudo. Por isso tenho sempre grande atenção na escolha do que visto. É algo pensado... mesmo nos momentos de maior pressa. Nestes casos recorro ao essencial e indispensável para estar bem. Mas tenho um troque, nunca compro nada que não possa conjugar à partida com alguma coisa que já tenha, e nunca compro um acessório sem a mínimo traço de personalidade.
Acho que um simples cinto com um twist pode dar a uma simples combinação de umas calças de ganga com uma camisa básica e uns ténis, os toques sofisticação e elegância necessários.
* Anéis... Se não achasse super foleiro, usava um anel em casa dedo... Confesso que tenho anéis suficientes para incluir os dedos dos pés e ainda fico com alguns de sobra para fazer double!! Mas, (thank God!!), tenho o bom senso de usar apenas um ou dois, nos meus dedos de elição: o indicador e/ou o anelar, e dar-me por satisfeita. E apesar de usar quase sempre os mesmos, não consigo é resistir à compulsão de comprar mais, e mais anéis...
O último foi um passarinho igualzinho ao da imagem.... foi super barato e encontrei-o na Primark.
Pequeno-almoço às cinco da tarde...
Depois de uma semana louca de trabalho, outra de férias e outra de recuperação... estou de volta, revitalizada e com energia, para passear, aproveitar o sol que já começa a aparecer e sempre que posso, partilhar convosco as coisas boas da vida com que me vou cruzando.
Poucas coisas são tão boas como passear com as amigas, por a conversa em dia e saborear um bom petisco!
E Lisboa, felizmente, está cheia de presentes escondidos ou esquecidos... a Feira da Ladra, por exemplo, é sempre uma boa maneira de começar um Sábado.. e é também, sempre uma aventura. Nunca se sabe que pechincha lá estará à nossa espera. Desde roupas e acessórios variados, deste tempo e do outro, em estado acabado, reformado ou intacto, cassetes pimba, raridades discográficas a candeeiros ou espelhos rococós.... falsificados!! Mas, percorrer aquelas bancas, remexer, regatear e comprar alguma coisa é uma tarefa árdua e cansativa... dá-me uma certa fome no fim.. e uma vontade enorme de me sentar e relaxar num sitio com qualidades diametralmente opostas ao rebuliço e caos da Feira.
O Café do Monte é o meu segredo..
Situado ali tão perto no bairro da Graça, a caminho do Miradouro da Senhora do Monte, numa esquina discreta, encontra-se um dos meus spots favoritos, para um bom pequeno-almoço, brunch ou lanche.
O menu é variado, há tartes, bolos, torradas, saladas e os maravilhosos e variados pequenos-almoços, que servem a qualquer hora do dia!
Eu sou fã do Inglês... hummmm aquelas torradinhas com manteiga ou doce de abóbora, os ovos mexidos com bacon, o chocolate quente, o sumo de laranja natural... tudo por apenas 6€!
O ambiente é acolhedor e confortável, um pouco ao estilo de um bristô francês. Há livros, jornais e jogos para crianças à disposição.. nas paredes há cartazes de tudo um pouco do que se passa a nível cultural na cidade, e de alguns filmes escolhidos pelos proprietários e que ajudam a criar um espaço que convida à tertúlia e à conversa animada descontraída.
O único problema do Café do Monte é que quando lá se entra uma pessoa esquece-se do tempo e não apetece sair... apetece comer mais uma torradinha, pedir mais um brigadeiro... mais um chazinho e uma Tarte Tatin, mais um......
..... depois o melhor é ir a pé para casa!!
Feira da Ladra
Campo de Santa Clara
Café do Monte
R. de São Gens, 1 (esq. c/ Sra. Do Monte à Graça) Graça - Lisboa 91 630 7653
De 3ª a Dom. 10h/22h30
The Smiths
There Is A Light That Never Goes Out
“And if a double-decker bus
Craches into us
To die by your side
Is such a heavenly way to die
And if a ten-ton truck
Kills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure, the privilege is mine”
Ou… Como partir o coração a alguém!!
Duo Ele e Ela…
Mas como se diz “em bom”!
Com um som indie pop, folk alternativo, este duo, presenteia-nos com canções doces, divertidas e muito catchy. A postura é cool e um tanto ao quanto retro, desde as capas dos álbuns, muito vintage, ao estilo de um qualquer vinil antigo, até à aparência dos dois membros: ela com um look naïf de boneca de porcelana e ele mais vanguardista, discreto, low profile.
São o fruto de um cruzamento entre uma conhecida actriz da nova geração, Zooey Deschanel, com um desconhecido, mas já experiente produtor e músico, M. Ward. O seu primeiro encontrou deu-se durante as filmagens do filme The Go-Getter, onde Deschanel tinha um papel principal, e M. Ward foi convidado a fazer uma música com as voz da actriz para acompanhar os créditos finais do filme. E, foi durante este primeiro encontro que Ward descobriu que Deschanel não era só uma boa actriz com uma carinha bonita, mas como tinha também uma voz interessante, e melhor ainda, escrevia canções… muitas! Canções essas que gravava, mas não tinha coragem de mostrar a ninguém.
Ward decidiu gravar essas canções e fazer outras novas em parceria criativa com Deschanel e formaram os She&Him. Ambos tocam e escrevem canções com letras divertidas, um tanto irónicas mas românticas e sentimentais, acompanhadas de harmonias musicais simples, que facilmente nos remetem para festinhas de verão, vestidos floridos, passeios de bicicleta, limonadas e lembranças de bons momentos… São canções que se ouvem uma vez e mais tarde se vai cantarolando discretamente, com um sorriso na cara sem se dar conta…….
Cantarolando ou até mesmo cantando entusiasmadamente, como dei por mim a fazer hoje, enquanto esperava pelo metro… os olhares indiscretos fizeram-me sair do meu pequeno momento de autismo, mas não me tiraram o sorriso!
Calei-me, mas o pezinho continuou a abanar…..
A Banda já conta com dois álbuns, Volume One, lancado em 2008 e o segundo, Volume Two, lançado nos finais de 2010.
P.S.: A Zooye é uma das minhas Hit Girls. Tem um estilo pessoal muito suis generis, é linda, tem uma voz doce e é uma boa actriz. Recomendo os filmes: The Go-Getter e 500 Days Of Summer… onde ela canta “There Is A Light That Never Goes Out”, dos Smiths, dentro de um elevador e derrete o coração de um rapaz inocente!! So Sweet..
Most people are other people. Their thougths era someone elses opinions, their lives a mimicry, their passions a quotation.
Oscar Wilde
Hummmmm!!!? Assim sendo.... hoje apetece-me ser o Oscar!!
Baron Bror Blixen:
You could have asked, Denys.
Denys:
I did. She said yes.
Karen:
What's wrong with marriage anyway?
Denys:
Have you ever seen one you admire?
Karen:
Yes, I have, many. Belfield's, for one.
Denys:
He sent her home for the rains in 1910. Didn't tell her they were over until 1913.
Denys:
You've ruined it for me, you know.
Karen:
Ruined what?
Denys:
Being alone.
Hooooooooo como eu adoro o Denys Finch Hatton!!
“I Had A Farm In Africa...”
... É uma frase de Karen Blixen, cujo nome, talvez não vos diga muito, nem tão pouco o seu pseudónimo: Isak Dinesen, com o qual assinava os seus livros. Mas tenho a certeza que o título Out Of Africa, ou África Minha, já vos diz qualquer coisa!
A mim diz-me muito. É o nome de um dos meus filmes de eleição.
E a Karen é, não só a sua personagem principal, como foi uma mulher real e especial: uma baronesa dinamarquesa, de aspecto frágil, mas com uma força interior surpreendente, que a levou a viver, e a transcrever para um livro - Der Afrikanske Farm, A Fazenda Africana, publicado em 1937 – a história maravilhosa dos seus tempos, numa fazenda no Quénia. Local onde se deparou com a dificuldade de ser mulher numa época e mundo de homens e mostrou o seu pulso firme para, sozinha, comandar uma plantação de café. Onde viveu o desamor do marido que amava todas as mulheres e nenhuma ao mesmo tempo e onde por fim encontrou o amor, na sua versão pura, sem complicações de compromissos, sem tempo marcado e sem rotina, num homem de espírito livre: Denys Finch Hatton.
Felizmente, muitos anos mais tarde, esta historia inspirou Sydney Pollack a filmar uma das suas obras-primas. Desde a escolha e interpretações memoráveis dos actores: a talentosa Meryl Streep, como Karen e o charmoso Robert Redford, como o seu par Denys, passando pela fotografia que capta com uma luz clara e suave, as paisagens mais exóticas da savana africana, terminando na banda sonora que envolve e transforma algumas cenas em pura poesia para a alma, este filme é digno de ser visto e revisto vezes sem conta.
Ainda não vos disse que estou apaixonada?
...... estou!
É bom, é lento, é doce e suave como o mel, mas forte e intenso na emoção!
♥
Insane Shopping
Ontem fui à Primark..... confesso que, para mim, aquilo é um caos. Preciso sempre de um período de mentalização e de outro de adaptação para finalmente decidir juntar-me à multidão de pessoas de todos os tipos, completamente descontroladas, a mexer e remexer num mar de roupa a preços vergonhosamente acessíveis.
É certamente uma experiência que pode ser penosa, se uma pessoa não se conseguir abstrair da confusão, da música alta, dos empurrões dos descontrolados, do pó, dos cabides no chão e de tudo e mais alguma coisa insignificante, que se torna gigante quando uma pessoa está irritada. Mas se tiverem a minha capacidade de abstração quando o assunto é "clothes digging"... e se observar situações peculiares vos dá um certo gozo interno, então a Primark pode-se transformar num verdadeiro parque de diversões!
A minha primeira "Primark experience” foi em Londres, na Mega Store de Oxford Street, e tive a, igualmente, “mega” sorte de conseguir o vestido que procurava porque fiz um aliado nas trincheiras.. um dos funcionários da loja, simpatizou comigo e moveu mundos e fundos para descobrir o vestido que eu queria, que segundo percebi, todas a gente queria, e já só sobrava um número 8.
Na loja de Lisboa é precisa uma dose de sorte ainda maior que esta, porque para alem de não existir o empregado maravilha, também não há todas as peças super trendy que há em Londres e que aparecem nas revistas para nos abrir o apetite.
Mas mesmo assim há verdadeiros achados a fazer neste local. Ontem saí de lá cansada mas com um saco tão cheio que parecia Natal.
E informo que vi por lá algumas das pecinhas da campanha de Primavera-Verão de 2011.
Por isso meninas, despachem-se, ponham o capacete, respirem fundo e atirem-se sem medo...